Vazamentos recentes apontam especificações avançadas para os próximos dispositivos da Sony. Um console portátil PlayStation, ainda em desenvolvimento, teria 24 GB de memória LPDDR5X. Já o PlayStation 6 contaria com 30 GB de memória GDDR7.
Esses dados surgiram a partir de discussões técnicas em fóruns especializados. O leaker KeplerL2 compartilhou informações sobre a configuração de memória de ambos os aparelhos. A escolha por maior capacidade visa suportar jogos mais exigentes sem limitações significativas.
A parceria entre Sony e AMD continua central no projeto. Os dispositivos utilizam arquitetura baseada em tecnologias da fabricante de chips. O foco está em desempenho elevado para a próxima geração de games.

Detalhes das especificações de memória
A memória do handheld chega a 24 GB no padrão LPDDR5X, comum em dispositivos portáteis premium. Essa quantidade permite executar títulos da geração atual com ajustes mínimos. O volume supera configurações de muitos concorrentes no mercado de portáteis.
No PlayStation 6, os 30 GB utilizam GDDR7 em configuração clamshell. São dez módulos de 3 GB cada, com velocidade de 32 Gbps por chip. O barramento de 160 bits resulta em largura de banda de 640 GB/s.
Essa largura de banda representa aumento de cerca de 11% em relação ao PS5 Pro. A redução no barramento é compensada pela maior velocidade dos chips GDDR7. A configuração mantém equilíbrio entre capacidade e eficiência energética.
Comparação com modelos atuais
O PS5 padrão possui 16 GB GDDR6 em barramento de 256 bits. Sua largura de banda atinge 448 GB/s. O PS5 Pro eleva isso para 576 GB/s com a mesma capacidade de 16 GB.
Os novos números indicam salto significativo na próxima geração. O handheld com 24 GB se alinha a dispositivos Windows de alto desempenho. Isso facilita ports de jogos sem cortes drásticos em texturas ou resolução.
- PS5: 16 GB GDDR6, 448 GB/s
- PS5 Pro: 16 GB GDDR6, 576 GB/s
- Handheld projetado: 24 GB LPDDR5X
- PS6 projetado: 30 GB GDDR7, 640 GB/s
Essas comparações destacam evolução focada em memória abundante.
Arquitetura AMD nos novos dispositivos
A Sony mantém colaboração com a AMD no Project Amethyst. O SoC do PS6, codinome Orion, combina CPU Zen6 e GPU RDNA5. O handheld, codinome Canis, segue arquitetura similar.
A escolha por RDNA5 representa avanço em relação à geração atual. A tecnologia promete melhor eficiência em ray tracing e upscaling. Ambos os aparelhos compartilham base técnica para compatibilidade.
O desenvolvimento prioriza desempenho nativo em jogos PS5 no portátil. A memória elevada reduz necessidade de versões reduzidas. Isso diferencia o dispositivo de soluções como streaming remoto.
Contexto do mercado de portáteis
O segmento de consoles portáteis cresce com opções como Steam Deck e ROG Ally. Esses aparelhos utilizam memória compartilhada em volumes variados. A Sony busca entrar com hardware capaz de rodar biblioteca nativa.
O PlayStation Vita, último portátil da marca, teve suporte limitado. O novo projeto corrige isso com potência próxima à geração atual. A capacidade de 24 GB posiciona o dispositivo em faixa premium.
Concorrentes oferecem flexibilidade em jogos PC. A proposta da Sony foca em ecossistema PlayStation. Isso inclui acesso direto a títulos exclusivos sem dependência de nuvem.
Expectativas para lançamento
Analistas apontam janela de 2027 para ambos os dispositivos. O cronograma coincide com ciclo típico de gerações. A AMD prepara silício customizado para suportar esses prazos.
O handheld pode incluir dock para conexão com TV. Essa funcionalidade expande uso para modo console. Detalhes permanecem em fase de rumor.
A memória maior prepara terreno para jogos mais complexos. Desenvolvedores ganham margem para assets de alta qualidade. A configuração reflete tendências de aumento no consumo de RAM em títulos modernos.
Benefícios técnicos da configuração
A largura de banda de 640 GB/s no PS6 melhora carregamentos e texturas. O GDDR7 oferece densidade maior por módulo. Isso permite 30 GB em espaço otimizado no die.
No portátil, LPDDR5X equilibra performance e consumo de bateria. A capacidade de 24 GB evita gargalos em cenários exigentes. Jogos abertos com mundos extensos beneficiam diretamente.
- Melhoria em ray tracing por GPU RDNA5
- Upscaling avançado similar ao PSSR
- Compatibilidade retroativa ampliada
- Eficiência energética em modo portátil
Esses elementos fortalecem proposta técnica dos aparelhos.
Posição da Sony no cenário atual
A empresa observa sucesso do Nintendo Switch e rivais PC portáteis. O novo handheld responde a demanda por mobilidade nativa. Usuários buscam experiência completa fora de casa.
O PS6 mantém liderança em consoles tradicionais com specs robustas. A memória de 30 GB suporta resoluções altas e taxas de frames elevadas. O foco permanece em fidelidade gráfica.
A estratégia combina inovação em portátil com evolução no console fixo. Ambos compartilham arquitetura para desenvolvimento unificado. Estúdios otimizam jogos para as duas plataformas simultaneamente.