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Nova atualização do sistema da Apple gera falhas no Face ID e consumo excessivo de bateria

Celular, Iphone
Celular, Iphone - Kaspars Grinvalds/ Shutterstock.com

Proprietários de dispositivos móveis da gigante de tecnologia de Cupertino enfrentam uma situação complexa após a instalação do mais recente pacote de software disponibilizado pela empresa. O que deveria ser uma atualização de rotina para garantir a compatibilidade com novos acessórios de rastreamento transformou-se em uma dor de cabeça generalizada para milhares de consumidores ao redor do mundo. Relatos acumulados em fóruns especializados e redes sociais indicam que a versão 26.2.1 do sistema operacional móvel introduziu uma série de falhas críticas que comprometem desde a usabilidade básica até a segurança biométrica dos aparelhos, gerando uma onda de insatisfação na comunidade de usuários.

O objetivo principal da atualização era preparar o ecossistema para a integração com o novo AirTag 2, um dispositivo de localização aguardado pelo mercado. No entanto, logo após a aplicação do firmware, os usuários começaram a notar comportamentos anômalos em seus smartphones. A situação tornou-se ainda mais grave com a confirmação de que a empresa deixou de assinar digitalmente a versão anterior do sistema. Na prática, isso significa que não é possível realizar o procedimento de downgrade, ou seja, voltar para a versão estável anterior. Quem atualizou está, no momento, preso em um ambiente digital instável até que uma correção oficial seja liberada.

iOS 26.

Impacto crítico na autonomia e aquecimento dos aparelhos

Entre as falhas mais alarmantes relatadas pelos consumidores, a drenagem acelerada da bateria aparece como a principal reclamação. O sistema parece estar operando em ciclos de alta frequência desnecessários, numa tentativa mal sucedida de otimização introduzida pela atualização. Esse comportamento não apenas esgota a carga do dispositivo rapidamente, mas também gera um aquecimento excessivo, o que pode comprometer a integridade química dos componentes internos da bateria a longo prazo.

Mesmo o modelo topo de linha da geração atual, o iPhone 17 Pro Max, não escapou dos problemas. Usuários relatam que a vida útil da bateria foi drasticamente reduzida. Dispositivos que antes suportavam um dia inteiro de uso intensivo agora precisam ser recarregados várias vezes ao longo do dia, mesmo com pouca atividade de tela. O processo de “background process”, que geralmente ocorre após atualizações para indexação de arquivos, parece estar travado em um loop contínuo, consumindo recursos de hardware e energia de forma voraz, o que representa um prejuízo financeiro potencial para quem investiu em hardware de alto custo.

Falhas de segurança biométrica e navegação comprometida

Outro ponto de frustração severa é a falha generalizada no sistema Face ID. O reconhecimento facial, que é um pilar de segurança e conveniência nos dispositivos da marca, parou de funcionar para uma parcela significativa da base de usuários. O problema vai além do simples desbloqueio do aparelho; afeta diretamente a autenticação em aplicativos bancários e a validação de compras, forçando os usuários a retornarem ao uso de senhas manuais para todas as operações, um retrocesso na experiência de uso.

A instabilidade também atingiu o navegador nativo, o Safari. O aplicativo apresenta encerramentos inesperados e falhas na gestão de abas, que somem sem intervenção do usuário. Isso resulta na perda de informações, sessões de leitura e trabalhos em andamento. Quando o navegador se torna instável, a produtividade é imediatamente afetada, e a experiência de uso da internet móvel torna-se truncada, gerando um desgaste significativo para quem depende do celular para tarefas profissionais ou acadêmicas.

O mistério do armazenamento fantasma e conectividade

Um problema técnico peculiar que surgiu com esta atualização diz respeito ao gerenciamento do armazenamento interno. Após a atualização, diversos usuários notaram que cerca de 30 GB de espaço em disco foram ocupados sem justificativa aparente. O sistema categoriza esse consumo como “Dados do Sistema”, mas não permite que o usuário limpe ou gerencie esses arquivos. Mesmo ao tentar apagar aplicativos grandes ou deletar fotos e vídeos pessoais para liberar espaço, o resultado é inócuo. Esse fenômeno, apelidado de “espaço fantasma”, sugere que arquivos de log de erro ou caches de instalação corrompidos não foram devidamente descartados após o processo de update, criando blocos lógicos no armazenamento que não podem ser resolvidos pelo usuário comum.

Além disso, a conectividade básica do smartphone foi colocada em xeque. A estabilidade das conexões Wi-Fi e da rede de dados móveis oscila constantemente. Quedas de sinal interrompem chamadas de vídeo, downloads e streaming, isolando o dispositivo em momentos críticos. Em um mundo cada vez mais conectado, a incapacidade de manter uma conexão estável inviabiliza o uso do aparelho para tarefas essenciais de comunicação e trabalho, aumentando a urgência por uma solução.

Recomendações de especialistas e aguardo por correção

Diante do cenário de incerteza técnica e instabilidade, especialistas e a comunidade técnica são unânimes em recomendar cautela extrema. Para os usuários que ainda não realizaram a atualização para a versão 26.2.1, a orientação é manter o sistema operacional na versão antiga e aguardar. A empresa, ao reconhecer tacitamente as falhas através da suspensão de assinaturas antigas e movimentação interna, deve trabalhar em uma correção emergencial.

A expectativa é que um patch de correção seja lançado nos próximos dias para estancar os problemas de segurança e performance. Até lá, a instalação da atualização atual deve ser evitada a todo custo para garantir a segurança dos dados e a funcionalidade do dispositivo, visto que a relação entre o hardware e o software nesta versão específica provou-se incompatível com os padrões de qualidade esperados.

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