Leon Kennedy lidera retornos clássicos em Resident Evil Requiem com Sherry Birkin e Hunk nos destroços de Raccoon City
Resident Evil Requiem, lançado pela Capcom em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC, marca o retorno aos destroços de Raccoon City quase 28 anos após o surto do T-Virus. O jogo apresenta Leon S. Kennedy como um dos protagonistas jogáveis ao lado da novata Grace Ashcroft, analista do FBI, em uma missão que une sobreviventes do passado a novas ameaças biológicas. A narrativa explora o legado da Umbrella Corporation por meio de flashbacks e aparições que conectam eventos de títulos anteriores como Resident Evil 2 e Outbreak. Grace investiga mortes misteriosas no Wrenwood Hotel, local da morte de sua mãe oito anos antes, o que a leva diretamente aos resquícios da cidade destruída.
A campanha alterna entre perspectivas em primeira e terceira pessoa, permitindo que jogadores controlem Leon em combates intensos e Grace em seções mais furtivas. O título alcançou 267.509 jogadores simultâneos no Steam logo após o lançamento, superando recordes de Resident Evil 4 Remake. Esses números refletem o entusiasmo pela volta de figuras históricas que enriquecem a trama central sobre uma infecção latente afetando sobreviventes de Raccoon City.
Leon assume o protagonismo veterano
Leon S. Kennedy retorna como agente da DSO em uma missão pessoal que o força a confrontar traumas de 1998. Ele enfrenta zumbis e mutantes com habilidades aprimoradas, incluindo uma machadinha para paradas de golpe, e mantém seu humor sarcástico apesar da idade avançada. Sua parceria com Grace cria dinâmicas contrastantes, onde ele fornece cobertura em tiroteios enquanto ela resolve puzzles complexos nos escombros da antiga delegacia de polícia.
O desenvolvimento de Leon ganha profundidade ao reviver o surto original, com infecção pelo T-Virus latente agravando sua condição ao longo da campanha. Ele depende de suporte remoto para rastrear Grace e combater a doença que ameaça sua vida, culminando em escolhas finais que definem seu destino. Essa abordagem reforça sua evolução desde Resident Evil 2, onde escapou com Sherry Birkin e Claire Redfield.
Sherry Birkin oferece suporte crucial
Sherry Birkin, salva por Leon em 1998 durante Resident Evil 2, reaparece como hacker remota que guia o agente em tempo real. Adulta desde Resident Evil 6, onde foi jogável ao lado de Jake Muller, ela enfrenta a mesma infecção que Leon e coordena invasões cibernéticas contra redes inimigas. Sua presença estabelece laços emocionais, recordando fugas da cidade infestada e experimentos do G-Virus com seus pais, William e Annette.
Sherry monitora sinais vitais de Leon e Grace, fornecendo munição via drones e desativando armadilhas na RPD abandonada. Ela revela dados sobre o “Síndrome de Raccoon City”, uma sequela viral que afeta sobreviventes, e sugere curas baseadas em pesquisas da BSAA. Sua role não jogável enfatiza estratégia, contrastando com ações diretas de Leon nos corredores escuros.
- Fornece inteligência em tempo real sobre posições de inimigos.
- Hackeia portas e sistemas de segurança da Umbrella remanescentes.
- Compartilha lore sobre o Projeto W e Crianças Wesker.
- Coordena extração final com equipe da BSAA.

Alyssa Ashcroft impulsiona a trama familiar
Alyssa Ashcroft, jornalista de Resident Evil Outbreak e sobrevivente do surto original, aparece em flashbacks como mãe de Grace. Ela cobriu o colapso de Raccoon City e morreu no Wrenwood Hotel oito anos atrás, evento que motiva a investigação da filha. Seu segredo envolve Ozwell Spencer, revelado em fitas de entrevista onde ele confia um bebê a ela.
A narrativa usa Alyssa para ligar Outbreak à linha principal, mostrando suas reportagens expostas à corrupção da Umbrella. Grace descobre documentos que explicam sua adoção e conexão com Spencer, transformando a busca pessoal em confronto global. Essa revelação ocorre em cutscenes no hotel condenado, onde Alyssa confrontou assassinos ligados a Victor Gideon.
Grace revive momentos da mãe ao explorar o hotel, encontrando gravadores com áudios que detalham o T-Virus e sobreviventes. Alyssa escondeu pistas sobre Elpis, antivírus de Spencer, o que impulsiona Grace a prosseguir apesar do medo inicial.
Hunk desafia em combate corpo a corpo
Hunk, o “Sr. Morte” da Umbrella de Resident Evil 2, surge no final como inimigo não confirmado explicitamente, mas idêntico em aparência e frases. Leon o enfrenta em luta brutal, com o mercenário expressando desejo de combate há anos, resultando em vitória por estrangulamento. Essa aparição sugere lealdade persistente à Umbrella ou grupo sucessor como as Conexões.
O encontro ocorre em laboratório subterrâneo, onde Hunk usa táticas de elite para pressionar Leon, exigindo paradas e contra-ataques precisos. Sua presença reforça o tema de agentes indestrutíveis, ecoando missões de recuperação do G-Virus em 1998. Jogadores notam similaridades com Krauser de Resident Evil 4 Remake, com foco em combate desarmado.
Hunk escapa de identificações claras, permitindo teorias sobre clones ou sobrevivência aprimorada. Seu impacto eleva tensão no ato final, forçando Leon a questionar lealdades em meio à infecção.
Mr. X recria perseguição nostálgica
Mr. X, o Tyrant de Resident Evil 2, retorna em versão recriada nos destroços da RPD, vestindo jaqueta de couro sem chapéu. Ele persegue Grace em seções lineares, quebrando portas e ignorando tiros, recriando pânico de 1998. Não é o original, mas um clone aprimorado pela Umbrella remanescente, com IA mais agressiva.
A perseguição dura minutos, forçando furtividade e rotas alternativas nos andares da delegacia. Grace usa elevadores e dutos para escapar, enquanto Leon o distrai em combates posteriores. Essa mecânica homenageia o remake de 2019, adaptada para perspectivas mistas.
O Tyrant cai em boss fight com granadas e armas pesadas, revelando fraquezas a fogo concentrado. Sua volta valida nostalgia, conectando Raccoon City a ameaças atuais como o Síndrome.
Ozwell Spencer em flashbacks decisivos
Ozwell E. Spencer, fundador da Umbrella morto há 20 anos, domina cutscenes de flashback que explicam Elpis e o legado viral. Ele aparece em entrevistas com Alyssa, expressando arrependimento e chamando Grace de “esperança” ao entregá-la como bebê. Essas cenas ocorrem no Ark, instalação subterrânea sob Raccoon City.
Spencer desenvolveu Elpis como antivírus supremo contra T-Virus e derivados, motivado por redenção tardia. Seus monólogos revelam Projeto W, com 13 crianças incluindo Albert e Alex Wesker, e conexões com Gideon. Grace acessa vídeos floppy que desbloqueiam terminais, decidindo o destino de Elpis.
Os flashbacks integram lore de Resident Evil 1 a Revelations 2, mostrando Spencer como arquiteto do caos biológico. Sua influência persiste via herdeiros e experimentos latentes.
Zeno evoca Wesker sem ser ele
Zeno, vilão com visual de Albert Wesker – óculos escuros, cabelo loiro, terno branco sob casaco preto –, move-se em super velocidade desviando balas. Chamado “imitação” por Victor Gideon, ele persegue Grace e Leon no Ark, usando regeneração e teleportes curtos. Morto em Resident Evil 5 por Chris e Sheva, Wesker inspira Zeno via clone das Conexões ou sobrevivente do Projeto W.
Zeno injeta Elpis no final verdadeiro, mutando em monstro curado pelo antivírus, levando a boss final cooperativo. Sua backstory sugere 11ª Criança Wesker não registrada, infectada para poderes semelhantes. Grace o derrota com puzzles e tiros de Leon recuperado.
- Super velocidade permite flancos imprevisíveis em arenas.
- Regenera de danos moderados, exigindo foco em pontos fracos.
- Diálogos zombam de Leon, referenciando confrontos passados.
- Mutação final cria fase gigante com ataques em área.





