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Explosões em Teerã e mísseis iranianos atingem base americana no Bahrein

Míssil, guerra
Míssil, guerra - amine chakour/ Shutterstock.com

Os Estados Unidos e Israel realizaram ataques coordenados contra o Irã neste sábado (28 de fevereiro de 2026), com explosões registradas principalmente na capital Teerã. O presidente Donald Trump anunciou o início de grandes operações de combate e fez um apelo direto à população iraniana para que assumisse o controle do governo. O Irã respondeu rapidamente com lançamentos de mísseis e drones contra Israel e instalações militares americanas na região, incluindo uma base no Bahrein.

Fumaça foi vista subindo em várias áreas de Teerã após os primeiros impactos, que ocorreram próximos aos escritórios do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. A mídia iraniana informou que ataques atingiram instalações em diferentes províncias do país. Autoridades fecharam o espaço aéreo em nações vizinhas para evitar incidentes adicionais com tráfego civil.

Ataques iniciais concentram-se em Teerã e alvos estratégicos

Explosões ecoaram no centro de Teerã logo após o comunicado israelense sobre a operação. Testemunhas relataram bloqueio imediato de vias próximas ao complexo oficial de Khamenei. A televisão estatal iraniana confirmou os impactos sem detalhar causas ou danos iniciais.

Outras localidades, incluindo Isfahan e Tabriz, registraram explosões semelhantes nas primeiras horas. A coordenação entre forças americanas e israelenses durou meses, conforme informações divulgadas por oficiais envolvidos. Não há confirmação oficial sobre a localização exata de Khamenei durante os ataques.

As forças aliadas priorizaram instalações da Guarda Revolucionária e estruturas de comando. Autoridades dos EUA indicaram que a campanha pode se estender por vários dias com ações adicionais.

Principais alvos e danos reportados até o momento

  • Complexo oficial do líder supremo Ali Khamenei em Teerã
  • Instalações militares da Guarda Revolucionária em várias províncias
  • Bases de inteligência e depósitos de mísseis balísticos
  • Escola feminina na província de Hormozgan, com 40 mortes confirmadas pela agência IRNA
  • Infraestrutura de apoio a grupos regionais aliados ao Irã

Os ataques visaram reduzir capacidades de resposta rápida do Irã. Autoridades americanas e israelenses ainda não comentaram especificamente sobre o incidente na escola.

Retaliação iraniana atinge bases no Golfo Pérsico

O Irã lançou uma primeira onda de mísseis e drones contra território israelense poucas horas após o início dos ataques. Sistemas de defesa aérea israelenses foram ativados em várias regiões, com sirenes soando em cidades importantes.

No Bahrein, mísseis atingiram o quartel-general da 5ª Frota da Marinha dos EUA. Testemunhas relataram explosões e fumaça visível na área de Manama. Bases americanas no Kuwait e no Catar também registraram impactos ou tentativas de ataque.

Explosões foram ouvidas nos Emirados Árabes Unidos e no Iraque. O espaço aéreo foi fechado em vários países do Golfo Pérsico. Um ataque com drone matou duas pessoas em quartel de milícia pró-Irã no Iraque.

Declarações de líderes marcam tom da escalada

Trump publicou vídeo afirmando que o Irã rejeitou todas as chances de acordo nuclear e que a ação visa destruir capacidades nucleares e navais. Ele prometeu imunidade a membros da Guarda Revolucionária que depusessem armas, mas alertou para consequências graves em caso de resistência.

Netanyahu classificou a operação como necessária para eliminar ameaça existencial ao país. Ele destacou a coordenação prolongada com os Estados Unidos para atingir alvos estratégicos. O objetivo declarado inclui enfraquecer grupos armados apoiados por Teerã na região.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano divulgou nota afirmando que o país defenderá sua soberania sem hesitação. A Guarda Revolucionária classificou a resposta como etapa inicial de contra-ataques em múltiplas frentes.

Impactos regionais e econômicos começam a surgir

Países do Golfo ativaram defesas aéreas para interceptar projéteis iranianos. O fechamento temporário de espaços aéreos afetou rotas comerciais e voos civis na região. Autoridades na Jordânia e na Arábia Saudita relataram alertas de segurança semelhantes.

O Estreito de Ormuz, rota essencial para exportação de petróleo, enfrenta risco de interrupção. Mais de 14 milhões de barris de petróleo passam diariamente pelo estreito, representando cerca de um terço do comércio marítimo global de petróleo. Nenhum dano confirmado foi reportado na via navegável até o momento.

Em Israel, protocolos de defesa civil permaneceram ativos durante a noite. Embaixadas americanas na região orientaram funcionários e cidadãos a permanecerem em locais seguros.

Contexto de tensões prévias e negociações interrompidas

As ações ocorrem após fracasso de negociações nucleares mediadas em Omã nas últimas semanas. Trump citou recusa iraniana em limitar programa nuclear e desenvolvimento de mísseis de longo alcance.

Uma guerra de 12 dias em junho de 2025 já envolveu ataques diretos americanos e israelenses a instalações iranianas. O Irã impediu acesso de inspetores internacionais a locais afetados desde então.

A escalada atual representa a segunda intervenção militar direta dos EUA contra o Irã em curto intervalo. Trump justificou a operação com base em ameaças à segurança regional e global.

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