Os Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã na manhã de 28 de fevereiro de 2026, resultando em pelo menos 201 mortes e 747 feridos. A ação militar afetou 24 das 31 províncias iranianas, com explosões reportadas em cidades como Teerã, Isfahan e Qom.
O Crescente Vermelho do Irã divulgou os números iniciais por meio de seu porta-voz, Mojtaba Khaledi, em comunicado oficial. A ofensiva incluiu bombardeios aéreos e mísseis que atingiram instalações militares e civis, levando o governo iraniano a declarar retaliação imediata contra bases americanas na região.
Autoridades israelenses confirmaram a participação na operação, citando ameaças à segurança nacional. O presidente dos EUA justificou a ação como medida defensiva contra o programa nuclear iraniano, enquanto o Irã respondeu com lançamentos de mísseis balísticos.
Alcance dos bombardeios
Os ataques atingiram múltiplos alvos estratégicos no Irã, incluindo complexos militares e infraestruturas relacionadas ao programa nuclear. Relatos indicam que mais de 200 caças israelenses participaram da operação, atingindo cerca de 500 pontos específicos.
A coordenação entre as forças americanas e israelenses permitiu uma execução precisa, com foco em instalações de produção de mísseis e drones. Danos significativos foram reportados em bases da Guarda Revolucionária Iraniana, enfraquecendo capacidades operacionais imediatas.
Resposta iraniana
O Irã retaliou rapidamente, lançando mísseis contra bases militares dos EUA em seis países da região: Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia e Iraque. Esses contra-ataques causaram danos mínimos às instalações americanas, segundo o Comando Central dos EUA.
Sistemas de defesa aérea interceptaram a maioria dos projéteis iranianos, evitando perdas humanas significativas do lado americano. No entanto, destroços de mísseis causaram uma morte em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Impacto em estruturas civis
Um dos incidentes mais graves ocorreu em uma escola primária feminina na província de Hormozgan, no sul do Irã, onde bombardeios resultaram em pelo menos 53 mortes, incluindo estudantes e funcionários. O governador local, Mohammad Radmehr, confirmou que 48 pessoas ficaram feridas no local.
A escola estava em funcionamento no momento do ataque, o que agravou o número de vítimas. Equipes de resgate do Crescente Vermelho atuaram imediatamente, transportando sobreviventes para hospitais próximos.
Estruturas residenciais em Teerã e Karaj também foram afetadas indiretamente por explosões próximas. Moradores relataram interrupções em serviços de energia e comunicação, complicando os esforços de socorro.
Declarações de líderes
O presidente dos Estados Unidos afirmou que o ataque visava neutralizar ameaças iminentes ao povo americano e aliados. Ele enviou uma mensagem direta ao povo iraniano, incentivando ações internas para mudanças no governo.
O primeiro-ministro de Israel destacou que a operação preventiva eliminou riscos nucleares potenciais. Autoridades israelenses declararam estado de emergência nacional, fechando o espaço aéreo e instituições públicas.
Do lado iraniano, o ministro das Relações Exteriores confirmou a sobrevivência do líder supremo, transferido para um local seguro. Dois comandantes de alto escalão da Guarda Revolucionária foram confirmados como mortos na ofensiva.
Consequências regionais
Países vizinhos reagiram à escalada com medidas de segurança. O Iraque e o Kuwait fecharam seus espaços aéreos temporariamente, enquanto diplomatas estrangeiros foram evacuados de embaixadas na região.
Os Emirados Árabes Unidos interceptaram mísseis balísticos iranianos e reservaram o direito de resposta. A tensão afetou rotas comerciais no Golfo Pérsico, com impactos potenciais no abastecimento global de petróleo.
Falhas em serviços de telefonia e internet no Irã dificultaram a comunicação interna e externa. Autoridades locais priorizaram a restauração de infraestruturas essenciais para mitigar o caos.
Sistemas de alerta em Israel ativaram sirenes no norte do país, embora sem danos reportados. Escolas e prédios públicos em Jerusalém permaneceram fechados até a segunda-feira seguinte.
Detalhes operacionais
A operação envolveu porta-aviões americanos posicionados no Oriente Médio, coordenados com forças aéreas israelenses. Planejada há meses, a ação ocorreu em meio a negociações nucleares programadas para reinício em março de 2026.
Instalações nucleares iranianas foram alvos prioritários, com o objetivo de atrasar avanços no programa atômico. Relatos indicam destruição de estruturas de fabricação de mísseis e enfraquecimento da Marinha iraniana.
- Alvos principais: Complexos nucleares em Natanz e Fordow.
- Forças envolvidas: Mais de 200 caças e drones.
- Duração inicial: Aproximadamente quatro horas de bombardeios intensos.
Efeitos humanitários
Equipes do Crescente Vermelho mobilizaram recursos para atender feridos em hospitais sobrecarregados. O número de vítimas pode aumentar à medida que buscas em escombros prosseguem.
Organizações internacionais monitoram a situação, com apelos para cessar-fogo imediato. A Cruz Vermelha Internacional ofereceu apoio logístico para operações de resgate no Irã.
Perspectivas diplomáticas
As negociações nucleares enfrentam risco de cancelamento devido à escalada. Representantes da União Europeia expressaram preocupação com a instabilidade regional.
Países como China e Rússia condenaram os ataques, defendendo a soberania iraniana. Os EUA defenderam a ação como necessária para a segurança global.
Reações internacionais
A Organização das Nações Unidas convocou uma reunião de emergência para discutir a crise. Membros do Conselho de Segurança debateram resoluções para conter a violência.
Aliados dos EUA, como o Reino Unido, apoiaram a operação defensiva. Nações do Oriente Médio mantiveram neutralidade, priorizando estabilidade econômica.
- Posições chave: EUA e Israel justificam ação; Irã acusa agressão.
- Impactos globais: Aumento nos preços do petróleo em mercados internacionais.
- Medidas de segurança: Evacuação de embaixadas em Teerã.
Detalhes sobre vítimas
Entre as vítimas fatais, relatórios destacam civis em áreas residenciais e instalações educacionais. A escola em Minab registrou o maior número isolado de mortes, com foco em meninas estudantes.
Hospitais em províncias afetadas relataram escassez de suprimentos médicos. Voluntários locais auxiliaram no transporte de feridos, complementando esforços oficiais.
O Crescente Vermelho atualizou os números ao longo do dia, refletindo dados coletados até a noite local. Províncias como Hormozgan e Isfahan apresentaram os maiores índices de casualidades.
Estratégias militares
As forças americanas relataram sucesso na defesa contra retaliações iranianas, com interceptações eficazes. Nenhum soldado dos EUA foi reportado como ferido nos contra-ataques.
Israel mobilizou reservas militares para possíveis incursões terrestres. A operação aérea demonstrou coordenação avançada entre aliados.
Atualizações de segurança
O Irã suspendeu todo o tráfego aéreo civil, afetando voos internacionais. Companhias aéreas globais desviaram rotas para evitar a região.
Em Israel, medidas de emergência incluíram fechamento de fronteiras e reforço em checkpoints. Populações civis receberam instruções para abrigos.
Contexto histórico
Tensões entre Irã, EUA e Israel persistem desde o acordo nuclear de 2015, rompido em 2018. Negociações recentes visavam restaurar limites ao programa atômico iraniano.
A ação de 2026 marca a maior escalada desde incidentes anteriores, como ataques cibernéticos e sabotagens. Especialistas apontam para riscos de conflito prolongado.
A presença naval americana no Golfo Pérsico intensificou-se nos meses precedentes. Israel conduziu exercícios militares simulando cenários contra o Irã.
Medidas de resgate
Operações de busca e salvamento continuaram durante a noite, com equipes removendo escombros em áreas bombardeadas. O Crescente Vermelho coordenou distribuições de suprimentos essenciais.
Hospitais de campanha foram erguidos em províncias remotas. Ajuda internacional foi solicitada para reforçar capacidades médicas.
Implicações econômicas
Mercados globais reagiram com volatilidade, especialmente no setor energético. Preços do petróleo subiram devido a temores de interrupções no Estreito de Ormuz.
Países produtores ajustaram estratégias para compensar potenciais déficits. Economistas preveem impactos em cadeias de suprimento globais.
Posicionamentos oficiais
O ministro da Defesa israelense enfatizou a necessidade de eliminar ameaças nucleares. Autoridades iranianas prometeram respostas proporcionais.
O presidente iraniano permaneceu em local seguro, coordenando respostas governamentais. Mensagens públicas mantiveram tom de resistência.
Esforços de contenção
Diplomatas internacionais mediavam contatos para desescalada. Propostas de trégua foram discutidas em canais privados.
Organizações humanitárias apelaram por corredores seguros para evacuações. A situação permaneceu fluida, com monitoramentos constantes.