O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou neste sábado a eliminação de Ali Khamenei, líder supremo do Irã, durante uma ofensiva coordenada com forças israelenses. A operação, realizada na manhã de 28 de fevereiro de 2026 no horário local, atingiu pontos nevrálgicos de comando em Teerã e resultou na queda do mandatário que governava o país há quase quatro décadas, segundo informações confirmadas pela inteligência norte-americana. A ação militar foi justificada pela Casa Branca como uma resposta necessária às ameaças contínuas ao programa nuclear e ao financiamento de grupos hostis na região.
Detalhes da operação e confirmação oficial
A ofensiva teve início às 8h em Teerã, utilizando uma combinação de drones de alta tecnologia e mísseis lançados a partir de bases israelenses e navios da frota americana posicionados no Golfo Pérsico. O alvo principal foi um bunker fortificado onde Khamenei se encontrava, resultando na destruição completa das estruturas de comando subterrâneas. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, corroborou os detalhes da missão, enfatizando que a ação enfraquece significativamente a capacidade operacional das forças iranianas.

Múltiplas explosões foram registradas em cidades estratégicas como Isfahan e Qom, além da capital, gerando um número ainda incerto de vítimas entre militares e civis. O governo iraniano manteve silêncio nas primeiras horas, o que ampliou as especulações internacionais até a confirmação via redes sociais pelo presidente americano. A inteligência aliada monitorava os passos do líder supremo há meses, aguardando o momento propício para executar o ataque com precisão cirúrgica.
Apesar da tecnologia empregada para minimizar danos colaterais, relatos locais indicam que áreas residenciais próximas aos complexos da Guarda Revolucionária sofreram impactos diretos. O cenário na capital iraniana é de instabilidade, com movimentações militares intensas e bloqueios de comunicação.
Repercussão econômica e bloqueio de rotas
A confirmação da morte de Khamenei provocou reações imediatas nos mercados financeiros globais e na logística de transporte de energia. O fechamento preventivo do Estreito de Ormuz por questões de segurança interrompeu uma das principais artérias de escoamento de petróleo do mundo. Os efeitos foram sentidos instantaneamente nas bolsas de valores:
– O preço do barril de petróleo disparou 15% nas negociações internacionais logo após o anúncio.
– Índices asiáticos e europeus operaram em forte baixa devido à incerteza sobre o fornecimento de energia.
– Seguradoras marítimas suspenderam coberturas para navios que transitam pela região do Golfo.
Países altamente dependentes das exportações da região, como Japão e Índia, já articulam planos de contingência para evitar desabastecimento. Analistas de mercado preveem que a volatilidade deve persistir até que a extensão do conflito seja totalmente compreendida.
Contraofensiva iraniana e defesa regional
Em uma resposta rápida ao bombardeio, forças iranianas lançaram uma série de mísseis balísticos contra bases utilizadas pelos Estados Unidos no Oriente Médio. Os projéteis atingiram estruturas no Bahrein e no Catar, causando danos materiais e elevando o nível de alerta em toda a península arábica. Washington declarou que, apesar da agressividade do ataque, nenhum militar americano foi ferido durante a retaliação.
Os sistemas de defesa aérea de Israel e dos Emirados Árabes Unidos interceptaram a maioria dos vetores lançados contra seus territórios. Em Dubai e Abu Dhabi, moradores relataram estrondos no céu decorrentes das interceptações bem-sucedidas. A Guarda Revolucionária reivindicou a autoria dos disparos, classificando-os como uma defesa legítima da soberania nacional.
Vácuo de poder e cenário político
A morte de Ali Khamenei, nascido em 1939 e figura central da política iraniana desde a Revolução Islâmica, cria um cenário de incerteza sobre a sucessão no país. A Assembleia de Especialistas enfrenta o desafio de nomear um novo líder em meio a divisões internas e pressão externa. Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder, é apontado como um possível sucessor, mas enfrenta resistência dentro da própria teocracia e nas ruas.
O regime já vinha enfrentando desgaste interno, com protestos populares recorrentes desde 2022 e uma crise econômica agravada por sanções internacionais. A inflação alta e o desemprego minaram a base de apoio do governo, e a eliminação da liderança máxima pode desencadear novas ondas de manifestações por reformas ou, inversamente, um endurecimento ainda maior do controle estatal.
Líderes mundiais pedem cautela para evitar uma escalada que envolva outras potências na guerra. A ONU convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança para debater medidas que garantam a estabilidade regional e a proteção de civis em meio ao conflito aberto.