O Galaxy S26 Ultra demonstrou alta resistência em teste de durabilidade realizado recentemente. O aparelho foi submetido a quatro quedas de altura equivalente à da cabeça sobre laje de concreto. Apesar de danos visíveis em algumas partes, o dispositivo continuou funcional na maior parte dos componentes. A proteção Gorilla Armor 2 na tela frontal se destacou ao evitar qualquer rachadura ou falha no display após todos os impactos.
O canal especializado em análises de smartphones realizou o procedimento logo após o início das entregas para pré-compras. As quedas ocorreram em diferentes ângulos para simular acidentes reais do dia a dia. O resultado geral indica que o modelo mantém bom desempenho em situações extremas, embora uma área específica tenha apresentado vulnerabilidade clara.
Estrutura reforçada da câmera expõe fragilidade
O módulo de câmeras traseiro sofreu o impacto mais severo durante o teste. A saliência maior em comparação com o antecessor deixou as lentes mais expostas. Na segunda queda, de costas, uma das lentes individuais rachou completamente.
Na terceira tentativa, fragmentos adicionais de vidro se soltaram da mesma região. As câmeras continuaram operando, mas as quebras geraram distorção perceptível nas imagens capturadas. A substituição das lentes resolveria o problema, porém isso representa um ponto fraco inesperado para um modelo topo de linha.
Tela e vidro traseiro mantêm integridade total
A tela frontal resistiu sem apresentar qualquer sinal de dano. A tecnologia Gorilla Armor 2 cumpriu o papel esperado desde a primeira queda. O display permaneceu intacto e o funcionamento tátil continuou normal em todas as etapas.
O vidro traseiro também absorveu os impactos sem rachaduras significativas. Essa proteção contribuiu para que o aparelho não apresentasse falhas críticas no conjunto principal. Os testes confirmam a eficácia das melhorias implementadas pela fabricante nessa área.
Quadro de alumínio absorve danos cosméticos
A estrutura em alumínio Armor Aluminum 2 recebeu arranhões e marcas visíveis após as colisões. Na primeira queda, o canto esquerdo mostrou danos leves. A quarta tentativa provocou a ejeção da S Pen do compartimento interno, mas a caneta permaneceu totalmente operacional.
Comparado ao modelo anterior com titânio, o alumínio apresentou marcas um pouco mais profundas. A diferença não comprometeu a estrutura geral nem a funcionalidade principal do dispositivo. O quadro continuou rígido e sem deformações graves.
Comparação com geração anterior destaca mudanças
O teste revelou desempenho semelhante ao do Galaxy S25 Ultra em termos gerais de sobrevivência. A troca de material no quadro não gerou perdas drásticas de resistência. No entanto, o redesign do módulo de câmeras ampliou a exposição das lentes individuais.
A proteção ao redor das lentes ficou mais fina neste ano. Isso facilitou a quebra em ângulos específicos de impacto. Apesar disso, o aparelho manteve todas as funções essenciais intactas após o ciclo completo de quedas.
Recomendações para proteção adicional
Usuários que priorizam durabilidade extrema podem optar por capas que cubram o módulo de câmeras. Protetores de lente específicos também ajudam a mitigar riscos em quedas acidentais. Essas medidas complementam as proteções nativas do dispositivo.
O teste reforça que o Galaxy S26 Ultra lida bem com acidentes cotidianos na maioria dos cenários. A câmera representa o componente mais sensível ao impacto direto de costas. Manutenção preventiva nessas áreas pode evitar custos extras com reparos.