Um ex-integrante do Departamento de Defesa dos Estados Unidos afirmou ter acesso a imagens que comprovam a existência de aeronaves de origem não humana. Christopher Mellon, que atuou como deputy assistant secretary of defense for intelligence nas administrações de Bill Clinton e George W. Bush, declarou que visualizou pessoalmente fotos e vídeos capturados por satélites do governo americano. As imagens mostram objetos que, segundo ele, não se assemelham a nenhuma tecnologia desenvolvida por humanos e operam acima da atmosfera terrestre. Mellon destacou que o acervo governamental contém um volume impressionante de registros semelhantes.
As declarações ocorreram em meio ao debate renovado sobre fenômenos aéreos não identificados nos Estados Unidos. Em fevereiro de 2026, o presidente Donald Trump instruiu agências federais a iniciarem o processo de identificação e divulgação de arquivos relacionados a vida extraterrestre, UAPs e óvnis. A ordem veio após comentários do ex-presidente Barack Obama em um podcast, onde ele mencionou a alta probabilidade de existência de vida fora da Terra, mas negou ter visto evidências de contato ou presença na Área 51. Trump reforçou que não possui confirmação pessoal sobre a realidade de alienígenas.
Declarações de Mellon sobre as imagens
Christopher Mellon enfatizou que as aeronaves capturadas nas imagens apresentam características únicas. Ele descreveu os objetos como completamente distintos de qualquer modelo fabricado por nações terrestres. As fotos mostram estruturas que desafiam as leis conhecidas da aerodinâmica e propulsão humana.
O ex-oficial mencionou que os registros incluem vídeos de fenômenos próximos à Terra. Ele citou exemplos anteriores liberados em 2017, como os incidentes Tic Tac, GOFAST e Gimbal, gravados por militares. Mellon afirmou que o governo mantém um arquivo vasto com materiais adicionais.
Contexto do acervo governamental
O governo dos Estados Unidos acumula dados sobre UAPs há décadas. Relatórios oficiais do Pentágono, divulgados em anos anteriores, indicam que a maioria dos avistamentos resulta de identificações errôneas de objetos comuns. Nenhum documento público confirmou até o momento tecnologia extraterrestre.
Mellon questionou a manutenção do sigilo sobre parte desses materiais. Ele argumentou que não existe razão racional para ocultar vídeos e fotos já analisados internamente. O ex-integrante do governo expressou ceticismo quanto à rapidez de qualquer processo de desclassificação.
Reações no cenário político atual
A declaração de Mellon surge após a diretiva presidencial de fevereiro de 2026. Trump determinou ao Departamento de Defesa e outras agências que preparem arquivos para divulgação pública. O tema ganhou atenção após as falas de Obama, que geraram especulações em redes sociais e mídia.
Especialistas em inteligência acompanham o caso com cautela. Relatórios anteriores do governo negam evidências concretas de origem não humana. A burocracia envolvida tende a atrasar liberações de informações classificadas.
Histórico de liberações parciais
Em 2017, vídeos de UAPs foram divulgados oficialmente após pressão pública. Esses registros mostraram objetos com manobras impossíveis para aeronaves conhecidas. O Pentágono confirmou a autenticidade das gravações, mas não atribuiu origem extraterrestre.
Mellon participou de esforços para maior transparência no passado. Ele contribuiu para a liberação inicial desses materiais. O debate sobre UAPs continua sem consenso científico ou oficial sobre inteligência não humana.
Posição oficial do governo
O Departamento de Defesa mantém que não encontrou provas de vida extraterrestre. Investigações recentes classificam a maioria dos fenômenos como drones, balões ou erros de sensor. Nenhum relatório validou claims de craft recuperados ou biologics não humanos.
Mellon não afirmou que as imagens provam contato alienígena. Ele limitou-se a dizer que os objetos não são de fabricação humana conhecida. O foco permanece na necessidade de análise aberta desses registros.