Jacob Elordi, integrante do elenco original de Euphoria, comentou pela primeira vez sobre o desfecho de seu personagem Nate após o episódio exibido no domingo, 24 de maio. O ator descreveu a morte onscreen como uma conclusão adequada para o trajeto do personagem. “Aquilo foi uma forma legal de partir. Nate era alguém que cometeu tantos erros e fez tantas escolhas obscuras”, explicou Elordi em segmento veiculado após o episódio. “É bacana ver tudo chegar ao ponto em que chegou.”
Experiência em cena fechado no caixão
A sequência que encerrou o personagem exigiu um trabalho físico intenso do ator. Elordi descreveu as condições de gravação dentro de um caixão, onde os espaços eram extremamente apertados. Os ombros dele tocavam nas laterais e seus braços não conseguiam se mover. A equipe de produção vedava a tampa com o ator dentro, criando um ambiente de escuridão total. Apesar das limitações, Elordi afirmou que a experiência foi pacífica e reconfortante.
A equipe de efeitos especiais manteve rigorosa atenção com a segurança do ator:
- Garantiram suprimento constante de oxigênio durante as gravações
- Elogiaram Elordi por aceitar passar “tempo mínimo” trancado no caixão
- Utilizaram técnicas de segurança avançadas para proteger o intérprete
- Monitoraram sinais vitais continuamente durante cada take
- Coordenaram com médicos on-set para emergências
Cobras reais e falsas na produção
Um detalhe que surpreendeu fãs foi a decisão do criador Sam Levinson de incluir répteis autênticos na cena final. Uma cascavel e uma jiboia foram colocadas fisicamente na gravação junto ao ator. Os sons das cobras, em particular, causavam alarme genuíno quando Elordi estava confinado dentro da caixa. “As cobras estavam chocalho, o que era bem alarmante quando você está preso numa caixa”, comentou Elordi.
A equipe de produção utilizou uma estratégia criativa para intensificar os efeitos visuais. Uma jiboia real foi inserida na cena com um chocalho falso acoplado à cauda. Elordi descreveu o réptil como dócil e afetuoso, comportando-se de forma inesperadamente calma durante as gravações. A jiboia frequentemente se aproximava do ator e permanecia junto a ele, criando momentos de conexão inesperada.
Comportamento e desafios durante filmagem com os répteis
O ator revelou que a jiboia se mostrava sonolenta durante o processo de gravação. Elordi precisava estimular o animal para que ele se movimentasse e seguisse os comandos de movimento exigidos pelas cenas. Essa interação criou momentos inusitados entre o intérprete e o réptil, quebrando a tensão do ambiente de filmagem intenso. Apesar dos desafios técnicos e logísticos, Elordi completou as gravações com profissionalismo e segurança mantida como prioridade máxima da produção.