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Caroline Kennedy e marido, Ed, reassumem papel de ‘novos pais’ para os filhos de Tatiana ao se mudarem para a casa do genro

Caroline Kennedy - Instagram
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O irmão mais novo de Tatiana Schlossberg, Jack Schlossberg, compartilhou que seus pais, Caroline Kennedy e Ed Schlossberg, vivem atualmente com os netos, assumindo a responsabilidade diária pelo cuidado deles na residência do genro.

Paralelamente, uma nova obra literária mergulha nas profundas conexões que entrelaçam as históricas dinastias Windsor e Kennedy. Este livro promete revelar detalhes e nuances desses laços surpreendentes.

    Pontos importantes a saber sobre os laços entre Windsor e Kennedy:

  • Um membro da família real britânica dedicou tempo para oferecer consolo ao jovem JFK Jr. após a cerimônia fúnebre do presidente John F. Kennedy.
  • A revista PEOPLE, em sua edição de capa desta semana, explora minuciosamente as estreitas relações entre as famílias Windsor e Kennedy.
  • Jacqueline Kennedy e a Rainha Elizabeth II demonstraram resiliência em papéis públicos similares, enquanto a Princesa Diana e Carolyn Bessette Kennedy enfrentaram grandes desafios sob intensa atenção midiática.

Após o funeral do presidente John F. Kennedy, sua viúva, Jacqueline Kennedy, presenciou uma cena inusitada na Casa Branca: o Príncipe Philip estava no chão, brincando com seu filho, John F. Kennedy Jr.

JFK Jr. completava três anos em 25 de novembro de 1963, data que coincidia com o sepultamento de seu pai, apenas três dias depois do assassinato do presidente, então com 46 anos. Em busca de um breve alívio da dor pública que envolvia sua família, Jackie, aos 34 anos, refugiou-se nos aposentos reais da Casa Branca e lá encontrou o membro da realeza britânica divertindo seu filho pequeno.

A autora Caroline Hallemann, em entrevista exclusiva à revista PEOPLE na matéria de capa desta semana, relata: “Ali estava um menino que acabara de perder o pai e talvez nem tivesse plena consciência do ocorrido, e o Príncipe Philip, que também enfrentou suas próprias tragédias na infância, agiu como um pai faria, decidindo: ‘Vou apenas confortar esta criança'”.

“Toda a formalidade — seja real ou política — desapareceu, dando lugar a um momento de genuína conexão humana entre essas duas famílias”, complementa a autora de “The Kennedys & the Windsors”, que já está disponível.

O novo livro detalha as inesperadas confluências entre a mais célebre dinastia política americana e a família real britânica, evidenciando paralelos indiscutíveis em suas trajetórias.

Se a gentileza demonstrada por Philip ao jovem JFK Jr. serviu como um primeiro indicativo dos laços entre as famílias, foram Jackie e a Rainha Elizabeth que, eventualmente, os consolidaram. No início da década de 1960, uma era a jovem primeira-dama que ajudava a inaugurar uma nova fase de otimismo nos Estados Unidos, enquanto a outra era uma jovem monarca carregando o peso de uma instituição milenar.

Hallemann pontua que “elas desfrutavam de grande proximidade com o poder e exerciam uma diplomacia discreta, mas não possuíam poder político de fato”. Contudo, ambas exerceram uma influência considerável, conciliando a maternidade com as obrigações públicas e tornando-se símbolos perenes de suas respectivas nações.

Quando Jackie Kennedy chegou ao Palácio de Buckingham para seu primeiro encontro com a Rainha em junho de 1961, durante a presidência de seu marido, ela já nutria um fascínio antigo pela realeza. Anos antes, como jornalista iniciante, chegou a participar de uma recepção para a imprensa em Washington, onde a então Princesa Elizabeth também estava presente.

A relação que se desenvolveu entre elas foi marcada por respeito e compreensão recíprocos, com Jackie percebendo na Rainha alguém que entendia as pressões singulares da vida pública e todas as suas implicações.

Em um diálogo marcante, a monarca ofereceu conselhos que ecoariam ao longo da vida de ambas as mulheres, instruindo Jackie a “distribuir sua energia e cuidar de si mesma quando estivesse sob os holofotes públicos”, conforme relata Hallemann.

Décadas mais tarde, outro par de mulheres, também ligadas às famílias Windsor e Kennedy, se veria imerso na mesma intensidade de atenção pública.

Enquanto Jacqueline e a Rainha aprenderam a gerenciar a exposição midiática, suas noras, a Princesa Diana e Carolyn Bessette Kennedy, enfrentaram dificuldades significativas com o impacto dessa visibilidade em seus respectivos relacionamentos com o futuro Rei Charles e JFK Jr.

“Foi um desafio se integrar a essas famílias”, comenta Hallemann sobre a enorme pressão. “Havia regras e expectativas tanto internas da família quanto impostas pelo mundo exterior.”

A Princesa de Gales sempre admirou profundamente a maneira como Jackie equilibrava as exigências da vida pública com as responsabilidades maternas. Hallemann afirma que Diana via a ex-primeira-dama como “um verdadeiro exemplo a seguir” pela forma como lidava com a fama enquanto criava seus filhos. Essa admiração pode ter sido um fator na decisão de Diana de se encontrar com John em 1995, após ele convidá-la para a capa de sua revista George, embora esse convite nunca tenha se concretizado.

Apesar dos percalços com a imprensa, Diana conseguiu, por fim, direcionar a atenção incessante da mídia para apoiar as causas que considerava importantes, enquanto Carolyn lutava para retomar o controle de sua própria narrativa.

“Ela ficou completamente sobrecarregada e nunca encontrou uma forma de lidar com isso”, descreve Hallemann.

No entanto, Diana e Carolyn transcenderam o papel de meras esposas de figuras públicas, tornando-se ícones de estilo e ideal cultural de sua geração, tanto antes quanto depois de suas inesperadas mortes no final dos anos 1990.

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