Eton College impõe a Príncipe George desafio inédito na realeza britânica
O Príncipe George começou a vivenciar no tradicional internato Eton College uma barreira com a qual o Príncipe William não precisou lidar na sua época de estudante, segundo apontou Kinsey Schofield em 18 de setembro de 2026 ao avaliar a rotina da monarquia britânica.
O Príncipe William residiu em Eton entre 1995 e 2000. O primogênito dele, George, que tem 13 anos, iniciou as atividades na instituição de ensino em 8 de setembro de 2026. A previsão estabelece a permanência do jovem no colégio até atingir os 18 anos.
Fundado no ano de 1440 pelo Rei Henrique VI, o local funciona como um internato voltado exclusivamente para garotos e reúne capacidade para receber cerca de 250 jovens em suas dependências históricas. O Príncipe Harry também cursou a mesma instituição britânica.
A rotina de George atrai constante observação pública por se tratar do segundo na linha de sucessão do Reino Unido, colocado atrás do pai e adiante da Princesa Charlotte, de 11 anos, e do Príncipe Louis, de 8 anos.
Kinsey Schofield relatou que o estabelecimento eliminou práticas antigas como o trote aplicado por veteranos sobre novatos. A instituição segue conservadora.
A principal divergência de realidade enfrentada por George em relação aos anos escolares do pai decorre da ascensão das plataformas digitais.
Kinsey Schofield afirmou que “William e Harry estudaram antes que as redes sociais transformassem a adolescência” ao ponderar que o jovem sucessor não terá essa mesma tranquilidade durante sua formação acadêmica no Reino Unido. “George não terá esse privilégio.”
A direção do colégio adota normas severas para impedir o porte de celulares, mantendo foco direto no resguardo dos jovens: “Trata-se de proteger sua privacidade em uma época em que algo pode viralizar em questão de segundos.”
