Imagens do aguardado Xbox portátil, desenvolvido em parceria com a Asus, surgiram na internet, revelando detalhes que agitam o mercado de jogos. O dispositivo, identificado como ROG Ally 2, promete integrar funcionalidades do Xbox, como acesso direto ao GamePass, por meio de um botão dedicado. A descoberta ocorreu de forma inesperada, com listagens encontradas em órgãos regulatórios da Indonésia e imagens localizadas no site da FCC, agência americana equivalente à Anatel.
O portátil aparece em duas versões distintas, uma com acabamento preto e cinza e outra branca, cada uma com características específicas. A edição preta, apelidada de “Xbox Edition”, destaca-se pelo botão com o logotipo do Xbox, sugerindo uma integração profunda com o ecossistema da Microsoft. Já a versão branca, sem esse botão, parece voltada para um público mais amplo.
- Design renovado: Grips laterais mais ergonômicos para maior conforto.
- Tela de 7 polegadas: Painel LCD com taxa de atualização de 120Hz.
- Duas variantes: Edição Xbox (preta) e modelo padrão (branco).
Detalhes do vazamento
O caminho até as informações foi peculiar. Listagens iniciais do ROG Ally 2 apareceram em órgãos regulatórios da Indonésia, levantando suspeitas sobre um novo dispositivo da Asus. Posteriormente, imagens detalhadas foram encontradas no banco de dados da FCC, ao pesquisar componentes de Wi-Fi do portátil. As fotografias mostram um design refinado, com bordas mais suaves e um formato que lembra controles de videogame, diferindo do ROG Ally original. A edição Xbox, em particular, exibe um botão destacado com o logotipo da Microsoft, sugerindo funcionalidades exclusivas, como acesso rápido ao GamePass ou ao Xbox Cloud Gaming.
Embora as imagens não revelem todos os aspectos técnicos, elas confirmam que o dispositivo mantém a essência de um PC portátil para jogos, com sistema operacional baseado em Windows. A presença de um botão dedicado ao Xbox indica uma personalização voltada para o ecossistema da Microsoft, o que pode atrair jogadores que buscam uma experiência integrada.
Especificações técnicas reveladas
As especificações do ROG Ally 2 trazem avanços significativos em relação ao modelo anterior. A edição Xbox, equipada com o processador AMD Ryzen Z2 Extreme, possui 8 núcleos e consumo configurável entre 15W e 36W. Esse chip, aliado a 64 GB de RAM LPDDR5X a 8.533 MT/s, promete desempenho robusto para jogos AAA e multitarefa. O armazenamento utiliza SSD no formato M.2 2280, facilitando upgrades.
A versão branca, por outro lado, é menos potente, com o chip AMD Aerith Plus, uma evolução do processador usado no Steam Deck. Com 4 núcleos e consumo de até 20W, essa variante foca em eficiência energética, mantendo 16 GB de RAM. Ambas as versões contam com uma tela IPS LCD de 7 polegadas, resolução Full HD e taxa de atualização de 120Hz, garantindo fluidez visual.
- Processador Xbox Edition: AMD Ryzen Z2 Extreme, 8 núcleos, até 36W.
- Processador modelo branco: AMD Aerith Plus, 4 núcleos, até 20W.
- Tela: 7 polegadas, Full HD, 120Hz.
- Armazenamento: SSD M.2 2280, expansível.
- Conectividade: Wi-Fi 6E e Bluetooth.
A edição Xbox suporta carregamento rápido de 100W, enquanto a branca opera com 65W, refletindo diferenças de desempenho e público-alvo. Essas especificações posicionam o ROG Ally 2 como um concorrente direto de dispositivos como o Steam Deck e o Lenovo Legion Go.
Design e ergonomia em foco
O design do ROG Ally 2 foi reformulado para priorizar conforto e praticidade. As imagens vazadas mostram grips laterais mais pronunciados, que melhoram a pegada durante longas sessões de jogo. As bordas da tela, embora ainda generosas, foram ajustadas para um visual mais moderno. Os botões e joysticks mantêm o layout do modelo original, mas a adição de uma tecla extra à esquerda, com o logotipo do Xbox na versão preta, sugere funcionalidades específicas.
Na versão branca, essa tecla aparece coberta por uma fita nas imagens da FCC, indicando que pode ser personalizável ou reservada para outros recursos. A estrutura geral do portátil é mais arredondada, abandonando o visual angular do ROG Ally original. Esse redesign pode torná-lo mais atraente para jogadores que buscam ergonomia sem sacrificar portabilidade.
Integração com o ecossistema Xbox
A presença de um botão dedicado ao Xbox na edição preta aponta para uma integração profunda com os serviços da Microsoft. O dispositivo deve oferecer acesso rápido ao GamePass, permitindo que os usuários joguem títulos da biblioteca diretamente na nuvem ou localmente. A compatibilidade com o Xbox Cloud Gaming também é esperada, ampliando as opções para jogadores que preferem streaming.
O sistema operacional, provavelmente Windows 11, facilita a execução de jogos de múltiplas plataformas, como Steam, Epic Games Store e Microsoft Store. Diferentemente de consoles tradicionais, o ROG Ally 2 funciona como um PC portátil, o que garante flexibilidade, mas pode exigir ajustes para otimizar a experiência em uma tela menor. A Microsoft já sinalizou interesse em personalizar o Windows para dispositivos portáteis, e o ROG Ally 2 pode ser um teste dessa iniciativa.
ROG Ally 2 leaks: new design, larger screen and Xbox version videocardz.com/newz/asus-ro…
[image or embed]— Wario64 (@wario64.bsky.social) 7 de maio de 2025 às 04:19
Eventos de lançamento aguardados
O anúncio oficial do ROG Ally 2 é aguardado com expectativa para os próximos eventos de tecnologia. A Asus tem histórico de revelar novos produtos durante a Computex, marcada para 19 a 23 de maio de 2025, em Taipei. A conferência é uma vitrine tradicional para inovações em hardware, e a Asus pode aproveitar o evento para detalhar especificações, preços e datas de lançamento.
A Microsoft, por sua vez, realizará seu showcase anual em 8 de junho de 2025, um momento estratégico para apresentar a edição Xbox do portátil. O evento pode incluir demonstrações de jogos otimizados para o dispositivo, além de detalhes sobre a integração com o GamePass. A proximidade entre os dois eventos sugere que o ROG Ally 2 terá uma campanha de lançamento coordenada entre as duas empresas.
- Computex 2025: 19 a 23 de maio, em Taipei.
- Microsoft Showcase: 8 de junho de 2025.
- Possível anúncio: Especificações completas e preços.
Diferenças entre as versões
As duas variantes do ROG Ally 2 atendem a públicos distintos. A edição Xbox, com seu processador Ryzen Z2 Extreme e 64 GB de RAM, é voltada para jogadores que buscam desempenho máximo. Essa configuração suporta jogos exigentes, como Cyberpunk 2077 ou Starfield, com gráficos ajustados para a tela de 7 polegadas. O carregamento de 100W garante recargas rápidas, ideal para uso prolongado.
A versão branca, com o chip Aerith Plus e 16 GB de RAM, é mais acessível, focando em jogos menos intensivos e eficiência energética. Seu carregamento de 65W reflete um consumo menor, mas ainda oferece desempenho sólido para títulos indie ou jogos otimizados para portáteis. A ausência do botão Xbox sugere que essa variante é um sucessor direto do ROG Ally original, sem a personalização da Microsoft.
Comparação com o mercado
O ROG Ally 2 entra em um mercado competitivo, dominado por dispositivos como o Steam Deck e o Lenovo Legion Go. O Steam Deck, com seu sistema operacional SteamOS, oferece uma experiência mais próxima de um console, mas é limitado pela compatibilidade com jogos fora do Steam. O ROG Ally 2, com Windows 11, garante maior flexibilidade, mas pode enfrentar desafios de otimização, como interfaces não adaptadas para telas pequenas.
O Lenovo Legion Go, outro concorrente, aposta em uma tela maior de 8,8 polegadas, mas seu peso e consumo de bateria são desvantagens. O ROG Ally 2, com design mais leve e ergonômico, pode se destacar pela portabilidade. A integração com o GamePass dá à edição Xbox uma vantagem única, especialmente para assinantes do serviço.
- Steam Deck: SteamOS, tela de 7 polegadas, foco em jogos Steam.
- Lenovo Legion Go: Windows 11, tela de 8,8 polegadas, maior peso.
- ROG Ally 2: Windows 11, botão Xbox, grips ergonômicos.
Expectativas dos jogadores
A comunidade gamer reagiu com entusiasmo às imagens vazadas, mas também com perguntas sobre preço e disponibilidade. O ROG Ally original foi criticado por seu custo elevado no Brasil, onde chegou por R$ 6.999 em 2023. A nova geração, com especificações mais avançadas, pode superar esse valor, especialmente na edição Xbox. Promoções, como os três meses gratuitos de GamePass Ultimate oferecidos com o ROG Ally X, podem ser repetidas para atrair compradores.
Fóruns e redes sociais destacam a curiosidade sobre a integração do botão Xbox. Jogadores especulam que ele pode abrir um menu personalizado, semelhante ao dashboard do Xbox Series X/S, facilitando o acesso a jogos e configurações. A possibilidade de rodar jogos de PC e Xbox em um único dispositivo é um diferencial que pode conquistar o público.
Rumores de um Xbox portátil independente
Embora o ROG Ally 2 seja uma parceria com a Asus, rumores persistem sobre um Xbox portátil totalmente desenvolvido pela Microsoft. Esse dispositivo, ainda sem confirmação, seria um console dedicado, com hardware e sistema operacional próprios, diferente do modelo baseado em PC do ROG Ally 2. A Microsoft já expressou interesse em explorar o mercado de portáteis, mas detalhes permanecem escassos.
O ROG Ally 2, por enquanto, representa o primeiro passo da Microsoft nesse segmento, aproveitando a expertise da Asus em hardware. A edição Xbox pode servir como um teste para avaliar a recepção do público antes de um projeto mais ambicioso. A combinação de um botão dedicado e serviços como o GamePass sugere que a Microsoft está comprometida em expandir sua presença no mercado de jogos portáteis.
Preparação para o mercado brasileiro
No Brasil, a certificação do ROG Ally X pela Anatel em 2024 indica que a Asus está atenta ao mercado local. O ROG Ally 2 também deve passar por esse processo, garantindo conformidade com normas de telecomunicações. O lançamento pode coincidir com eventos como a Brasil Game Show (BGS) 2025, marcada para outubro, seguindo a estratégia usada por concorrentes como a Lenovo.
O preço Ascensão do preço
O aumento nos preços dos combustíveis, anunciado na semana passada, reflete a pressão de custos enfrentada pelas distribuidoras. A Petrobras, responsável pela maior parte do fornecimento, elevou os valores de venda às refinarias, impactando diretamente o consumidor final. Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que o preço médio da gasolina subiu 4,2% em relação ao mês anterior, enquanto o diesel teve alta de 3,8%.
Os reajustes frequentes têm gerado reações entre motoristas e transportadoras. Em algumas regiões, o litro da gasolina já ultrapassa R$ 8,50, enquanto o diesel se aproxima de R$ 7,00. Caminhoneiros relatam dificuldades para manter a operação, com margens de lucro cada vez mais apertadas.
Reajustes pressionam consumidores
Os aumentos refletem a variação do preço do petróleo no mercado internacional, que atingiu o maior patamar em sete anos. A cotação do barril Brent, referência global, superou os US$ 85, impulsionada pela recuperação da demanda pós-pandemia. A desvalorização do real frente ao dólar também encarece os combustíveis importados, que representam cerca de 20% do consumo nacional.
Além disso, os impostos estaduais (ICMS) amplificam o impacto nas bombas. Em São Paulo, por exemplo, a alíquota do ICMS sobre a gasolina é de 25%, uma das mais altas do país. Outros estados, como Rio de Janeiro e Minas Gerais, também aplicam percentuais elevados, contribuindo para a disparidade de preços entre regiões.
Reações do setor de transportes
Caminhoneiros e empresas de logística têm se manifestado contra os reajustes. A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) organiza protestos em rodovias, cobrando medidas do governo para conter os preços. Entre as demandas, estão a redução de impostos federais, como PIS/Cofins, e a criação de um fundo estabilizador para amortecer as oscilações do mercado.
- Custo do frete: Transportadoras relatam aumento de até 15% nos preços dos serviços.
- Impacto na inflação: Combustíveis mais caros elevam preços de alimentos e bens de consumo.
- Alternativas: Empresas avaliam investir em veículos elétricos ou a gás natural.
O setor alerta que, sem intervenção, os custos podem comprometer a viabilidade de pequenas transportadoras, que representam 60% da frota nacional.
Medidas do governo em análise
Autoridades discutem ações para mitigar os reajustes. O Ministério de Minas e Energia avalia a redução temporária de tributos federais, mas a proposta enfrenta resistência no Ministério da Economia, que teme perda de arrecadação. Outra possibilidade é o aumento da mistura de etanol na gasolina, hoje em 27%, para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
A Petrobras, por sua vez, mantém a política de paridade internacional, alinhando os preços internos às cotações globais. A estatal argumenta que a medida garante a sustentabilidade financeira, mas críticos apontam que ela penaliza o consumidor em momentos de alta no mercado externo.
Disparidades regionais nos preços
Os valores dos combustíveis variam significativamente entre estados e municípios. No Acre, o litro da gasolina chega a R$ 9,20, enquanto em São Paulo, o preço médio é de R$ 8,10. O diesel segue padrão semelhante, com máximas de R$ 7,50 no Norte e mínimas de R$ 6,80 no Sudeste.
Essa diferença reflete fatores como logística, distância dos centros de refino e tributação local. Regiões mais isoladas, como o Amazonas, enfrentam fretes elevados para o transporte de combustíveis, o que encarece o produto final.
- Acre: Gasolina a R$ 9,20, diesel a R$ 7,50.
- São Paulo: Gasolina a R$ 8,10, diesel a R$ 6,80.
- Rio de Janeiro: Gasolina a R$ 8,30, diesel a R$ 7,00.
Alternativas para os consumidores
Diante dos preços elevados, motoristas buscam formas de reduzir o consumo. Aplicativos de carona compartilhada, como Uber e 99, registram alta de 12% na demanda, segundo dados do setor. O uso de bicicletas e patinetes elétricos também cresce em grandes cidades, especialmente para trajetos curtos.
Empresas de transporte coletivo, como viações de ônibus, avaliam repassar os custos às tarifas, o que pode encarecer passagens urbanas e intermunicipais. Em São Paulo, o preço médio do bilhete de ônibus subiu 5% nos últimos seis meses, pressionado pelos combustíveis.
Investimentos em energias renováveis
O setor energético busca alternativas para reduzir a dependência de combustíveis fósseis. O etanol, produzido a partir da cana-de-açúcar, é uma opção viável no Brasil, que detém 30% da produção global. No entanto, a safra 2023/2024 foi impactada por chuvas irregulares, limitando a oferta e elevando os preços do biocombustível.
Veículos elétricos também ganham espaço, com vendas crescendo 20% em 2023, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Modelos como o BYD Dolphin e o Nissan Leaf atraem consumidores urbanos, mas a infraestrutura de recarga ainda é limitada, com apenas 3.500 pontos de carregamento no país.
- Etanol: Preço médio de R$ 5,80 por litro, alta de 6% em 2023.
- Veículos elétricos: 45 mil unidades vendidas até outubro de 2023.
- Pontos de recarga: 3.500 estações, concentradas no Sudeste.
Pressão sobre a economia
Os combustíveis mais caros impactam diversos setores. A indústria de alimentos, que depende de transporte rodoviário, enfrenta aumento nos custos de logística. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que 70% das empresas do setor registraram alta de 10% nos gastos com frete.
No varejo, produtos como hortaliças e carnes acumulam reajustes de 8% nos últimos três meses, segundo o IBGE. A inflação de bens de consumo pressiona o orçamento das famílias, especialmente nas classes C e D, que destinam até 30% da renda para alimentação.
Perspectivas para o mercado internacional
A volatilidade do petróleo deve persistir em 2024, segundo analistas. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) mantém cortes na produção, enquanto a demanda global cresce com a retomada econômica. Conflitos geopolíticos, como a guerra na Ucrânia, também influenciam as cotações, mantendo o barril Brent acima de US$ 80.
O Brasil, que produz 3,2 milhões de barris por dia, exporta parte de sua produção para mercados como China e Índia. A receita com exportações cresceu 15% em 2023, mas o mercado interno depende de importações para suprir a demanda, o que amplifica os efeitos da desvalorização do real.
Iniciativas de curto prazo
Governos estaduais avaliam medidas para aliviar os preços. No Paraná, uma proposta reduz o ICMS da gasolina de 29% para 27%, mas a implementação depende de aprovação legislativa. Em âmbito federal, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) discute a unificação das alíquotas de ICMS, o que poderia reduzir disparidades regionais.
A Petrobras planeja investir R$ 10 bilhões em 2024 para ampliar a capacidade de refino, reduzindo a dependência de importações. A Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, deve atingir 100% de operação até 2025, processando 230 mil barris por dia.
Demanda por transporte alternativo
O aumento dos combustíveis impulsiona o transporte público e soluções de mobilidade. Em cidades como Recife e Belo Horizonte, a frota de ônibus elétricos cresceu 25% em 2023. Projetos de ciclovias também avançam, com São Paulo planejando 200 km de novas pistas até 2025.
Empresas de tecnologia, como a Tembici, registram alta de 30% no aluguel de bicicletas compartilhadas. O modelo atrai jovens e trabalhadores que buscam alternativas econômicas para trajetos diários.
- Ônibus elétricos: 1.200 unidades em operação no Brasil.
- Ciclovias: 5.000 km em todo o país, 40% em capitais.
- Bicicletas compartilhadas: 50 mil unidades disponíveis

