Doom: The Dark Ages revoluciona com ação medieval e 22 missões épicas

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DOOM - Foto: reprodução

A franquia Doom, sinônimo de ação frenética e violência estilizada, ganhou um novo capítulo que transporta os jogadores para um universo medieval visceral. Lançado em 15 de maio de 2025, Doom: The Dark Ages mergulha o Doom Slayer em cenários brutais, com armas reimaginadas e uma abordagem que combina tradição com inovação. Desenvolvido pela id Software e publicado pela Bethesda, o jogo já figura entre os lançamentos mais comentados do ano. A crítica especializada aponta para uma experiência que, embora divida opiniões, mantém a essência da série.

Com um total de 22 missões, quase o dobro de seus antecessores, o título promete horas de imersão. A ambientação medieval, repleta de castelos em ruínas e hordas demoníacas, redefine a narrativa visual da saga. Além disso, a introdução de um escudo mecânico para o Slayer adiciona camadas estratégicas ao combate, algo que os fãs aguardavam com curiosidade.

O jogo também se destaca por sua performance técnica. Disponível para Xbox, PlayStation 5 e PC, Doom: The Dark Ages recebeu elogios pela fluidez e qualidade gráfica, especialmente no uso do controle DualSense do PS5. No entanto, alguns críticos apontam que a ambição do projeto pode ter diluído certos aspectos da fórmula clássica.

Principais destaques do lançamento:

  • Campanha extensa: 22 missões garantem a maior duração da franquia.
  • Inovação no combate: Escudo mecânico e novas armas, como a serra craneana, renovam a jogabilidade.
  • Visual impactante: Cenários medievais detalhados elevam o padrão gráfico.
  • Pontuação sólida: Média de 87 no Metacritic para a versão Xbox.

Origem de um marco medieval

Doom: The Dark Ages foi anunciado durante o Xbox Games Showcase de 2024, gerando expectativa imediata entre os fãs. O trailer inicial, com menos de dois minutos, revelou um Slayer em um contexto nunca antes explorado: um mundo medieval sombrio, com dragões mecânicos e armas forjadas em metal bruto. A id Software prometeu que este seria o melhor Doom da história, uma afirmação ousada que o estúdio buscou sustentar com uma campanha robusta e mecânicas refinadas.

A escolha por um cenário medieval não foi aleatória. Inspirado por elementos de fantasia sombria, o jogo reflete influências de obras como Berserk e jogos como Dark Souls, mas sem abandonar a velocidade característica da série. A narrativa, embora simples, foca na jornada do Slayer contra forças demoníacas em um passado fictício, com cutscenes que reforçam a imersão.

Mecânicas que redefinem o combate

A jogabilidade de Doom: The Dark Ages mantém a essência da série: tiroteios intensos, movimentação ágil e execuções brutais. Contudo, a introdução do escudo mecânico trouxe uma nova dinâmica. Ele permite ao jogador se defender de ataques inimigos e realizar investidas devastadoras, funcionando como uma ferramenta ofensiva e defensiva.

Outro destaque é a variedade de armas. Além das clássicas espingardas e lança-foguetes, o jogo apresenta a serra craneana, uma arma corpo a corpo que combina precisão com violência. A integração dessas novidades cria um ciclo de combate que exige mais estratégia, especialmente em níveis abertos repletos de segredos.

Principais inovações na jogabilidade:

  • Escudo mecânico para ataques e defesa.
  • Serra craneana como nova arma corpo a corpo.
  • Níveis abertos com exploração ampliada.
  • Sistema de progressão com upgrades para armas e habilidades.

Recepção crítica e notas iniciais

Lançado há poucos dias, Doom: The Dark Ages já acumula avaliações em plataformas como Metacritic e OpenCritic. A versão para Xbox alcançou uma média de 87, enquanto a do PlayStation 5 ficou em 82. Publicações como PlayStation LifeStyle e PSX Brasil deram notas 9, elogiando a campanha e o uso do DualSense. Por outro lado, críticas como a da Digital Trends, que atribuiu nota 7, apontam que o jogo tenta abraçar muitas ideias, o que pode prejudicar a coesão.

A comunidade de jogadores também está dividida. Posts recentes em plataformas como X destacam a fluidez das animações e a abertura dos cenários, mas alguns fãs sentem que a narrativa mais presente afasta o jogo da simplicidade de seus antecessores. Mesmo assim, a id Software parece ter acertado ao entregar um título que respeita a história da franquia enquanto ousa experimentar.

Cenários que impressionam

Os ambientes de Doom: The Dark Ages são um dos pontos altos do jogo. Castelos góticos, pântanos envenenados e fortalezas demoníacas criam uma atmosfera opressiva que contrasta com a ação frenética. Cada nível foi projetado para incentivar a exploração, com segredos escondidos que recompensam jogadores atentos.

A direção de arte combina elementos medievais com tecnologia futurista, como dragões mecânicos e armas steampunk. Essa fusão cria um visual único, que foi comparado a uma pintura de Hieronymus Bosch com toques de ficção científica. A trilha sonora, composta por Mick Gordon, mantém o ritmo intenso com batidas pesadas e riffs de guitarra que acompanham cada confronto.

Performance técnica em destaque

A performance de Doom: The Dark Ages foi amplamente elogiada. No PlayStation 5, o jogo utiliza os recursos do DualSense, como gatilhos adaptáveis e feedback tátil, para aumentar a imersão. Jogadores relataram que sentir a resistência dos gatilhos ao disparar armas pesadas adiciona uma camada de realismo.

No Xbox Series X e PC, a estabilidade também impressiona. O jogo roda a 60 quadros por segundo com resolução 4K em consoles, enquanto PCs com configurações robustas podem alcançar taxas ainda maiores. Apenas algumas críticas mencionaram quedas ocasionais de desempenho em áreas com muitos inimigos, mas esses casos parecem raros.

Aspectos técnicos notáveis:

  • Suporte a 60 FPS em 4K nos consoles.
  • Uso avançado do DualSense no PS5.
  • Otimização sólida para PC, com opções gráficas variadas.
  • Carregamentos rápidos graças a SSDs.

Uma campanha ambiciosa

Com 22 missões, Doom: The Dark Ages é o jogo mais longo da franquia. Cada missão varia em duração, com algumas levando até 40 minutos para serem completadas, dependendo do estilo de jogo. A campanha alterna entre combates intensos e momentos de exploração, com quebra-cabeças simples que adicionam variedade.

A narrativa, embora não seja o foco principal, ganhou mais espaço neste título. Cutscenes bem dirigidas mostram o Slayer enfrentando líderes demoníacos, com diálogos curtos que evitam interromper o ritmo. A id Software optou por uma abordagem minimalista, mas eficaz, para contar a história de um guerreiro em um mundo à beira do colapso.

Variedade de inimigos

Os inimigos de Doom: The Dark Ages são outro ponto forte. Além dos demônios clássicos, como Imps e Hell Knights, o jogo introduz criaturas inéditas inspiradas no tema medieval. Um exemplo é o “Warlord”, um demônio blindado que exige táticas específicas para ser derrotado.

Cada tipo de inimigo foi desenhado para complementar as novas mecânicas. Por exemplo, o escudo do Slayer é particularmente útil contra hordas de inimigos menores, enquanto armas pesadas são ideais para chefes. A inteligência artificial também foi aprimorada, com inimigos que se adaptam ao posicionamento do jogador.

Novos inimigos apresentados:

  • Warlord: Demônio blindado com ataques corpo a corpo.
  • Plague Drone: Criatura voadora que lança projéteis tóxicos.
  • Iron Fiend: Monstro metálico com resistência a armas convencionais.

Exploração e segredos

A id Software investiu em níveis mais abertos, incentivando a exploração. Cada missão contém áreas escondidas com itens colecionáveis, upgrades de armas e easter eggs que homenageiam jogos anteriores da franquia. Esses segredos são integrados de forma orgânica, sem forçar o jogador a desviar do caminho principal.

Alguns níveis apresentam mecânicas de plataforma, como escaladas e saltos precisos, que adicionam variedade à experiência. Essas seções, embora não sejam tão complexas quanto em jogos de aventura, oferecem um respiro entre os combates intensos.

Integração com plataformas

Doom: The Dark Ages está disponível no Xbox Game Pass desde o lançamento, o que ampliou seu alcance. A integração com o serviço permite que assinantes joguem sem custo adicional, enquanto a versão para PC suporta mods criados pela comunidade, uma tradição da franquia.

No PlayStation 5, o jogo se beneficia de atualizações exclusivas, como suporte a ray tracing em atualizações futuras. A Bethesda também confirmou que conteúdos adicionais, como expansões de história, serão lançados ao longo de 2025 e 2026.

Recepção dos jogadores

A comunidade de jogadores tem compartilhado impressões variadas. Em plataformas como X, muitos elogiam a abertura dos níveis e a sensação de poder proporcionada pelo escudo. Um jogador destacou que a sequência de abertura, com o Slayer enfrentando um dragão mecânico, é uma das mais memoráveis da série.

Por outro lado, alguns fãs de longa data sentem que a ênfase em cutscenes e exploração dilui a pureza dos jogos anteriores. Mesmo assim, a maioria concorda que a id Software entregou um título tecnicamente impressionante e fiel às raízes da franquia.

Eventos promocionais

O lançamento de Doom: The Dark Ages foi acompanhado por eventos em feiras de games. Durante a gamescom latam, a Bethesda apresentou uma demo jogável que destacou o combate e os gráficos. Jornalistas e influenciadores que testaram o jogo elogiaram a fluidez e a variedade de armas, o que ajudou a aumentar o hype.

A campanha de marketing também incluiu trailers cinematográficos e parcerias com marcas de hardware, como placas de vídeo NVIDIA, que oferecem bundles com o jogo. Essas iniciativas reforçam a importância do título no portfólio da Bethesda.

Legado da franquia

Doom: The Dark Ages é o terceiro jogo da era moderna da franquia, iniciada com Doom (2016) e seguida por Doom Eternal. Cada título expandiu a fórmula original, e este novo capítulo leva a série a um território inexplorado. A id Software conseguiu equilibrar inovação com respeito à tradição, mesmo que nem todas as mudanças tenham agradado a todos.

A franquia Doom, lançada originalmente em 1993, revolucionou o gênero de tiro em primeira pessoa. Com The Dark Ages, a série mantém sua relevância, atraindo tanto novos jogadores quanto veteranos. A promessa de atualizações e expansões sugere que o jogo continuará evoluindo nos próximos anos.

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