João Victor perde pênalti e Vasco empata com Operário em 4 a 3 na Copa do Brasil

João Victor Vasco

João Victor Vasco

A tensão toma conta de São Januário na noite de 20 de maio de 2025, onde Vasco e Operário-PR disputam a vaga na próxima fase da Copa do Brasil. Após empate por 1 a 1 no jogo de ida, em 1º de maio, e outro 1 a 1 no tempo normal, com gols de Rayan e Ademilson, a partida segue nos pênaltis, com o placar empatado em 4 a 3 para o Vasco. João Victor, zagueiro vascaíno, perdeu uma cobrança, defendida por Elias, mas Léo Jardim também brilhou ao defender o chute de Neto Paraíba. A torcida, em peso, aguarda o desfecho da disputa.

O jogo, iniciado às 19h, mantém a emoção com lances intensos e goleiros em destaque. A transmissão ao vivo pelo Sportv registra picos de audiência, enquanto as arquibancadas vibram a cada cobrança. O confronto, arbitrado por Savio Pereira Sampaio, segue em aberto.

Principais momentos da partida:

  • 41’ 1T: Rayan rouba a bola de Godói e abre o placar para o Vasco.
  • 47’ 2T: Ademilson cabeceia e empata para o Operário, forçando os pênaltis.
  • 9’ 2T: Lucas Piton chuta no ângulo, mas Elias defende.
  • 37’ 2T: Loide Augusto acerta o ângulo, com nova defesa de Elias.
  • Pênaltis: João Victor perde, mas Léo Jardim defende cobrança de Neto Paraíba.

Primeiro tempo dominado pelo Vasco

O Vasco entrou em campo com a estratégia de Fernando Diniz, priorizando a posse de bola e passes curtos. Desde os primeiros minutos, a equipe pressionou, com Paulo Henrique sendo acionado pela direita. Aos 2 minutos, Nuno Moreira quase abriu o placar, cabeceando após cruzamento de Lucas Piton. A torcida, com cerca de 20 mil presentes, empurrou o time, criando um ambiente vibrante.

Aos 41 minutos, Rayan aproveitou um erro de Godói na saída de bola e marcou o primeiro gol, chutando entre as pernas de Elias. O jovem atacante, em sua segunda temporada como titular, celebrou seu quarto gol pelo clube. O Operário, que resistiu bem à pressão, criou chances no fim, com Joseph e Fransérgio parando em defesas de Léo Jardim aos 48 e 49 minutos.

O primeiro tempo terminou com o Vasco em vantagem, mas o Operário mostrou capacidade de reação. A posse de bola vascaína, de 65%, refletiu o domínio, mas a falta de precisão nas finalizações impediu um placar mais elástico. A equipe paranaense, com apenas 3,3 finalizações por jogo na Copa do Brasil, soube se defender.

Segundo tempo traz equilíbrio

A etapa final começou com o Vasco buscando ampliar. Aos 9 minutos, Lucas Piton chutou no ângulo, mas Elias fez uma defesa espetacular. O Operário, atrás no placar, subiu suas linhas, explorando contra-ataques. Aos 20 minutos, Daniel Amorim cabeceou para fora após lançamento de Fransérgio, enquanto Marcos Paulo, aos 24 minutos, criou perigo em uma jogada pela ponta.

Substituições mudaram o ritmo. No Vasco, Loide Augusto entrou aos 24 minutos, trazendo velocidade, mas também erros que irritaram a torcida. Aos 32 minutos, após duas jogadas equivocadas, Loide ouviu vaias, e Fernando Diniz gesticulou na beira do campo. No Operário, Ademilson, que entrou aos 35 minutos, foi decisivo ao empatar aos 47 minutos, cabeceando após disputa com Piton.

O gol de Ademilson silenciou São Januário e levou o jogo aos pênaltis. O Vasco teve chances de matar a partida, como aos 34 minutos, quando Adson aplicou uma caneta em Índio, mas o passe para Vegetti não encontrou o argentino. A falta de eficiência custou caro, enquanto o Operário mostrou resiliência.

Pênaltis elevam a tensão

A disputa de pênaltis começou com Vegetti convertendo para o Vasco, chutando no meio. Allano respondeu pelo Operário, acertando o canto, apesar de Léo Jardim tocar na bola. Tchê Tchê e Lucas Piton marcaram para o Vasco, enquanto Boschilia colocou o Operário no jogo com um chute no ângulo. A torcida prendeu a respiração quando João Victor, zagueiro vascaíno, bateu fraco, e Elias defendeu.

Léo Jardim, porém, manteve o Vasco vivo ao defender a cobrança de Neto Paraíba. Rodrigo Rodrigues converteu para o Operário, e Mateus Carvalho, com um chute forte, marcou para o Vasco, deixando o placar em 4 a 3. A disputa segue em andamento, com os próximos cobradores prontos para definir o classificado.

Os goleiros, protagonistas no tempo normal, continuam brilhando. Elias, com defesas cruciais durante o jogo, ganhou confiança, enquanto Léo Jardim, após salvar o time no primeiro tempo, agora é a esperança vascaína. A torcida, apesar do erro de João Victor, mantém o apoio, cantando sem parar.

Momentos-chave da partida

O jogo foi marcado por lances decisivos que moldaram o empate e a disputa de pênaltis. Abaixo, os principais momentos:

  • 33’ 1T: Paulo Henrique chuta colocado, mas Elias faz grande defesa.
  • 41’ 1T: Rayan marca após erro de Godói, colocando o Vasco na frente.
  • 47’ 2T: Ademilson empata com uma cabeçada, forçando os pênaltis.
  • Pênaltis – João Victor: Zagueiro bate fraco, e Elias defende.
  • Pênaltis – Neto Paraíba: Léo Jardim defende, mantendo o Vasco na disputa.

Esses lances destacam a intensidade do confronto, com erros e acertos de ambos os lados. A arbitragem, liderada por Savio Pereira Sampaio, evitou polêmicas, exceto por um pedido de pênalti do Vasco aos 44 minutos do primeiro tempo, negado pelo VAR.

Goleiros em destaque

Léo Jardim e Elias foram peças-chave no empate. O goleiro vascaíno brilhou no primeiro tempo, com defesas aos 48 e 49 minutos, evitando gols de Joseph e Fransérgio. No segundo tempo, ele voltou a salvar aos 23 minutos, em uma cabeçada de Neto Paraíba. Na disputa de pênaltis, sua defesa contra Neto Paraíba reacendeu as esperanças do Vasco.

Elias, do Operário, também teve atuação impecável. Aos 9 minutos do segundo tempo, defendeu um chute de Lucas Piton no ângulo. Aos 37 minutos, evitou o gol de Loide Augusto, e, nos pênaltis, parou João Victor, dando vantagem momentânea ao Operário. Ambos os goleiros, com reflexos rápidos, elevaram o nível da partida.

A torcida reconheceu o esforço, aplaudindo Léo Jardim após cada intervenção. Elias, mesmo como visitante, ganhou respeito pela consistência. A disputa de pênaltis coloca ainda mais pressão sobre os dois, que já provaram sua capacidade em momentos críticos.

Substituições alteram o jogo

As substituições impactaram diretamente o confronto. No Vasco, Loide Augusto, que entrou aos 24 minutos, trouxe dinamismo, mas falhou em jogadas cruciais, como aos 32 minutos, quando errou um passe na defesa. Adson, substituto de Rayan aos 28 minutos, criou uma jogada brilhante aos 34 minutos, mas não concluiu. Mateus Carvalho, também aos 23 minutos, reforçou o meio-campo e marcou nos pênaltis.

No Operário, Ademilson, que entrou aos 35 minutos, foi o herói ao empatar aos 47 minutos. Rodrigo Rodrigues e Índio, aos 29 e 28 minutos, aumentaram a presença ofensiva, enquanto Cristiano, aos 35 minutos, deu solidez à lateral. As mudanças do Operário foram mais eficazes, culminando no gol que levou o jogo aos pênaltis.

Fernando Diniz, com sua estratégia de posse, viu o Vasco perder força no segundo tempo. O Operário, com um jogo mais direto sob o comando de Rafael Guanaes, soube aproveitar os espaços. A disputa de pênaltis agora testa a preparação mental de ambos os times.

Torcida cria caldeirão em São Januário

São Januário virou um caldeirão com cerca de 20 mil torcedores. O gol de Rayan, aos 41 minutos do primeiro tempo, levou a arquibancada ao delírio, com cânticos ecoando pelo estádio. A torcida, porém, mostrou impaciência com Loide Augusto, vaiando o jogador após erros aos 32 minutos do segundo tempo. O empate de Ademilson, aos 47 minutos, trouxe silêncio momentâneo, mas os vascaínos voltaram a apoiar na disputa de pênaltis.

Os torcedores do Operário, em menor número, celebraram o gol de Ademilson com entusiasmo. A presença da torcida visitante, concentrada em um setor do estádio, reforçou a confiança do time paranaense. A atmosfera, com bandeiras e gritos, reflete a importância do jogo para ambos os lados.

O Vasco, que vem de uma vitória por 3 a 0 sobre o Fortaleza no Brasileirão, conta com o apoio dos fãs para superar a pressão dos pênaltis. O Operário, com quatro jogos sem derrota, ganha moral com a resiliência mostrada em campo.

Arbitragem sob controle

O trio de arbitragem, formado por Savio Pereira Sampaio, Leila Moreira da Cruz e Daniel Henrique da Silva Andrade, conduziu a partida sem grandes controvérsias. Um lance polêmico ocorreu aos 44 minutos do primeiro tempo, quando Nuno Moreira caiu na área após choque com Oleques. O Vasco pediu pênalti, mas o VAR confirmou a decisão de campo, negando a infração.

Aos 4 minutos do primeiro tempo, o protocolo de concussão foi aplicado após Allano sofrer uma ombrada de Hugo Moura. A pausa foi rápida, e o jogo seguiu sem interrupções. Na disputa de pênaltis, a arbitragem mantém a atenção, garantindo a correta execução das cobranças. Savio Pereira Sampaio tem mostrado firmeza, mesmo com a alta tensão do confronto.

Histórico do confronto

Vasco e Operário se enfrentaram pela primeira vez na Copa do Brasil em 1º de maio de 2025, no jogo de ida, que terminou em 1 a 1 no estádio Germano Krüger. O empate deixou a decisão aberta para São Januário, onde o Vasco busca aproveitar o fator casa. O clube carioca, campeão da competição em 2011, passou por União Rondonópolis e Nova Iguaçu nas fases anteriores.

O Operário, que busca sua primeira grande conquista na Copa do Brasil, eliminou Vila Nova e Criciúma, mostrando competitividade. A equipe paranaense, com três vitórias consecutivas antes do jogo, incluindo um 3 a 0 sobre o Botafogo-SP, chegou ao Rio de Janeiro com moral. A disputa de pênaltis, agora em andamento, reflete o equilíbrio entre os times.

Preparação para as próximas cobranças

A disputa de pênaltis segue com o Vasco à frente por 4 a 3, após as cobranças de Vegetti, Tchê Tchê, Lucas Piton e Mateus Carvalho, com João Victor sendo o único a falhar. Pelo Operário, Allano, Boschilia e Rodrigo Rodrigues converteram, enquanto Neto Paraíba parou em Léo Jardim. Os próximos cobradores, ainda não revelados, estão sob pressão, com a torcida vascaína cantando para intimidar os adversários.

Fernando Diniz e Rafael Guanaes orientaram seus jogadores antes da disputa, escolhendo cobradores com base em treinos e confiança. O Vasco, com jogadores experientes, mantém a confiança, enquanto o Operário, com a moral elevada pelo gol de Ademilson, acredita na classificação. A partida, ainda em andamento, mantém São Januário em suspense.

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