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Mr. Olympia 2025: Ryan Terry fatura US$ 50 mil no Men’s Physique e repete domínio

Ryan Terry
Ryan Terry - Foto: @ryanjterry

Ryan Terry, atleta britânico, venceu a categoria Men’s Physique do Mr. Olympia 2025, realizado no Resorts World Theatre, em Las Vegas, nos Estados Unidos, no sábado (11). O competidor confirmou o favoritismo ao superar Ali Bilal, do Afeganistão, e Brandon Hendrickson, dos Estados Unidos, nas finais disputadas à noite. A vitória marca o terceiro título consecutivo de Terry na divisão, após conquistas em 2023 e 2024.

O evento distribuiu prêmios totais de US$ 2 milhões em 11 categorias, com Terry recebendo US$ 50 mil pelo primeiro lugar. Erin Banks, dos EUA, completou o pódio em quarto, enquanto o brasileiro Edvan Palmeira alcançou o quinto posto e embolsou US$ 6 mil.

Nas fases preliminares, Terry demonstrou superioridade em condicionamento e proporções corporais. Os juízes posicionaram o britânico no centro do palco durante as callouts, sinalizando sua liderança desde o início.

  • Principais destaques das prévias: alto volume muscular equilibrado.
  • Rivais imediatos: Bilal e Hendrickson mantiveram consistência técnica.
  • Participação brasileira: Palmeira avançou com ajustes finos na apresentação.

Preparação intensa define o caminho de Terry

Ryan Terry iniciou os treinos para o Olympia 2025 com foco em manutenção de massa magra. O atleta ajustou a dieta para priorizar proteínas e carboidratos controlados, visando picos de definição muscular. Treinamentos semanais incluíram sessões de hipertrofia e cardio moderado.

A estratégia rendeu frutos nas qualificatórias ao longo do ano. Terry competiu em eventos como o Arnold Classic, onde refinou poses obrigatórias. Essa preparação sistemática permitiu que ele lidasse com o estresse da final sem perda de performance.

Desempenho dos brasileiros nas finais

Edvan Palmeira, de 29 anos, natural da Bahia, posicionou-se entre os finalistas após rodadas iniciais sólidas. O brasileiro exibiu melhorias em simetria e vascularização comparado a edições anteriores. Sua colocação em quinto reflete avanços em competições como o IFBB Sasquatch Pro 2023.

Vitor Chaves, pernambucano de 28 anos, integrou o pelotão intermediário e terminou em décimo. O atleta destacou-se em apresentações de poses livres, mas enfrentou concorrência acirrada de veteranos. Chaves acumula pódios em torneios internacionais, incluindo top 5 no Arnold Classic Europe.

Palmeira e Chaves representam a delegação brasileira de 59 atletas no evento. Outros compatriotas, como Ramon Dino no Classic Physique, elevaram o Brasil a três títulos gerais.

Callouts revelam favoritos desde o início

As callouts das prévias ocorreram às 13h30 no horário local. Juízes chamaram Terry primeiro, seguido por Bilal e Hendrickson. Essa seleção indicou a disputa pelo topo desde as comparações iniciais.

Banks juntou-se ao grupo em rodadas subsequentes. O quarteto principal executou transições suaves entre poses frontais e laterais. A precisão nas avaliações corporais acelerou o processo de ranqueamento.

Rivalidade entre Terry e Bilal ganha novo capítulo

Ali Bilal, vice-campeão em 2024, pressionou Terry com proporções harmoniosas. O afegão venceu o Arnold Classic no ano passado, o que elevou expectativas para o Olympia. Sua performance incluiu poses laterais destacando deltoides definidos.

Brandon Hendrickson, tricampeão anterior, recuperou bronze com foco em equilíbrio estético. O americano ajustou volume muscular para atender critérios da IFBB Pro League. Essa dinâmica entre ex-líderes manteve a categoria competitiva.

Histórico da divisão Men’s Physique no Olympia

A categoria surgiu em 2012 para enfatizar estética atlética sobre massa extrema. Desde então, atraiu 73 competidores na edição de 2025, a maior do lado masculino. Prêmios escalonados incentivam participações globais.

Terry acumula vitórias em qualificatórias europeias. Sua série de três títulos iguala marcas de lendas como Hendrickson. A divisão distribui US$ 50 mil ao vencedor, reforçando seu status no calendário IFBB.

O evento de Las Vegas reuniu atletas de 20 países. Presença de quatro ex-campeões na final elevou o nível técnico geral.

Poses e critérios de julgamento em foco

Os competidores executaram oito poses obrigatórias, incluindo front double biceps. Juízes avaliaram simetria, condicionamento e stage presence. Terry pontuou alto em vascularidade sem excessos.

Bilal destacou-se em side chest, exibindo peito e tríceps alinhados. Hendrickson priorizou pernas equilibradas nas comparações laterais. Esses elementos definiram separações mínimas no top 5.

Palmeira adaptou rotinas para enfatizar ombros largos. Chaves incorporou transições fluidas, influenciadas por treinadores internacionais.

Premiações e impacto econômico do evento

O Mr. Olympia 2025 ofertou US$ 2 milhões em prêmios totais. Na Men’s Physique, o segundo lugar rendeu US$ 20 mil a Bilal. Hendrickson levou US$ 12 mil pelo bronze.

O Resorts World Theatre lotou com 5 mil espectadores. Transmissões online alcançaram milhões via Olympia TV. Patrocinadores como Hi-Tech Pharma impulsionaram visibilidade global.

Avanços técnicos nas apresentações

Tecnologia de iluminação LED realçou definições musculares durante as finais. Áudio aprimorado sincronizou música com rotinas livres. Esses recursos elevaram a produção do evento.

Atletas usaram óleos neutros para uniformizar brilhos cutâneos. Juízes consultaram tablets para pontuações em tempo real. Inovações garantiram transparência nas decisões.

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