Bia Haddad atinge pior ranking desde 2021 na lista da WTA

Bia Haddad

Bia Haddad - Foto: X.com/ SP Open

A tenista Bia Haddad Maia, número 1 do Brasil, caiu para a 60ª posição no ranking da WTA, conforme atualização divulgada nesta segunda-feira (20). A queda, a pior marca da atleta desde outubro de 2021, ocorre após a decisão de encerrar a temporada de 2025 antecipadamente para priorizar a recuperação física e mental. Sem competir desde setembro, ela não defendeu pontos e perdeu posições significativas. A pausa visa preparar a tenista para um retorno competitivo em 2026.

A brasileira, que já esteve no Top 10 em 2023, enfrenta agora um cenário desafiador, especialmente para o Australian Open, em janeiro, onde não será cabeça de chave. A equipe de Haddad foca em sua recuperação total, com treinos intensificados na pré-temporada.

  • Decisão de pausa foi anunciada por Bia em suas redes sociais.
  • Recuperação inclui cuidados físicos e psicológicos.
  • Retorno está previsto para o início da temporada de 2026.

Recuperação como prioridade

Bia Haddad optou por não disputar torneios no final de 2025 para cuidar da saúde. A decisão, segundo a tenista, foi planejada com sua equipe técnica.

A pausa permitirá uma pré-temporada mais longa, com treinos focados em condicionamento físico e mental. A tenista destacou o apoio de sua equipe e patrocinadores durante o período.

Impacto no ranking

A ausência em competições desde setembro resultou na perda de pontos importantes. Em 2023, Bia alcançou o Top 10 após campanhas sólidas em torneios como Roland Garros.

A queda para a 60ª posição reflete a não defesa de pontos conquistados em 2024. Sem status de cabeça de chave, ela pode enfrentar adversárias de alto nível nas rodadas iniciais do Australian Open.

A equipe de Haddad acredita que, com saúde recuperada, ela poderá retomar a escalada no ranking. A tenista já demonstrou resiliência em temporadas anteriores, superando lesões e oscilações.

Planejamento para 2026

A tenista anunciou em suas redes sociais o encerramento precoce da temporada. Em um comunicado, agradeceu à família, equipe e torcedores pelo apoio contínuo.

Bia destacou a importância de descansar corpo e mente para voltar mais forte. A preparação para 2026 inclui ajustes técnicos e físicos, sob orientação do técnico Rafael Paciaroni.

A expectativa é que a brasileira retome o ritmo competitivo em janeiro. Torneios como o Australian Open serão cruciais para avaliar sua recuperação.

A tenista também reforçou seu compromisso com o esporte, afirmando que “o melhor ainda está por vir”. O apoio de patrocinadores será fundamental para a nova fase.

Histórico de superação

Bia Haddad já enfrentou momentos desafiadores na carreira, como lesões em 2021. Sua ascensão ao Top 10 em 2023 foi marcada por vitórias expressivas em torneios importantes.

A tenista paulista é conhecida por sua garra e dedicação. A pausa atual é vista como uma estratégia para evitar desgaste e prolongar a carreira.

Cenário do tênis feminino

O ranking da WTA tem apresentado mudanças constantes, com novas atletas despontando. A ausência de Bia em torneios finais de 2025 abriu espaço para outras tenistas.

A brasileira, no entanto, segue como referência no tênis nacional. Sua trajetória inspira jovens atletas, especialmente no circuito feminino.

O retorno de Bia será acompanhado de perto por torcedores e especialistas. A temporada de 2026 será decisiva para sua consolidação no circuito.

Preparação para o Australian Open

Bia Haddad não será cabeça de chave no primeiro Grand Slam de 2026. Isso aumenta a dificuldade nas rodadas iniciais, mas a tenista já superou cenários semelhantes.

A pré-temporada será focada em ajustes táticos e físicos. A equipe de Haddad planeja amistosos e treinos intensos para recuperar o ritmo competitivo.

O torneio em Melbourne será um teste importante para avaliar sua condição. A tenista já chegou às oitavas de final do Australian Open em edições anteriores.

A torcida brasileira espera que Bia retome o nível que a levou ao Top 10. Sua experiência em grandes torneios será um diferencial na temporada.

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