Copa do Brasil 2026: 126 clubes confirmados e final em jogo único pela primeira vez

Taça da Copa do Brasil

Taça da Copa do Brasil - Rafael Ribeiro/CBF

A Copa do Brasil 2026 marca uma edição histórica com a participação de 126 equipes de todas as regiões do país. Essa ampliação representa um aumento de 34 vagas em comparação à temporada anterior e garante maior representatividade no torneio nacional. A lista final de classificados foi definida após o encerramento dos campeonatos estaduais e competições de acesso em 2025.

O torneio adotará nove fases eliminatórias, com jogos únicos nas etapas iniciais e ida e volta a partir da quinta fase. Os 20 clubes da Série A do Brasileirão estreiam nessa quinta etapa, enfrentando os sobreviventes anteriores. A final será disputada em partida única, em sede ainda a ser confirmada pela CBF.

  • Primeira fase: 28 equipes de menor ranking nacional disputam 14 vagas em jogos únicos.
  • Segunda fase: Os 14 vencedores se juntam a 72 outros clubes.
  • Terceira fase: Entram os campeões da Copa Verde, Série C, Série D e o representante da Copa do Nordeste.
Corinthians Campeão da Copa do Brasil – Rafael Ribeiro/CBF

Novo formato do torneio

A competição inicia em fevereiro de 2026 e se estende até dezembro, encerrando a temporada nacional. As quatro primeiras fases mantêm confrontos em partida única, com vantagem para o visitante em caso de empate em algumas regras específicas. A partir da quinta fase, os duelos passam para o modelo de ida e volta, sem gol qualificado.

Essa estrutura protege os grandes clubes e permite surpresas nas etapas iniciais. O campeão e o vice garantem vagas na Libertadores de 2027, com o título dando acesso direto à fase de grupos. A ampliação reflete ajustes no calendário para incluir mais federações.

Classificados por estado líder

São Paulo conta com o maior número de representantes, totalizando 13 equipes. Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos, Bragantino e Mirassol entram na quinta fase. Ponte Preta inicia na terceira como campeã da Série C.

Outros clubes paulistas como Novorizontino, Guarani, São Bernardo e Portuguesa começam na segunda fase. Velo Clube e Primavera estreiam na primeira etapa, marcando participações inéditas ou retornos.

O Rio de Janeiro registra 10 vagas. Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco aguardam a quinta fase. Times como Volta Redonda, Nova Iguaçu e Portuguesa-RJ entram mais cedo.

Representação regional variada

Minas Gerais e Rio Grande do Sul possuem sete clubes cada. Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio e Internacional estreiam na quinta fase. Equipes como América-MG, Tombense e Juventude começam na segunda.

O Paraná também tem sete representantes, com Athletico e Coritiba na quinta fase. Operário, Maringá e Londrina iniciam na segunda etapa.

  • Bahia e Pará contam com seis equipes cada.
  • Santa Catarina registra seis vagas, incluindo Chapecoense na quinta fase.

Estados como Ceará, Goiás e Pernambuco possuem quatro clubes. Regiões menores, como Acre e Roraima, garantem três vagas cada.

Fases de entrada detalhadas

A primeira fase concentra equipes de menor ranking, como Betim, Guarany de Bagé e Santa Catarina. Os classificados avançam para integrar 72 outros na segunda fase. Na terceira, Paysandu entra como campeão da Copa Verde, enquanto Confiança representa a Copa do Nordeste.

Clubes rebaixados da Série A, como Ceará, Fortaleza e Sport, iniciam na segunda fase. Essa configuração equilibra oportunidades e premia desempenhos recentes.

Muitos times fazem estreias nacionais. Primavera-MT e Porto Vitória-ES participam pela primeira vez. Retornos marcantes incluem Vasco-AC após longo período.

Clubes com estreias históricas

Diversas equipes menores conquistaram vagas via estaduais. Maguary representa Pernambuco na primeira fase. Penedense e IAPE estreiam por Alagoas e Maranhão.

  • No Norte, Trem e Oratório avançam pelo Amapá.
  • Gama retorna ao torneio após anos pelo Distrito Federal.

A distribuição abrange todas as 27 federações. Nenhum estado fica sem participação, reforçando o caráter inclusivo.

O torneio oferece premiações elevadas desde as fases iniciais. Clubes menores recebem cotas significativas por avanços.

Essa edição consolida mudanças no futebol brasileiro. Ela integra mais equipes ao calendário nacional e ajusta cargas para os grandes.

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