Zagueiro do Corinthians obtém CNH categoria D após comprar picape RAM de luxo

Gustavo Henrique

Gustavo Henrique - Foto: Rodrigo Coca / Corinthians

Gustavo Henrique, zagueiro de 33 anos do Corinthians, passou pela auto escola na última semana para obter a carteira de habilitação na categoria D. A necessidade surgiu depois que o jogador adquiriu uma picape RAM de luxo e precisava da licença para dirigir veículos de transporte coletivo de passageiros.

A aprovação ocorreu no dia 21 de abril, terça-feira, quando o zagueiro foi poupado na vitória do Corinthians contra o Barra, por 1 a 0, em Florianópolis, pela quinta fase da Copa do Brasil.

Categoria D e os requisitos da licença

A categoria D da Carteira Nacional de Habilitação é destinada a condutores de ônibus, vans e micro-ônibus, além de veículos de transporte coletivo de passageiros. O teste prático de Gustavo Henrique foi realizado dentro de um ônibus escolar, conforme registrado em imagens divulgadas nas redes sociais do jogador.

Motoristas que desejam obter essa categoria precisam cumprir exames teóricos e práticos específicos. A licença também habilita o condutor para dirigir veículos de carga com peso superior a 3.500 quilogramas.

Escolha de luxo do zagueiro

O novo veículo do defensor foi escolhido entre os modelos premium da marca RAM, fabricante norte-americana especializada em picapes de alto desempenho. Gustavo Henrique optou por uma das duas versões de topo de linha:

  • Laramie Night Edition: R$ 619.990,00
  • Limited Longhorn: R$ 679.990,00

Ambas pertencem à categoria 3500, referência da montadora para veículos de grande porte e potência elevada. Os modelos contam com sistema de tração integral, motor de alta cilindrada e acabamento de luxo.

Gustavo Henrique conquistou dois títulos pelo Corinthians no ano de 2025. O zagueiro segue como figura importante na defesa do clube paulista, mesmo aos 33 anos, e permanece na titularidade nas competições que o time disputa. Sua aprovação na auto escola ocorreu durante período de poupança na Copa do Brasil, quando o técnico preservou alguns jogadores para compromissos posteriores.