Fabio di Giannantonio estabelece ritmo no GP da Itália de MotoGP e lidera dois treinos livres com bandeira vermelha

Fabio di Giannantonio

Fabio di Giannantonio - Instagram

Fabio di Giannantonio ditou o ritmo durante os treinos livres de sexta-feira para o Grande Prêmio da Itália de MotoGP. O piloto italiano manteve uma performance consistente, liderando ambas as sessões em Mugello e garantindo a posição de destaque no final do primeiro dia de atividades. Quatro pilotos da Ducati terminaram entre os cinco primeiros, evidenciando a força da equipe.

A performance de Di Giannantonio foi imediatamente competitiva no circuito italiano. Ele superou sua própria marca do primeiro treino livre em quase meio segundo logo nos primeiros cinco minutos da segunda sessão, demonstrando grande velocidade. A disputa pela liderança foi intensa ao longo do dia, com diversos competidores apresentando tempos rápidos.

Di Giannantonio mantém liderança e Ducati consolida posições

O piloto da Ducati manteve-se inalcançável, superando Francesco Bagnaia por uma margem inferior a um décimo de segundo. Sua volta mais rápida, de 1m44s808, garantiu a primeira colocação no combinado dos treinos livres. A Ducati, como marca, demonstrou um domínio significativo nas pistas.

Outros pilotos da Ducati também ocuparam posições de destaque. Enea Bastianini subiu para o terceiro lugar, garantindo uma dobradinha italiana nas três primeiras posições. Franco Morbidelli, da equipe VR46, proporcionou mais motivos para os fãs locais celebrarem, terminando em quarto. A forte presença da montadora de Borgo Panigale ficou evidente nos resultados.

    A classificação final do dia nas primeiras posições incluiu:
  • Fabio di Giannantonio (Ducati)
  • Francesco Bagnaia (Ducati)
  • Enea Bastianini (Tech3 Ducati)
  • Franco Morbidelli (VR46 Ducati)
  • Fermin Aldeguer (Aprilia)
  • Marc Márquez (Ducati)
  • Marco Bezzecchi (Aprilia)
  • Jorge Martin (Ducati)
  • Alex Rins (Yamaha)
  • Diogo Moreira (LCR Honda)

Incidentes com bandeira vermelha interrompem sessões em Mugello

A sexta-feira foi marcada por duas interrupções devido a bandeiras vermelhas durante os treinos livres. O primeiro incidente ocorreu pouco antes da metade da segunda sessão, quando Fabio Quartararo perdeu o controle de sua Yamaha na curva 4. A moto deslizou pela caixa de brita e parou novamente na pista, exigindo uma rápida remoção dos destroços para a retomada das atividades.

Mais tarde, com aproximadamente 12 minutos restantes para o fim do treino, a KTM de Brad Binder parou logo após a saída dos boxes. Essa ocorrência forçou a direção de prova a acionar novamente a bandeira vermelha. Ambas as paralisações foram de curta duração, permitindo que os pilotos pudessem retornar à pista e continuar suas tentativas de voltas rápidas.

Competição acirrada antecede qualificação em Mugello

A disputa pelos melhores tempos foi acirrada, com vários pilotos buscando melhorar suas marcas. Inicialmente, Alex Rins superou Di Giannantonio por meio décimo, antes de Francesco Bagnaia assumir a liderança com um tempo de 1m45s697 utilizando o pneu traseiro macio em sua Ducati de fábrica. Essa volta permaneceu imbatível por cerca de 25 minutos, mostrando a intensidade da competição.

Posteriormente, Ai Ogura, da equipe Trackhouse, colocou sua Aprilia à frente por uma margem mínima de 0,005s, demonstrando a paridade de desempenho entre os competidores. Marco Bezzecchi, da equipe oficial Aprilia, elevou ainda mais o nível da disputa ao registrar 1m45s023, abrindo uma vantagem considerável sobre o restante do pelotão. No entanto, a força da Ducati prevaleceu na parte final da sessão.

Consolidação da força italiana no primeiro dia

A fase final da sessão evidenciou a superioridade da Ducati, com cinco pilotos da marca superando a marca de Bezzecchi em rápida sucessão. Di Giannantonio liderou esse ataque da equipe de Borgo Panigale. Mesmo com tentativas de melhora de Bezzecchi e Jorge Martin, nenhum deles conseguiu se misturar com as Ducatis que ocupavam as posições mais altas.

O líder do campeonato, Marco Bezzecchi, finalizou em sétimo lugar, enquanto Jorge Martin saltou para a oitava posição no final da prova. Alex Rins, da Yamaha, e Diogo Moreira, da LCR Honda, foram os melhores representantes de suas respectivas montadoras. Eles terminaram em nono e décimo lugares, respectivamente, fechando a lista dos dez mais rápidos do dia.

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