Richard Olise, irmão de Michael Olise, deixa o Chelsea após 12 anos na base

Richard Olise

Richard Olise - Instagram

O Chelsea anunciou nesta quarta-feira a saída de Richard Olise, lateral-direito da base, que deixa o clube ao fim do contrato em 30 de junho. O jogador de 21 anos, irmão do atacante Michael Olise, do Bayern de Munique, passou mais de uma década nas categorias de formação dos Blues.

Richard chegou ao Cobham ainda com nove anos e progrediu por todas as equipes de base. Na temporada 2024/25, ele foi relacionado pela primeira vez para um jogo da equipe principal, na viagem para o confronto da Conference League contra o Astana, no Cazaquistão. No time sub-21, atuou como lateral-direito ofensivo e marcou gols importantes, incluindo um no derby contra o Fulham.

A dispensa faz parte da lista de jogadores que não terão o vínculo renovado. Além de Richard, o clube confirmou as saídas de Brodi Hughes, Sam Rak-Sakyi e Jimi Tauriainen. O movimento é comum na Premier League, onde clubes grandes reavaliam o elenco de base para equilibrar finanças e oportunidades.

Trajetória na base do Chelsea

Nascido em Londres em 9 de setembro de 2004, Richard Olise representa a Inglaterra nas seleções de base. Ele se destacou pela calma na saída de bola e pela capacidade de subir ao ataque pelo lado direito. No sub-21, teve minutos regulares na Premier League 2, contribuindo tanto na defesa quanto no apoio ofensivo.

Diferentemente do irmão mais velho, que saiu do Crystal Palace para o Bayern por alto valor, Richard construiu toda a carreira formativa dentro do Chelsea. A liberação abre caminho para ele buscar minutos como profissional em outro clube, algo cada vez mais raro para quem fica tanto tempo em uma mesma academia.

O que muda para o futuro do jogador

Com o status de agente livre a partir de julho, Richard entra no radar de times que buscam reforços jovens e com experiência em grandes centros de formação. Clubes da Championship inglesa e de ligas europeias médias costumam monitorar esses perfis, que chegam sem custo de transferência e com boa base técnica.

O caso também reflete a realidade atual do futebol inglês: academias de elite produzem muitos talentos, mas nem todos conseguem espaço no time principal. Enquanto Michael brilha na seleção francesa e no Bayern, Richard agora tem a chance de escrever seu próprio capítulo fora de Stamford Bridge.

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