Com hat-trick na estreia, craque argentino atinge 16 gols e empata com alemão em torneios da Fifa

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O topo do ranking de artilheiros máximos da história dos mundiais de seleções agora tem dois donos absolutos. O atacante argentino Lionel Messi atingiu a marca de 16 bolas na rede, dividindo a primeira colocação geral com o ex-centroavante alemão Miroslav Klose. Esse empate consagra a resistência física e a precisão técnica de dois profissionais que marcaram épocas diferentes no esporte global.

A consagração do camisa 10 sul-americano ocorreu no dia 16 de junho de 2026, durante o confronto inaugural de sua equipe contra a Argélia. Ao anotar três tentos na mesma partida, o capitão da seleção albiceleste garantiu seu lugar ao lado do ídolo europeu na estatística mais cobiçada por atacantes de todo o planeta.

O ex-jogador da Alemanha precisou do período entre 2002 e 2014 para estabelecer o sarrafo, enquanto o astro nascido em Rosário igualou o número aos 38 anos de idade. Ao entrar em campo nesta edição, o argentino tornou-se o único atleta a disputar seis mundiais masculinos e, como o campeonato está apenas no começo, tem chances reais de assumir a liderança solitária nas próximas rodadas.

Logo abaixo dos líderes, o brasileiro Ronaldo Nazário sustenta a terceira posição com 15 acertos, perseguido pelo também alemão Gerd Müller e pelo francês Kylian Mbappé, ambos empatados com 14. O jovem atacante da França, inclusive, balançou as redes duas vezes no primeiro jogo de seu país e desponta como a principal ameaça para ultrapassar todos os veteranos nos próximos anos.

Como a entidade máxima do futebol contabiliza os tentos para definir o líder do ranking

Para coroar o principal goleador do torneio, a organização avalia o volume absoluto de bolas na rede durante os campeonatos oficiais realizados a cada quatro anos. A diretriz matemática é simples e engloba o desempenho do profissional desde sua primeira convocação até a aposentadoria.

O sistema de contagem valida qualquer gol marcado dentro dos noventa minutos ou prorrogações, começando pelos confrontos da fase de grupos e indo até as decisões de título. Toda a jornada do convocado com a camisa de seu país entra na soma estatística.

A Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) consolida esses dados de forma cumulativa. Não importa se o atacante precisou viajar para o torneio duas ou seis vezes, pois o foco recai inteiramente sobre o saldo final entregue aos torcedores.

Por causa dessa regra, a lista histórica ignora a média de gols por partida ou explosões de rendimento restritas a um único mês de competição. O fator determinante para subir na tabela é o acúmulo contínuo de resultados positivos ao longo das décadas.

Esse formato de avaliação premia diretamente a constância técnica, a saúde física para evitar lesões graves e a capacidade de levar a seleção nacional até as fases eliminatórias. Esses elementos combinados explicam a dificuldade extrema de colocar o nome no topo dessa prateleira esportiva.

Trajetória dos dois gigantes que dominam as estatísticas ofensivas do torneio global

O degrau mais alto do pódio pertence simultaneamente a Miroslav Klose, representando o futebol europeu, e Lionel Messi, pelo lado sul-americano. Os dois craques ostentam 16 finalizações bem-sucedidas em partidas chanceladas pela organização do evento.

O ídolo do Barcelona e da seleção albiceleste carimbou seu passaporte para a história no dia 16 de junho de 2026. A marca foi cravada após uma exibição de gala contra a Argélia, onde o capitão superou o goleiro adversário em três oportunidades distintas.

O centroavante europeu, por sua vez, precisou de 24 partidas divididas em quatro convocações para estabelecer o recorde anterior. A distribuição de sua pontaria incluiu cinco acertos na Coreia do Sul e Japão em 2002, mais cinco na Alemanha em 2006, quatro na África do Sul em 2010 e os dois últimos no Brasil em 2014. Em comparação, o argentino precisou entrar em campo 27 vezes para alcançar a mesma quantidade de gols.

Relação atualizada dos dez maiores artilheiros que já disputaram a competição

O catálogo de lendas do esporte começa com o empate na liderança e desce por nomes que redefiniram a posição de ataque, incluindo ídolos brasileiros e franceses. Confira o ranking consolidado com os atletas mais letais do campeonato:

  • Miroslav Klose (Alemanha, 16 gols em quatro participações)
  • Lionel Messi (Argentina, 16 gols distribuídos em seis edições)
  • Ronaldo Nazário (Brasil, 15 gols acumulados em três torneios)
  • Gerd Müller (Alemanha Ocidental, 14 gols em apenas duas viagens)
  • Kylian Mbappé (França, 14 gols em duas campanhas até o momento)
  • Just Fontaine (França, 13 gols concentrados em uma única disputa)
  • Pelé (Brasil, 12 gols espalhados por quatro campeonatos)
  • Jürgen Klinsmann (Alemanha, 11 gols em três convocações)
  • Sándor Kocsis (Hungria, 11 gols registrados no evento de 1954)
  • Gabriel Batistuta (Argentina, 10 gols ao longo de três mundiais)
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