Durante um recente mini-documentário divulgado em suas redes sociais, Virginia Fonseca compartilhou detalhes íntimos dos bastidores de sua viagem a Nova Iorque e a intensa saudade dos filhos. A empresária aproveitou a ocasião para revelar, pela primeira vez, sua batalha contra a depressão enquanto estava grávida de Maria Alice, sua primogênita com Zé Felipe, no período inicial do relacionamento.
A influenciadora explicou que seus sentimentos em relação à gestação eram bastante complexos e contraditórios. Ela confessou que se sentia culpada e em conflito por, inicialmente, não desejar a gravidez, mesmo tendo o sonho de se casar e construir uma família. No entanto, paralelamente a essa confusão, já nutria um forte vínculo afetivo com a filha que estava por vir.
Em um depoimento emocionado, Virginia detalhou a surpresa da concepção de Maria Alice. “Quando eu engravidei da Maria Alice, foi muito do nada. Eu comecei a falar que eu não queria, tinha acabado de conhecer o Zé Felipe, falei: ‘Caraca’. Eu comecei a me culpar, me cobrar por estar sentindo isso”, disse ela, visivelmente comovida.
A emoção tomou conta da empresária ao recordar a fase desafiadora que viveu, a ponto de sua mãe, Margareth Serrão, mudar-se para Goiânia para ficar ao seu lado. “Foi aí que minha mãe foi para Goiânia, porque eu estava realmente vivendo uma depressão. E ninguém sabia. Eu continuei postando tudo normal nessa época da gestação”, revelou, destacando como manteve a aparência de normalidade nas redes sociais.
Descrevendo a maternidade como o amor mais profundo que já experimentou, Virginia compartilhou que o chá revelação de Maria Alice foi um momento crucial para a mudança de sua perspectiva. “Quando eu soube que ia vir a Maria Alice, tudo mudou. Eu nunca mais pensei que eu não queria ser mãe. Foi realmente a virada de chave para a minha vida”, afirmou, marcando o fim de suas dúvidas e culpas iniciais.
Finalizando sua reflexão, a influenciadora abordou a pressão que sente. “As pessoas às vezes me veem fazendo as coisas e acham: ‘Ela tá de boa’, e me cobram muito. Mas quem é mãe sabe a culpa que a gente carrega por, às vezes, sair para trabalhar e deixar eles [os filhos]”, concluiu, ressaltando o peso da culpa materna presente no dia a dia.

