Pai agride filha com chute em rua do Paraná porque ela chorava, diz polícia

Pai é flagrado chutando a filha no Paraná - Reprodução

Pai é flagrado chutando a filha no Paraná - Reprodução

Um homem confessou à Polícia Civil ter agredido a própria filha, de apenas três anos, com um chute, alegando que a criança estava chorando no momento do incidente. O episódio de violência ocorreu na cidade de Francisco Beltrão, localizada na região Sudoeste do Paraná, e as cenas foram registradas em vídeo.

O delegado Anderson Andrei, responsável pelo caso, informou que o pai prestou depoimento nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026. A identidade do agressor não foi divulgada oficialmente pelas autoridades, e a defesa do envolvido ainda não foi identificada.

As imagens do ocorrido, capturadas no domingo, 5 de julho de 2026, mostram o pai caminhando ao lado da menina e de outro filho, de cinco anos. Em dado momento, ele interrompe o trajeto e desfere um chute na criança, que imediatamente cai ao chão. Segundos após a agressão, um outro indivíduo se aproxima, gesticula com os braços abertos e tenta intervir na situação, mas é confrontado pelo agressor.

O homem não foi detido em flagrante, segundo explicação do delegado. A denúncia chegou à delegacia na terça-feira, 7 de julho, dois dias depois da agressão, por meio de um boletim de ocorrência registrado pela mãe da menina. Ela tomou conhecimento do crime ao ver as imagens circulando nas redes sociais.

  • A mãe da criança foi informada sobre o caso após visualizar as imagens nas redes sociais.
  • A agressão foi flagrada por câmeras de segurança.

O delegado Anderson Andrei destacou que a principal preocupação da Polícia Civil, desde o início, foi assegurar o bem-estar e a segurança da criança, bem como formalizar os pedidos de medidas protetivas de urgência. As medidas de proteção solicitadas são destinadas à menina agredida, ao seu irmão e à mãe que fez a denúncia.

Um inquérito policial foi aberto para apurar os fatos, e o agressor será responsabilizado pelo crime de lesão corporal. O Conselho Tutelar também foi acionado e está acompanhando de perto o desenvolvimento do caso para garantir a proteção das crianças envolvidas.