Ciclone extratropical gera risco de temporais e chuva no Sul

A aproximação de um ciclone extratropical junto à costa do Rio Grande do Sul deve provocar tempestades severas, rajadas intensas de vento e precipitações de até 60 milímetros em 24 horas na Região Sul em 20 de setembro de 2026. O sistema atinge também Santa Catarina e Paraná.
Formação de baixa pressão intensifica temporais na costa
O granizo ameaça Santa Catarina.
A Climatempo calculou que a atuação de uma área de baixa pressão meteorológica ganha força antes da formação ciclônica costeira. O fenômeno carrega potencial para desabar granizo e causar rajadas fortes de vento sobre cidades gaúchas e catarinenses. Além dos ventos, trovoadas e descargas elétricas frequentes devem atingir comunidades rurais e centros urbanos.
Quais áreas enfrentam maior perigo de alagamento?
O estado de Santa Catarina apresenta projeção para registrar mais de 60 milímetros de água acumulada em apenas um dia. A elevação repentina dos índices de precipitação no Paraná amplia a preocupação com deslizamentos de encostas e enchentes pontuais.
Moradores de áreas ribeirinhas do Paraná enfrentam alerta para transbordamentos repentinos.
Volume de precipitação atinge diferentes regiões brasileiras
Enquanto o Sul lida com excesso hídrico, grande parte do território nacional registra predomínio de calor com ar extremamente seco. O interior do Nordeste marca umidade relativa variando entre 10% e 20%. Já o estado de Mato Grosso do Sul concentra as pancadas mais fortes do Centro-Oeste.
- Mato Grosso e Goiás registram altas temperaturas e escassez de nuvens.
- Litoral nordestino, da Bahia ao Rio Grande do Norte, recebe chuvas passageiras.
- Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima concentram volumes moderados a fortes na Região Norte.
- São Paulo tem aumento gradual de calor e pancadas isoladas no período da tarde.
Chegada de nova frente fria prolonga tempo instável
Um sistema frontal avança pela faixa oceânica em 21 de setembro de 2026 e sustenta a permanência das chuvas sobre os estados sulistas. A instabilidade remanescente pode alcançar a Grande São Paulo com temporais isolados ao final do período.



