Ferreirinha brilha com dois gols e comanda São Paulo contra Alianza Lima no Morumbis na Libertadores 2025
No Estádio do Morumbis, o São Paulo dominou o primeiro tempo contra o Alianza Lima, pela segunda rodada da fase de grupos da Taça Conmebol Libertadores, e chegou aos 37 minutos com uma vantagem de 2 a 0, graças ao brilho de Ferreira. O atacante marcou dois gols, aos 31 e 36 minutos, em jogadas que combinaram habilidade individual e precisão, levantando a torcida tricolor. A partida, disputada na noite de quinta-feira, teve o time brasileiro controlando as ações ofensivas, enquanto os peruanos assustaram em momentos pontuais, como uma bola na trave de Hernán Barcos. O ambiente vibrante, com mais de 50 mil torcedores, impulsionou o São Paulo, que busca consolidar sua liderança no Grupo B. A superioridade tricolor foi construída com organização tática, pressão alta e aproveitamento das chances criadas, enquanto o Alianza Lima lutou para reagir, mas esbarrou na solidez defensiva adversária.
A atuação do São Paulo foi marcada por intensidade desde o apito inicial. Ferreira, Luciano e Calleri formaram um trio ofensivo que deu trabalho à zaga peruana, enquanto Alisson e Marcos Antônio garantiram equilíbrio no meio-campo. O Alianza Lima, escalado em um 4-3-3, tentou explorar contra-ataques com Barcos e Quevedo, mas teve dificuldades para manter a posse de bola. Aos 28 minutos, os visitantes quase abriram o placar, quando Barcos acertou o travessão após driblar Ferraresi. O susto, porém, não abalou o São Paulo, que respondeu com o golaço de Ferreira três minutos depois, seguido por outro gol em jogada trabalhada com Marcos Antônio. O Morumbis explodiu em apoio, refletindo a conexão entre time e torcida.
Disciplinarmente, o jogo teve momentos de tensão. O técnico Luis Zubeldía recebeu cartão amarelo aos 6 minutos por reclamação, e Marcos Antônio foi advertido aos 22 minutos após uma falta. O árbitro venezuelano Alexis Herrera conduziu a partida com firmeza, mantendo o ritmo apesar das interrupções. O São Paulo, com 64% de posse de bola até os 37 minutos, ditou o jogo, enquanto o Alianza Lima buscava espaços para reagir. A vantagem tricolor, construída com eficiência, colocou o time em posição confortável, mas o placar ainda aberto mantém a expectativa para o restante do confronto.
1T | ⏱ 36 min: Enzo acionou Marcos A., que acertou o cruzamento na cabeça de Ferreira. O camisa 11 cabeceou e ampliou para o Tricolor! #SPFCxALI (2-0)
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Domínio tricolor em números
O primeiro tempo refletiu a superioridade do São Paulo em várias estatísticas. A equipe finalizou nove vezes, com quatro chutes ao gol, contra cinco finalizações do Alianza Lima, sendo apenas uma com perigo real. Escanteios também mostraram o controle tricolor, com cinco contra dois dos peruanos. A posse de bola, como mencionado, favoreceu o São Paulo, que soube usar o campo para pressionar.
- Posse de bola: São Paulo 64% x 36% Alianza Lima.
- Finalizações: São Paulo 9 x 5 Alianza Lima.
- Escanteios: São Paulo 5 x 2 Alianza Lima.
- Cartões amarelos: São Paulo 2 (Zubeldía e Marcos Antônio) x 0 Alianza Lima.
- Defesas: Rafael 1 x Viscarra 4.
Esses números destacam o volume ofensivo do São Paulo e a dificuldade do Alianza Lima em criar chances consistentes, reforçando a atuação inspirada de Ferreira.
Contexto do Grupo B
O confronto no Morumbis é decisivo para as pretensões do São Paulo no Grupo B. Após vencer o Talleres por 1 a 0 na estreia, o time chegou à segunda rodada com três pontos, mirando a liderança. O Alianza Lima, que perdeu em casa para o Libertad pelo mesmo placar, precisa pontuar fora para evitar uma situação complicada. A vantagem de 2 a 0 dá ao São Paulo uma posição sólida, mas o grupo segue competitivo, com Libertad e Talleres ainda na briga pelas vagas nas oitavas de final.
A campanha do São Paulo na Libertadores é vista como uma chance de recuperar o prestígio continental, após o título de 2005. O Morumbis, com sua atmosfera única, tem sido um trunfo, e a torcida espera que a equipe mantenha o nível apresentado até agora. Para o Alianza Lima, a partida é um teste de resiliência. O clube peruano, tradicional na competição, aposta na experiência de Barcos para buscar uma reação, mas enfrenta um adversário em alta.
Lances que marcaram o jogo
O primeiro tempo foi repleto de momentos que definiram o ritmo da partida. Abaixo, os cinco lances mais importantes até os 37 minutos:
- 8 minutos: Ferreira encontrou Luciano na entrada da área, e o camisa 10 finalizou com perigo, mas Viscarra defendeu.
- 11 minutos: Barcos cruzou rasteiro pela esquerda, e a bola passou perto do gol de Rafael, assustando a defesa tricolor.
- 28 minutos: Barcos driblou Ferraresi e chutou com categoria, acertando o travessão. Quevedo, na sobra, cabeceou por cima.
- 31 minutos: Ferreira fez uma jogada individual brilhante pela esquerda, driblou a marcação e chutou cruzado para abrir o placar.
- 36 minutos: Marcos Antônio cruzou da linha de fundo, e Ferreira se antecipou à zaga para marcar o segundo gol do São Paulo.
Esses instantes mostram a eficiência do São Paulo e a capacidade do Alianza Lima de criar perigo, ainda que sem converter as chances.
1T | ⏱ 31 min: Na ponta esquerda, Ferreira fez belíssima jogada individual, invadiu a área e chutou para abrir o placar no MorumBIS! #SPFCxALI (1-0)
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Ferreira, o nome do jogo
Ferreira viveu uma noite de protagonista no Morumbis. Aos 31 minutos, sua jogada individual pela esquerda, com dribles curtos e um chute preciso, abriu o placar e incendiou a torcida. Cinco minutos depois, ele mostrou oportunismo ao se posicionar na área e completar o cruzamento de Marcos Antônio, ampliando a vantagem. A atuação do atacante, com dois gols em cinco minutos, reforça sua importância no esquema de Luis Zubeldía.
Além dos gols, Ferreira participou ativamente da criação. Aos 8 e 23 minutos, ele criou jogadas que quase resultaram em gol, mostrando velocidade e visão de jogo. Sua conexão com Luciano e Calleri foi um dos destaques do primeiro tempo, dando ao São Paulo uma dinâmica ofensiva que o Alianza Lima não conseguiu neutralizar. Para a torcida, Ferreira é a grande esperança de uma campanha marcante na Libertadores.
Pressão no caldeirão tricolor
O São Paulo transformou o Morumbis em uma fortaleza. Com mais de 50 mil torcedores, o estádio criou uma atmosfera de pressão constante sobre o Alianza Lima. A torcida, que fez uma festa na chegada do ônibus do time, com bandeiras e sinalizadores, cantou sem parar, especialmente após os gols de Ferreira. Esse apoio foi fundamental para manter o time focado, mesmo após o susto com a bola na trave de Barcos.
Taticamente, o São Paulo usou um 4-5-1 que variava para um 4-3-3 no ataque. Alisson ancorou o meio-campo, enquanto Marcos Antônio e Luciano tinham liberdade para avançar. Ferreira, pela esquerda, e Lucas Ferreira, pela direita, abriram a defesa peruana, com Calleri pressionando na frente. O Alianza Lima, por sua vez, sofreu com a marcação alta tricolor, que forçou erros na saída de bola e limitou as ações de Lavandeira e Gaibor.
Barcos e a resistência peruana
Hernán Barcos, aos 40 anos, segue como a principal arma do Alianza Lima. Sua bola na trave aos 28 minutos foi o momento de maior perigo dos visitantes, mostrando seu faro de gol. Aos 11 minutos, ele já havia assustado com um cruzamento rasteiro que quase encontrou Quevedo. A experiência de Barcos é essencial para um time que busca se reerguer após a derrota na estreia.
Outros jogadores, como Enzo Diaz e Quevedo, tentaram contribuir, mas o Alianza Lima teve dificuldades no meio-campo. Jesús Castillo e Gaibor foram dominados pela intensidade de Alisson, enquanto Noriega e Velásquez sofreram para conter Calleri e Ferreira. Apesar do placar adverso, o time peruano mostrou que pode ser perigoso em jogadas isoladas, especialmente com a qualidade de seu capitão.
Organização tática em campo
O São Paulo apostou em uma estratégia bem definida. Alisson atuou como um volante fixo, dando segurança à defesa, enquanto Marcos Antônio se projetava ao ataque, como no cruzamento para o segundo gol. Ferreira e Lucas Ferreira exploraram as laterais, criando superioridade numérica contra Huamán e Lagos. Calleri, embora sem gols, foi crucial na pressão e na disputa aérea, abrindo espaços para os companheiros.
O Alianza Lima, em um 4-3-3, tentou equilibrar defesa e ataque, mas faltou profundidade. Lavandeira e Quevedo tiveram momentos de brilho, mas a equipe dependeu demais de Barcos. A zaga peruana, formada por Noriega e Velásquez, foi sobrecarregada pelas movimentações tricolores, enquanto Viscarra fez defesas importantes para evitar um placar mais elástico. Ajustes no intervalo, como a entrada de Paolo Guerrero, podem mudar o panorama.
Arbitragem sem polêmicas
Alexis Herrera, árbitro venezuelano, conduziu o jogo com tranquilidade. Os cartões para Zubeldía e Marcos Antônio foram as únicas advertências, aplicadas em lances de reclamação e falta tática. As assistências de Lubin Torrealba e Alberto Ponte, assim como o VAR, não registraram incidentes significativos. A falta marcada contra Luciano aos 9 minutos, que gerou uma cobrança perigosa do Alianza Lima, foi o momento de maior debate.
A partida, disputada em uma noite amena em São Paulo, favoreceu o ritmo intenso das equipes. A parada para a advertência a Marcos Antônio, aos 22 minutos, foi a única interrupção relevante. O tempo adicional, ainda não definido, deve refletir o equilíbrio entre as chances criadas e as poucas faltas cometidas até os 37 minutos.
Torcida como diferencial
A torcida do São Paulo fez a diferença no Morumbis. A chegada do ônibus do time foi marcada por uma festa com cânticos e sinalizadores, criando um clima de apoio incondicional. Durante o jogo, o setor das organizadas manteve a energia, especialmente após os gols de Ferreira, que foram celebrados com gritos de “Ferreirinha”. Esse ambiente é um trunfo para o São Paulo, que tem no estádio uma fortaleza na Libertadores.
O público, estimado em mais de 50 mil pessoas, é um dos maiores da temporada no Morumbis. A conexão entre time e torcida foi evidente, com aplausos a cada desarme de Alisson e cada arrancada de Ferreira. Para o São Paulo, o apoio da arquibancada é um fator que pode ser decisivo na busca por uma campanha sólida na competição continental.
Calendário do Grupo B
A sequência do Grupo B promete emoção nas próximas rodadas. Abaixo, as datas dos jogos que definirão a classificação:
- 22 a 24 de abril: São Paulo visita o Libertad, e Alianza Lima enfrenta o Talleres em casa.
- 6 a 8 de maio: São Paulo recebe o Talleres, e Alianza Lima joga fora contra o Libertad.
- 13 a 15 de maio: São Paulo enfrenta o Alianza Lima no Peru, e Libertad encara o Talleres.
- 27 a 29 de maio: São Paulo fecha a fase de grupos contra o Libertad em casa, e Alianza Lima visita o Talleres.
Esses confrontos serão cruciais para o São Paulo, que busca a liderança, e para o Alianza Lima, que precisa reagir para manter chances de classificação.
São Paulo em alta
A vantagem de 2 a 0 reflete o bom momento do São Paulo na Libertadores. A vitória na estreia contra o Talleres deu confiança ao elenco, que agora aproveita o Morumbis para construir resultados sólidos. O time, que mescla jovens como Lucas Ferreira com experientes como Calleri, mostra evolução sob o comando de Zubeldía. A solidez defensiva, com Rafael e Ferraresi em grande fase, é outro destaque.
No Brasileirão, o São Paulo vive altos e baixos, mas a Libertadores é tratada como prioridade. A torcida espera que Ferreira, com sua atuação decisiva, lidere o time rumo às fases finais. A vantagem no placar dá tranquilidade, mas o São Paulo sabe que precisa manter a concentração contra um adversário que já mostrou qualidade em lances pontuais.
Desafios do Alianza Lima
O Alianza Lima enfrenta um cenário complicado. A derrota na estreia contra o Libertad aumentou a pressão, e o placar adverso no Morumbis exige uma reação imediata. A experiência de Barcos e a qualidade de jogadores como Lavandeira são trunfos, mas o time precisa melhorar a organização defensiva para conter o ataque tricolor. A bola na trave de Barcos mostra que há potencial para incomodar.
Néstor Gorosito, técnico peruano, deve buscar ajustes no intervalo. A entrada de Paolo Guerrero ou Trauco pode trazer mais peso ao ataque e solidez na defesa. A torcida do Alianza, mesmo à distância, segue apoiando, mas o desafio de enfrentar o São Paulo fora de casa exige superação para evitar uma derrota que complique ainda mais a campanha.
Momentos curiosos do jogo
O confronto trouxe alguns fatos que enriqueceram a narrativa da partida:
- Ferreira em chamas: Os dois gols em cinco minutos marcaram a melhor atuação de Ferreira na Libertadores 2025.
- Barcos incansável: Aos 40 anos, o atacante do Alianza Lima segue como referência, com uma bola na trave que quase mudou o jogo.
- Morumbis vibrante: O público de mais de 50 mil torcedores criou uma atmosfera única, reforçando o apelido de “caldeirão”.
- Zubeldía intenso: O cartão amarelo ao técnico reflete sua postura enérgica, comum em jogos decisivos.
- Calleri na pressão: Apesar de não marcar, o argentino foi essencial na disputa aérea e na marcação alta.
Esses detalhes destacam a intensidade do jogo e a importância de cada jogador no contexto do confronto.
Expectativas para o restante
Com o placar em 2 a 0, o São Paulo tem a chance de administrar a vantagem, mas deve buscar mais gols para garantir os três pontos. A entrada de jogadores como André Silva ou Bobadilla pode trazer frescor ao ataque, enquanto Alisson e Ferraresi seguem como pilares na defesa. O Alianza Lima, por sua vez, precisa arriscar mais, possivelmente com mudanças táticas para explorar contra-ataques.
O jogo segue aberto, com o São Paulo em posição confortável, mas sem margem para erros. A torcida tricolor, que não para de cantar, espera mais momentos de brilho como os de Ferreira, enquanto o Alianza Lima aposta na experiência de Barcos para buscar uma reviravolta. A Libertadores, com sua imprevisibilidade, mantém a emoção em alta no Morumbis.














