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Forbes revela: Quem são os jogadores da NFL mais bem pagos em 2025? Mahomes e Kelce impulsionam fortunas

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NFL - Foto: Instagram

Patrick Mahomes, quarterback do Kansas City Chiefs, lidera a lista dos jogadores mais bem pagos da NFL em 2025, com ganhos estimados em US$ 78 milhões, segundo ranking da Forbes. Divulgado em 8 de setembro de 2025, o levantamento aponta que os dez atletas mais bem remunerados da liga faturaram juntos US$ 571 milhões na temporada, incluindo salários, bônus e patrocínios. A lista, dominada por quarterbacks, reflete a força financeira da NFL, mas também destaca a ascensão de outras posições, como o edge rusher Micah Parsons, que assinou um contrato recorde. A temporada, iniciada em 4 de setembro, ocorre em meio a novos acordos e recordes de receita da liga. O ranking foi elaborado com base em contratos assinados até 6 de setembro e revela a influência de bônus de assinatura e patrocínios fora de campo. A queda de 18% nos ganhos totais em relação a 2024 reflete menos contratos milionários de quarterbacks neste ano.

A lista da Forbes reforça a hegemonia dos quarterbacks, com oito dos dez primeiros lugares ocupados por jogadores dessa posição. No entanto, nomes como Micah Parsons, agora no Green Bay Packers, e Travis Kelce, tight end do Chiefs, mostram a diversificação de ganhos. Parsons, com US$ 48,2 milhões, estabeleceu um novo padrão para contratos de jogadores defensivos, enquanto Kelce, com US$ 47,3 milhões, capitaliza sua popularidade fora de campo.

  • Fatores que impulsionam os ganhos: Salários recordes, bônus de assinatura e patrocínios.
  • Novidade no ranking: Parsons é o primeiro não-quarterback a se destacar tanto em 2025.
  • Impacto fora de campo: Mahomes e Kelce lideram em patrocínios, com US$ 28 milhões e US$ 30 milhões, respectivamente.

A temporada de 2025 marca um momento de consolidação financeira na NFL, com o teto salarial subindo para US$ 279,2 milhões, um aumento de US$ 23,8 milhões em relação ao ano anterior.

Mahomes no topo do ranking

Patrick Mahomes, de 29 anos, assume a liderança pela primeira vez, com US$ 78 milhões, sendo US$ 50 milhões em campo e US$ 28 milhões fora dele. Sua ascensão reflete a reestruturação de seu contrato de US$ 450 milhões, assinado em 2020, que foi ajustado em 2023 e 2024 para antecipar pagamentos. O quarterback do Chiefs, tricampeão do Super Bowl, também se destaca por seu portfólio de patrocínios, incluindo Airbnb, Hublot e Panini.

Além disso, Mahomes investe em esportes, com participações em times como o Kansas City Royals (MLB) e a equipe Alpine de Fórmula 1. Sua nova empreitada, o restaurante 1587 Prime, ao lado de Travis Kelce, reforça sua marca fora do campo. O jogador, que completará 30 anos em setembro, mantém a consistência em campo, mesmo sem seleção para o Pro Bowl na última temporada.

  • Patrocínios de peso: Airbnb, Hublot e Panini impulsionam seus ganhos.
  • Investimentos diversificados: Participações em esportes variados, como beisebol e futebol feminino.
  • Contrato estratégico: Reestruturações garantem fluxo constante de pagamentos.

O sucesso de Mahomes reflete não apenas seu talento, mas também sua habilidade em capitalizar oportunidades comerciais.

Ascensão de Micah Parsons

Micah Parsons, de 26 anos, marcou história ao assinar um contrato de US$ 188 milhões por quatro anos com o Green Bay Packers, após uma troca surpreendente com o Dallas Cowboys. O acordo, o maior para um não-quarterback, posiciona Parsons como o sexto mais bem pago da NFL, com US$ 48,2 milhões em 2025. Sua transferência foi motivada pela falta de acordo com os Cowboys, que ofereceram US$ 202,5 milhões, mas não avançaram nas negociações.

O edge rusher, agora em Green Bay, redefine o mercado para jogadores defensivos. Seu contrato supera acordos recentes de outros defensores, como Maxx Crosby (US$ 106,5 milhões) e Myles Garrett (US$ 160 milhões). Fora de campo, Parsons também se destaca como embaixador de marcas como Adidas e presidente da B/R Gridiron, onde apresenta o podcast The Edge.

  • Contrato recorde: US$ 188 milhões estabelecem novo padrão para edge rushers.
  • Troca impactante: Saída do Cowboys para o Packers mudou o mercado.
  • Presença fora de campo: Patrocínios e podcast ampliam sua influência.

A ascensão de Parsons sinaliza uma valorização crescente de posições defensivas na NFL.

Travis Kelce e o poder dos patrocínios

Travis Kelce, tight end do Kansas City Chiefs, aparece em oitavo lugar, com US$ 47,3 milhões, sendo US$ 30 milhões provenientes de patrocínios e negócios fora de campo. Aos 35 anos, Kelce capitaliza sua popularidade, amplificada por seu noivado com Taylor Swift. Seu podcast New Heights, com o irmão Jason Kelce, foi adquirido pela Amazon’s Wondery por US$ 105 milhões, e sua marca de roupas Tru Kolors fechou parcerias com American Eagle e Garage Beer.

Kelce também se aventurou no entretenimento, com uma participação em Happy Gilmore 2, estreado na Netflix em julho. Sua fortuna, estimada em US$ 70 milhões, reflete sua habilidade em diversificar receitas. Em campo, ele admite uma queda de rendimento, mas segue como peça-chave do Chiefs.

  • Podcast milionário: New Heights impulsiona ganhos com milhões de visualizações.
  • Marca própria: Tru Kolors ganha espaço com colaborações estratégicas.
  • Entretenimento: Participação em filme reforça sua versatilidade.

Kelce exemplifica como atletas podem transformar fama em oportunidades lucrativas.

Os mais bem pagos da NFL em 2025

O ranking da Forbes destaca os dez jogadores mais bem remunerados da NFL em 2025, com quarterbacks ocupando a maioria das posições, mas com destaque para a ascensão de outras funções. A lista reflete os ganhos totais, incluindo salários, bônus e patrocínios, até 6 de setembro de 2025:

  • Patrick Mahomes: US$ 78 milhões, quarterback, Kansas City Chiefs
  • Josh Allen: US$ 73 milhões, quarterback, Buffalo Bills
  • Justin Herbert: US$ 71 milhões, quarterback, Los Angeles Chargers
  • Dak Prescott: US$ 57,8 milhões, quarterback, Dallas Cowboys
  • Tua Tagovailoa: US$ 54,3 milhões, quarterback, Miami Dolphins
  • Micah Parsons: US$ 48,2 milhões, defensive end, Green Bay Packers
  • Jalen Hurts: US$ 47,5 milhões, quarterback, Philadelphia Eagles
  • Travis Kelce: US$ 47,3 milhões, tight end, Kansas City Chiefs
  • Matthew Stafford: US$ 47 milhões, quarterback, Los Angeles Rams
  • Deshaun Watson: US$ 47 milhões, quarterback, Cleveland Browns

A lista evidencia a força financeira dos quarterbacks, mas também a crescente relevância de outras posições.

Quarterbacks dominam o cenário

O ranking da Forbes destaca a supremacia dos quarterbacks, com oito dos dez primeiros lugares. Josh Allen (US$ 73 milhões) e Justin Herbert (US$ 71 milhões) seguem Mahomes, beneficiados por contratos recordes. Allen assinou um acordo de US$ 330 milhões com o Buffalo Bills, enquanto Herbert garantiu US$ 262,5 milhões com o Los Angeles Chargers. Outros quarterbacks, como Dak Prescott (US$ 57,8 milhões) e Tua Tagovailoa (US$ 54,3 milhões), também figuram na lista, impulsionados por bônus de assinatura.

A predominância reflete a importância da posição, mas o ranking também aponta uma estagnação em novos contratos de quarterbacks em 2025. Muitos, como Joe Burrow e Lamar Jackson, já haviam renovado em anos anteriores, reduzindo o total de ganhos em relação a 2024.

  • Contratos milionários: Bônus de assinatura elevam ganhos dos quarterbacks.
  • Estagnação em 2025: Menos acordos novos impactam o total.
  • Valorização contínua: Quarterbacks seguem como os mais bem pagos.

A força financeira dos quarterbacks continua sendo o pilar do ranking.

Crescimento salarial em outras posições

Embora os quarterbacks dominem, a temporada de 2025 trouxe valorização para outras posições. Contratos recordes foram assinados para running backs, wide receivers, tight ends, offensive tackles, guards, cornerbacks, safeties, punters e long snappers, segundo o Spotrac. O teto salarial da NFL, agora em US$ 279,2 milhões, reflete o aumento de receita da liga, que atingiu US$ 26,8 bilhões em novos acordos.

Parsons e Kelce são exemplos dessa diversificação. O contrato de Parsons redefine o mercado defensivo, enquanto Kelce mostra o potencial de ganhos fora de campo para tight ends. A tendência indica uma distribuição mais equilibrada de recursos na liga.

  • Novos recordes: Contratos para diversas posições batem marcas históricas.
  • Teto salarial: Aumento reflete crescimento financeiro da NFL.
  • Diversificação: Não-quarterbacks ganham espaço no ranking.

A valorização de outras posições sugere uma evolução na estrutura financeira da NFL.

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