Cruzeiro

Homem é preso por falsificação de CNHs em Cruzeiro

Homem é preso por falsificação de CNHs em Cruzeiro

Errata: conforme publicado nesta notícia, o homem preso por esquema de falsificação de CNH na última quinta-feira (30/06) através de investigação da Polícia Civil e do Detran não é proprietário do Autoescola Alvorada em Cruzeiro. De acordo com o advogado da empresa, o homem não tem ligação com o quadro de societários do estabelecimento.

Homem foi preso acusado de participar de um esquema nacional de falsificação e venda de CNHs (Carteira Nacional de Habilitação) nesta quinta-feira (29/06).

De acordo com a empresa citada, o homem preso na última quinta-feira (29/06) não é proprietário e não possuí nenhum vínculo com o estabelecimento.

Segundo a Polícia Civil, há indícios que mais de 220 carteiras de habilitação já foram emitidas só na região de forma ilegal, com o valor de R$ 5 mil cada uma. A suspeita é de que esse esquema tenha beneficiários em todo o país.

Os policiais apreenderam juntamente com os documentos das fraudes, moldes de dedos de silicone que eram utilizados para burlar o sistema de presença nas aulas que eram usados para dar presenças em aulas no sistema do Detran. A Polícia Civil de Cruzeiro, Cachoeira Paulista e Lorena juntamente com o DETRAN-SP, comandada pela Diretoria do DETRAN do Vale do Paraíba, com o objetivo de reprimir fraudes na emissão de Carteiras Nacionais de Habilitação, pelo DETRAN-SP, originárias de um esquema de corrupção, foram presos na tarde desta quinta-feira (29) em Cruzeiro, juntamente com o proprietário da Auto Escola Modelo, na cidade de Várzea Paulista, sendo que, ambos foram autuados em flagrante delito pelos crimes de CORRUPÇÃO ATIVA / ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA /FALSIDADE IDEOLÓGICA. Mas vale salientar que, a Auto Escola ALVORADA de Aparecida, Guaratinguetá, Cachoeira Paulista e Piquete não fazem parte dessa investigação, por se tratar de proprietários distintos.

Por meio de nota, o Detran informou que “as autoescolas responderão a processo administrativo” e estão sujeitas “a penalidades como suspensão e até descredenciamento, conforme determina a legislação”. “Como garante a Constituição Federal, as autoescolas terão direito a apresentar defesa antes da conclusão do processo”, concluiu o órgão.