Veja como ganhar mais na aposentadoria por idade no INSS em 2019
Veja como ganhar mais na aposentadoria por idade no INSS em 2019. O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que pretende se aposentar por idade precisa ter um cuidado a mais: certificar-se de completar grupos fechados de 12 contribuições.
Esse detalhe pode resultar em aumento no valor do benefício, principalmente para pessoas com médias salariais mais altas.
A aposentadoria por idade pode ser solicitada aos 60 anos (mulher) ou 65 anos (homem), desde que o interessado tenha completado ao menos 15 anos de contribuição, o que significa ter feito 180 recolhimentos.
No cálculo dessa aposentadoria, a renda do beneficiário é igual a 70% do valor médio dos salários sobre os quais o segurado contribuiu desde julho de 1994, e mais 1% sobre essa média para cada ano de pagamento.
Mas esse acréscimo só ocorre quando o ano de contribuição está completo. De acordo com essa regra, um idoso que se aposenta com 15 anos e 11 meses de contribuição recebe 85% da sua média salarial, enquanto outro que tenha contribuído apenas um mês a mais fica com 86% da média. 1
Não dependa apenas do INSS: Com a tendência de aumento da expectativa de vida do brasileiro e outros problemas relacionados ao cenário econômico do país, ficou mais arriscado contar apenas com a previdência social.
Para um beneficiário com média salarial de R$ 5.000, por exemplo, a diferença no valor da renda mensal é de R$ 50 por mês ou R$ 650 durante um ano.
A conferência das contribuições acumuladas pode ser realizada por meio do extrato do Cnis (cadastro de informações sociais), disponível no site meu.inss.gov.br.
O país tem atualmente 10,7 milhões de aposentados por idade, o maior grupo entre os 34,8 milhões de beneficiários da Previdência, segundo dados do boletim estatístico de setembro, o mais recente do órgão.
Contribuições não devem ser esquecidas
Completar mais grupos de 12 contribuições nem sempre requer do segurado novos recolhimentos.
Períodos trabalhados e, eventualmente, deixados de fora dos registros do INSS também podem ser contabilizados.
Para isso, o mais importante é contar cuidadosamente as guias ou carnês de recolhimentos, para quem paga por conta própria, e os anos de registro na carteira profissional.
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