Fila de espera diminui com Bolsa Família no Pente-fino em 2019
Fila de espera diminui com Bolsa Família no Pente-fino em 2019. O ano começou com fôlego para a família de Resangela Santos Silva, que mora em Aracaju (SE). Desde janeiro, eles fazem parte do Bolsa Família. A autônoma conta que não enfrentou fila de espera e, em apenas 30 dias, já estava habilitada para receber o benefício do governo federal. A agilidade no processo é reflexo do pente-fino realizado em todo o país pelo Ministério da Cidadania, que vem trabalhando para combater fraudes no programa de transferência de renda.
Resangela ficou surpresa com a celeridade: “Em um mês, fiz o cadastro, fui aprovada e, no mês seguinte, comecei a receber. Foi rápido”. Desde então, na casa em que mora com o marido e os dois filhos, o dinheiro é usado na compra de gás e alimentos, o que permite que sobre renda para, pelo menos, três refeições ao dia.
Em Minas Gerais, no município de Ribeirão das Neves, o recurso proveniente do Bolsa Família faz a diferença também na vida da dona de casa Lidinilma Rocha. Ela relata que a filha Tamiles fez a solicitação para participar do programa em dezembro e a família recebeu a primeira parcela já em fevereiro. “Caiu na conta bem na época que a gente estava precisando mesmo, então foi ótimo. Agora estamos comprando fruta, leite, verdura para que não falte às crianças”, destaca. Além dela e da filha, seus dois netos vivem sob o mesmo teto.
Esforço – O ministro da Cidadania, Osmar Terra, enfatiza que o pente-fino é um instrumento para garantir que o auxílio chegue à população mais vulnerável, que realmente precisa. A peneira na lista de beneficiários assegura que o público-alvo do programa não espere mais do que 45 dias para começar a receber o recurso.
“O Bolsa Família já teve fila de milhões de pessoas que precisavam participar do programa e que não conseguiam, porque a vaga estava ocupada por quem não necessitava. Acabou a fila para proteger aqueles que realmente carecem do benefício”, salienta Osmar Terra.
Saiba mais – O programa de transferência de renda foi criado para contribuir no combate à pobreza e à desigualdade social no Brasil. Atua em três eixos: complemento de renda, acesso a direitos – como educação, saúde e assistência social – e articulação com outras ações para garantir o desenvolvimento das famílias beneficiárias. Os interessados devem se inscrever no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O registro pode ser feito nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou na gestão municipal do Bolsa Família e do Cadastro Único.
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