Veja os Golpes mais comuns que são aplicados na Black Friday: Saiba como evitar
Veja os Golpes mais comuns que são aplicados na Black Friday: Saiba como evitar. Já de olho no possível aumento do número de golpes virtuais durante a Black Friday — megaliquidação que acontecerá no dia 29 de novembro —, os bancos já se mobilizam para conscientizar os consumidores sobre o uso seguro da internet e dos canais digitais. Entre os dias 20 e 26 de outubro, as 18 instituições financeiras associadas à Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) vão promover a Semana da Segurança Digital, assim como a própria entidade.
A ideia é que essas instituições usem seus canais de comunicação para alertar os clientes para os riscos de fraudes. Segundo a Febraban, em momentos de euforia de compras diante do grande volume de ofertas, os criminosos usam especialmente a tática da engenharia social, “que consiste na manipulação do usuário para que ele lhe forneça informações confidenciais. O cliente é induzido a informar seus códigos e senhas para os estelionatários, o que gera fraudes e golpes”.
Segundo a Febraban, atualmente, 70% das fraudes estão vinculadas à engenharia social. E a Black Friday poderá ser um campo fértil para fraudes, pois uma pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) revela que o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões na edição deste ano. O volume estimado é 18% superior ao ano passado.
Além disso, outro levantamento feito pelo Google com a consultoria Provokers aponta que mais de 60% dos consumidores preferem a internet para fazer suas compras nesta época.
Vão participam da Semana da Segurança Digital as instituições Agibank, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banese, Banestes, Banpará, Banrisul, Bradesco, Caixa, C6 Bank, Inter, Itaú, Pan, Santander, Semear, Sicoob, Sicredi e Tribanco. A campanha vai até dezembro.
Durante a campanha de conscientização, serão usadas as hashtags #SegurançaDigital, #SemanadaSegurançaDigital e #CompartilheSegurançaDigital.
A Febraban, por sua vez, vai lançar a campanha também em seu site (febraban.org.br) e em suas redes sociais (Youtube, Facebook, Twitter e Linkedln).
Alguns cuidados a tomar
No caso do WhatsApp, é comum os criminosos enviarem mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado. Uma medida simples para evitar que o aplicativo seja clonado é habilitar no app a opção “Verificação em duas etapas” (Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas). Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pela ferramenta.
Segundo a Febraban, outro esquema muito utilizado por criminosos envolve aplicativos e links maliciosos. O golpe começa com o envio de um e-mail suspeito com um link. Quando o internauta clica nele, um vírus é instalado, e os bandidos ganham acesso ao dispositivo do usuário. Com essa técnica — chamada de phishing —, os criminosos conseguem solicitar dados, como números de cartão e senha.
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