Germano Celant, que cunhou o movimento arte povera, morre de coronavírus
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O italiano Germano Celant morreu, aos 80 anos, nesta quarta-feira (29) em Milão, na Itália, após complicações causadas pelo novo coronavírus. Curador de arte, historiador e crítico, Celant ganhou notoriedade após criar o termo “arte povera” na década de 1960.
O termo faz referência a um dos mais importantes movimentos da arte italiana no século 20, que incluiu artistas como Jannis Kounellis, Mario e Marisa Merz e Giuseppe Penone.
Celant foi diretor artístico da Fundação Prada, responsável pela elaboração de diversos projetos culturais, entre os anos de 1995 e 2014. Em 2015, tornou-se o superintendente científico da casa, que o homenageou em um tuíte nesta quarta.
Após ser internado semanas atrás no hospital San Raffaele, devido à Covid-19, Celant teve novas complicações causadas pela doença.
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