Mateo Retegui marca de pênalti, e Itália segue na frente contra Israel
Mateo Retegui colocou a Itália à frente no marcador em um duelo intenso contra Israel na Liga das Nações, com um gol de pênalti marcado aos 41 minutos. O jogo, que acontece no Stadio Friuli, em Udine, está sendo marcado por chances desperdiçadas e lances decisivos, com a seleção italiana dominando o primeiro tempo.
Domínio italiano e o impacto de Retegui
A seleção italiana iniciou o jogo pressionando desde os minutos iniciais, buscando impor seu ritmo no campo de casa. Com 63% de posse de bola nos primeiros 45 minutos, a equipe comandada por Luciano Spalletti conseguiu criar diversas oportunidades, mas esbarrava na defesa israelense e nas boas defesas de Omri Glazer, que retornou de lesão no início do segundo tempo.
Aos 41 minutos, o momento decisivo do primeiro tempo: Dor Peretz, meio-campista de Israel, cometeu uma falta dentro da área, resultando em um pênalti a favor da Itália. Mateo Retegui, com muita tranquilidade, converteu a cobrança, abrindo o placar para os italianos. Esse gol deu mais confiança à equipe, que seguiu pressionando até o intervalo.
Chances desperdiçadas e a atuação de Glazer
A primeira metade do jogo teve momentos de muita tensão para ambas as equipes. Mateo Retegui, além de marcar o gol de pênalti, teve outras duas boas oportunidades de cabeça, aos 13 e 36 minutos, mas ambas as finalizações saíram pela linha de fundo. Giacomo Raspadori, outro destaque do ataque italiano, também esteve próximo de ampliar o placar em dois momentos, mas Glazer, goleiro de Israel, fez defesas seguras.
Do lado israelense, Oscar Gloch foi um dos poucos a ameaçar o gol de Vicario, goleiro da Itália. Aos 8 e 32 minutos, Gloch tentou chutes de fora da área, mas ambos os arremates passaram ao lado do gol. A Itália seguiu superior na criação de jogadas, com Sandro Tonali e Nicolo Fagioli controlando o meio de campo e distribuindo bem a bola.
A pressão continua no segundo tempo
Com a vantagem de 1 a 0 no placar, a Itália voltou para o segundo tempo sem mudanças significativas na sua postura ofensiva. A equipe manteve a pressão sobre Israel, buscando o segundo gol para garantir a tranquilidade na partida. A entrada de Omri Glazer, que havia retornado de lesão, foi um ponto positivo para os visitantes, mas o goleiro foi forçado a trabalhar bastante, especialmente em jogadas de escanteio e bolas aéreas, onde a Itália leva bastante perigo.
Além de Retegui, Federico Dimarco e Nicolo Fagioli continuaram criando boas jogadas nas laterais e bolas paradas. A equipe italiana insistiu nas jogadas pelos lados, tentando explorar as fragilidades da defesa israelense, que se mostrava cansada conforme o jogo avançava.
O ritmo do jogo se mantém com lances de bola parada
A partida foi marcada por várias interrupções devido a faltas e escanteios. A Itália, por exemplo, teve seis escanteios até os 45 minutos, mostrando como as jogadas de bola parada eram fundamentais para a equipe de Spalletti. Dimarco foi o responsável pela maioria das cobranças, buscando sempre os cabeceios de Retegui e Bastoni, que se mostraram perigosos dentro da área adversária.
Israel, por sua vez, tentava se recompor defensivamente, mas a falta de criatividade no ataque dificultava suas chances de igualar o placar. Os ataques israelenses se resumiram a contra-ataques rápidos e arremessos laterais, que muitas vezes não chegavam a resultar em finalizações diretas ao gol de Vicario.
Estatísticas reforçam superioridade italiana
Com mais de 12 chutes ao gol, a Itália mostrou um controle absoluto da partida, embora a pontaria não tenha sido perfeita em todas as oportunidades. Os italianos, que haviam marcado três gols contra a França na última rodada, agora enfrentam Israel com uma defesa sólida, mas que não tem conseguido criar muito no ataque. A baixa eficiência ofensiva de Israel, com apenas três chutes ao gol, reflete as dificuldades enfrentadas pela equipe visitante para quebrar a defesa italiana.
Além disso, o controle da posse de bola continuou sendo um fator decisivo. Enquanto a Itália mantinha a bola no campo adversário, Israel se viu obrigada a recuar, apostando em raros contra-ataques. O desempenho de Oscar Gloch, uma das principais promessas israelenses, não foi suficiente para superar a compacta defesa italiana, liderada por Giovanni Di Lorenzo e Alessandro Bastoni.
Os desafios de Israel e a busca pelo empate
Com 45 minutos restantes, a equipe de Ran Ben Shimon precisará encontrar alternativas para pressionar mais a defesa italiana se quiser evitar mais uma derrota na Liga das Nações. A entrada de jogadores como Ramzi Safuri e Thai Baribo pode trazer mais agressividade ao ataque israelense, que terá que ser mais eficiente nas finalizações.
Israel já havia sofrido três derrotas consecutivas antes deste confronto, e a pressão para mudar esse cenário cresce a cada minuto. A equipe ocupa a última colocação no Grupo 2 da Liga A, com apenas um ponto, e vê suas chances de evitar o rebaixamento diminuírem a cada rodada.
Momentos cruciais para o desfecho do jogo
À medida que o segundo tempo avança, é provável que Luciano Spalletti faça alterações estratégicas para garantir o controle do jogo. Jogadores como Gianluca Scamacca e Niccolò Zaniolo, que estão no banco, podem ser opções para o treinador italiano aumentar a pressão ofensiva e consolidar a vitória.
Enquanto isso, Israel precisará superar suas próprias limitações e buscar um gol para manter-se viva na partida. A seleção italiana, com o histórico de ser dominante em casa, continua sendo a favorita para sair vitoriosa neste duelo, mas o futebol tem mostrado, rodada após rodada, que surpresas sempre podem acontecer.
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