Colômbia e Brasil empatam em 1×1 no tempo normal e disputam título Sub-17 nos pênaltis com 2×1 para o Brasil até o momento

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Penalti Brasil Foto: Penalti Brasil

A final do Campeonato Sul-Americano Sub-17, disputada em Cartagena no dia 12 de abril de 2025, colocou Colômbia e Brasil frente a frente em um duelo eletrizante. O Estádio Jaime Morón León foi palco de um jogo equilibrado, que terminou empatado em 1×1 no tempo normal, com gols de Sevillano para os colombianos e Ângelo para os brasileiros. Agora, a decisão do título segue para os pênaltis, onde o Brasil lidera por 2×1 até o momento, com destaque para a cobrança convertida por Thiago. A torcida lotou as arquibancadas, criando uma atmosfera vibrante, enquanto as duas seleções mostraram talento e determinação em busca do troféu continental. O jogo, que reúne jovens promessas do futebol sul-americano, reforça a tradição do torneio como vitrine para futuros craques.

O Brasil entrou em campo como favorito, invicto na competição e dono da melhor campanha, com quatro vitórias e um empate. A seleção, comandada por jogadores como Ruan Pablo e Zé Lucas, buscava o 14º título da história no Sul-Americano Sub-17. A Colômbia, por sua vez, embalada pela goleada de 5×1 sobre a Venezuela na semifinal, contava com o apoio da torcida local e a força de atletas como Londoño, vice-artilheiro do torneio com cinco gols.

A partida começou intensa, com ambos os times criando chances nos primeiros minutos. A Colômbia pressionou com jogadas pelas laterais, enquanto o Brasil apostava na velocidade de seus atacantes. O equilíbrio marcou o confronto, com defesas sólidas e momentos de brilho individual que mantiveram o placar zerado até o fim do primeiro tempo, apesar do gol colombiano aos 40 minutos.

  • Números iniciais do confronto:
    • Brasil: 4 vitórias, 1 empate, 9 gols marcados e 3 sofridos no torneio.
    • Colômbia: Liderou o Grupo A com 9 pontos em 4 jogos.
    • Ruan Pablo: Artilheiro brasileiro com 3 gols na competição.
    • Londoño: 5 gols, vice-artilheiro do Sul-Americano Sub-17.

Primeiro tempo disputado

O jogo começou com a Colômbia tomando a iniciativa. Logo no primeiro minuto, Luis Eduardo sentiu dores no ombro, mas retornou rapidamente. Aos 5 minutos, Londoño, destaque colombiano, escapou pela esquerda, mas Ângelo fez a cobertura precisa. O Brasil respondeu aos 9 minutos, quando Felipe Morais cobrou uma falta na área, ganhando um escanteio após desvio da defesa adversária.

A seleção brasileira encontrou dificuldades para furar o bloqueio colombiano. Aos 15 minutos, Zé Lucas tentou um passe longo para Ruan Pablo, mas a bola saiu mal. A Colômbia, mais organizada, criou perigo aos 25 minutos, quando Quiñones soltou uma bomba de fora da área, exigindo grande defesa de Arthur Jampa. O Brasil teve uma chance clara aos 35 minutos, com Kayke recebendo na área, mas hesitando e perdendo a oportunidade.

Aos 40 minutos, a Colômbia abriu o placar. Sevillano recebeu um passe preciso de Londoño e finalizou sem chances para Arthur Jampa, incendiando a torcida em Cartagena. O Brasil tentou reagir, mas esbarrou na marcação adversária. O primeiro tempo terminou com os donos da casa em vantagem, apesar da pressão brasileira nos minutos finais.

Equilíbrio no segundo tempo

A etapa final trouxe um Brasil mais agressivo. Aos 4 minutos, Ruan Pablo arriscou de fora da área, mas Mendoza defendeu com segurança. Dois minutos depois, Felipe Morais teve a melhor chance, lançado por Kayke Ayrton, mas finalizou fraco, permitindo o corte da zaga colombiana. A Colômbia respondeu aos 12 minutos, com Orozco chutando de longe, mas sem direção.

Substituições começaram a mudar o ritmo do jogo. Aos 11 minutos, Vitor Hugo entrou no Brasil, trazendo mais dinamismo. Aos 23 minutos, Dell substituiu Luiz Gustavo, enquanto a Colômbia trocou Quiñones por Cataño. O Brasil cresceu, e aos 33 minutos, Dell brigou com Mendoza em uma dividida, quase marcando. A Colômbia, por sua vez, segurava o resultado com uma defesa sólida.

Aos 42 minutos, o Brasil empatou. Rafael Gonzaga cruzou na área, e Ângelo, com um cabeceio preciso, encobriu Mendoza, marcando um golaço que igualou o placar. Nos minutos finais, Wesley Natã e Ruan Pablo lideraram investidas perigosas, mas a defesa colombiana resistiu, levando o jogo para os pênaltis.

Momentos decisivos da partida

A final foi marcada por lances que definiram o equilíbrio entre as equipes. Ambos os times mostraram qualidade técnica e preparo físico, com jogadas que empolgaram a torcida em Cartagena.

  • 5’ 1T: Londoño escapa pela esquerda, mas Ângelo faz a cobertura, evitando o perigo.
  • 25’ 1T: Quiñones chuta forte de fora da área, e Arthur Jampa faz grande defesa.
  • 40’ 1T: Sevillano recebe passe de Londoño e abre o placar para a Colômbia.
  • 6’ 2T: Felipe Morais desperdiça chance clara na cara do gol, com corte da zaga.
  • 42’ 2T: Ângelo empata com um cabeceio perfeito após cruzamento de Rafael Gonzaga.

Pressão nos minutos finais

Os instantes finais do tempo normal foram de pura emoção. Aos 45 minutos, o árbitro sinalizou quatro minutos de acréscimo, e o Brasil partiu para o ataque. Ruan Pablo e Tiago invadiram a área duas vezes, mas esbarraram na marcação colombiana. Aos 48 minutos, Wesley Natã fez uma jogada brilhante, pedalando e cruzando para Ruan, que cabeceou fraco, facilitando a defesa de Mendoza.

A Colômbia, mesmo recuada, tentou segurar a bola no campo de ataque. Aos 47 minutos, Dell cruzou pela esquerda, mas ninguém completou. O empate persistiu, e a decisão foi para os pênaltis, com o Brasil mostrando confiança após o gol de empate no fim.

A torcida colombiana, que lotava o estádio, manteve o apoio, enquanto os brasileiros vibravam com a reação da equipe. O jogo, até o momento, reflete a rivalidade saudável entre as duas nações, com jovens atletas buscando escrever seus nomes na história do futebol sul-americano.

Disputa de pênaltis em andamento

Nos pênaltis, o Brasil começou batendo. Gustavo converteu a primeira cobrança, colocando a seleção à frente. Na sequência, Rivas, da Colômbia, bateu no meio do gol, mas Arthur Jampa defendeu com a perna, levantando a torcida. Thiago, do Brasil, marcou o segundo gol, consolidando a vantagem parcial de 2×1. A disputa segue aberta, com os dois times mostrando nervosismo e concentração.

A experiência de Arthur Jampa, que já havia brilhado na semifinal contra o Chile, foi decisiva na defesa do pênalti colombiano. O Brasil, com jogadores como Gustavo e Thiago, aposta na precisão para manter a liderança. A Colômbia, por outro lado, precisa se recuperar para buscar o título em casa.

O desfecho da final permanece incerto, com os pênaltis definindo o campeão. A qualidade técnica de ambos os lados garante um espetáculo digno de uma decisão continental, com jovens talentos em evidência.

Destaques individuais

Ruan Pablo, artilheiro brasileiro com três gols na competição, foi peça-chave no ataque, mesmo sem marcar na final. Sua movimentação abriu espaços e criou dificuldades para a defesa colombiana. Ângelo, autor do gol de empate, mostrou oportunismo e qualidade no cabeceio, sendo um dos grandes nomes do jogo.

Pela Colômbia, Londoño confirmou sua fama de vice-artilheiro. Além do passe para o gol de Sevillano, ele participou ativamente das jogadas ofensivas, exigindo atenção constante da zaga brasileira. Mendoza, no gol, fez defesas importantes, mas não conseguiu evitar o empate no fim.

Zé Lucas, do Brasil, trouxe equilíbrio ao meio-campo, enquanto Felipe Morais tentou liderar as jogadas de criação. Na Colômbia, Quiñones e Orozco foram fundamentais na marcação, mas cartões amarelos limitaram suas ações no segundo tempo.

Contexto do torneio

O Sul-Americano Sub-17 de 2025, realizado na Colômbia, é a 20ª edição do torneio, que classifica sete equipes para a Copa do Mundo da categoria. O Brasil, maior campeão com 13 títulos, busca consolidar sua hegemonia. A Colômbia, em sua primeira final, sonha com a conquista inédita diante da torcida.

O torneio teve Montería e Cartagena como sedes, com dez seleções divididas em dois grupos. Brasil e Colômbia lideraram suas chaves na primeira fase, confirmando o favoritismo. A competição destacou jovens talentos, como Dell, do Brasil, que marcou o gol da vitória na semifinal contra o Chile.

A rivalidade entre Brasil e Colômbia, já conhecida em outras categorias, ganhou um novo capítulo nesta final. O equilíbrio no tempo normal reflete a evolução do futebol de base na região, com ambos os países investindo na formação de atletas.

Números do confronto

A partida foi marcada por estatísticas que mostram o equilíbrio entre as equipes. O Brasil teve leve vantagem na posse de bola, enquanto a Colômbia foi mais eficiente nas finalizações no primeiro tempo.

  • Posse de bola: Brasil 52%, Colômbia 48%.
  • Finalizações: Brasil 8, Colômbia 7.
  • Escanteios: Brasil 4, Colômbia 3.
  • Cartões amarelos: Brasil 1, Colômbia 3.

Caminho até a final

O Brasil chegou à decisão com uma campanha impecável. Na fase de grupos, venceu três jogos, empatou um e sofreu apenas três gols. Na semifinal, bateu o Chile por 1×0, com gol de Dell, mostrando solidez defensiva e eficiência no ataque.

A Colômbia, anfitriã, dominou o Grupo A com três vitórias e uma derrota. Na semifinal, aplicou uma goleada de 5×1 sobre a Venezuela, com Londoño marcando duas vezes. A torcida local foi um fator extra, especialmente na final, onde o apoio foi constante.

Ambas as equipes mostraram consistência ao longo do torneio, com sistemas táticos bem definidos. O Brasil apostou em transições rápidas, enquanto a Colômbia explorou jogadas pelas laterais e bolas longas.

Expectativas para o desfecho

A disputa de pênaltis mantém a tensão no Estádio Jaime Morón León. O Brasil, com a vantagem de 2×1 até agora, conta com a frieza de seus jogadores para assegurar o título. A Colômbia, mesmo após a defesa de Arthur Jampa, ainda tem chances de reverter o placar com as próximas cobranças.

A final Sub-17 é mais do que uma disputa por um troféu. Ela representa o futuro do futebol sul-americano, com atletas que podem brilhar em clubes e seleções principais nos próximos anos. A rivalidade entre Brasil e Colômbia, somada à qualidade técnica, faz do jogo um marco na competição.

O desfecho, ainda em aberto, promete emoções até o último momento. A torcida, tanto em Cartagena quanto acompanhando pela TV, aguarda ansiosa para saber quem levantará a taça.

Calendário do torneio

O Sul-Americano Sub-17 começou em 27 de março e termina em 12 de abril. A final entre Colômbia e Brasil é o ponto alto, mas outros jogos definiram as vagas para o Mundial.

  • Fase de grupos: 27 de março a 4 de abril, em Montería e Cartagena.
  • Semifinais: 9 e 10 de abril, com Brasil x Chile e Colômbia x Venezuela.
  • Disputa de 3º lugar: Venezuela 3×0 Chile, em 12 de abril.
  • Final: Colômbia x Brasil, 12 de abril, em Cartagena.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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