The Chosen: Última Ceia atrai 72,8 mil ao cinema no Brasil e lidera bilheterias com R$ 1,5 milhão
Quinta-feira, 10 de abril, marcou um marco para o cinema brasileiro com a estreia dos dois primeiros episódios da nova temporada de The Chosen, intitulada Última Ceia. A produção, que retrata os eventos da Semana Santa sob a perspectiva de Jesus Cristo e seus discípulos, vendeu 72,8 mil ingressos em um único dia, arrecadando R$ 1,5 milhão e alcançando o topo das bilheterias nacionais. Exibida em mais de 300 salas, a temporada conquistou o público com sua narrativa envolvente, cenários grandiosos e uma qualidade técnica que rivaliza com grandes produções de Hollywood. A alta demanda por ingressos, com filas virtuais em plataformas de venda, reflete o fenômeno cultural que a série se tornou no Brasil, atraindo espectadores de diferentes idades e contextos.
A estreia de Última Ceia empatou tecnicamente com Um Filme Minecraft como o maior lançamento da semana em arrecadação, segundo dados do mercado cinematográfico. A escolha de exibir os episódios nas telonas antes de sua disponibilização em plataformas de streaming trouxe uma experiência única, com som imersivo e imagens captadas por câmeras de última geração. Dirigida por Dallas Jenkins, a temporada investiu em locações detalhadas e novos equipamentos, recriando a Jerusalém do século I com autenticidade. No Brasil, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte registraram sessões lotadas, com cinemas como Cinemark e Kinoplex oferecendo horários extras para atender à procura.
O impacto da série vai além dos números. The Chosen, que começou como um projeto financiado por crowdfunding, transformou-se em um sucesso global, exibido em mais de 40 países. A temporada Última Ceia, lançada mundialmente a partir de 10 de abril, destaca momentos como a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e a purificação do templo, apresentados com uma abordagem que humaniza os personagens históricos. A estratégia de lançamento em três partes, com episódios distribuídos ao longo de quatro semanas, mantém o público engajado, enquanto a experiência cinematográfica amplifica a conexão emocional com a narrativa.
Um marco nas bilheterias brasileiras
A chegada de Última Ceia aos cinemas brasileiros consolidou The Chosen como um fenômeno cultural e comercial. Em São Paulo, cinemas da rede Cinemark no Shopping Eldorado e no Market Place registraram longas filas na estreia, com espectadores aguardando ansiosamente para assistir aos episódios. Em Recife, shoppings como o RioMar Recife lotaram suas salas, enquanto em Belo Horizonte, o público do BH Shopping aplaudiu ao fim das sessões. A codistribuição no Brasil, realizada por empresas especializadas, garantiu que a temporada alcançasse mais de 300 salas, cobrindo desde grandes capitais até cidades menores como Campinas e Joinville.
A temporada, que explora os eventos que culminam na Última Ceia e na prisão de Jesus, foi planejada para destacar a grandiosidade do cinema. Cenas como a purificação do templo, filmadas com ângulos dinâmicos, capturam o caos e a determinação de Jesus, interpretado por Jonathan Roumie. O som surround, combinado com telas amplas, cria uma imersão que diferencia a experiência cinematográfica do streaming. No Rio de Janeiro, cinemas da Zona Sul, como o Botafogo Praia Shopping, ofereceram sessões extras para atender à alta procura, especialmente no fim de semana, quando o calor levou multidões às ruas.
Os números iniciais da estreia reforçam o sucesso da estratégia:
- 72,8 mil ingressos vendidos em um único dia.
- Arrecadação de R$ 1,5 milhão nas bilheterias.
- Empate com Um Filme Minecraft como maior lançamento da semana.
- Exibição em mais de 300 salas em todo o Brasil.
A construção de uma temporada épica
Dallas Jenkins, criador e diretor de The Chosen, descreveu Última Ceia como o ponto mais alto da série até o momento. As filmagens, realizadas entre abril e julho do ano passado, trouxeram inovações técnicas que elevaram o padrão da produção. Câmeras de alta definição capturaram cenários expansivos, enquanto o design de produção recriou com precisão a Jerusalém do século I, com mercados movimentados, templos imponentes e ruas de pedra. A narrativa foca na entrada de Jesus em Jerusalém, recebida com entusiasmo pela multidão, e nos conflitos crescentes com os líderes religiosos, que veem sua influência ameaçada.
Jonathan Roumie, que interpreta Jesus, entrega uma performance que combina força e vulnerabilidade. Sua preparação incluiu meses de estudo de textos históricos, garantindo uma interpretação autêntica. A temporada explora momentos-chave, como a purificação do templo, onde Jesus confronta práticas que considera injustas, e a Última Ceia, que destaca os laços entre os discípulos em meio à tensão da traição iminente. No Brasil, onde a série já conquistou uma base fiel por meio de exibições gratuitas e eventos comunitários, a expectativa para esses episódios era alta, com sessões marcadas por silêncio durante cenas intensas e aplausos ao final.
A escolha de priorizar o cinema reflete a visão de Jenkins de criar uma experiência coletiva. Diferentemente do streaming, onde o espectador assiste sozinho, as telonas oferecem um espaço para compartilhar emoções. Em cidades como Curitiba e Salvador, cinemas ofereceram sessões com legendas e dublagem, garantindo acessibilidade a públicos diversos. A estratégia de dividir a temporada em três partes, com os episódios 3, 4 e 5 programados para as próximas semanas e os capítulos finais em maio, mantém o público engajado, ansioso pelo desdobramento da narrativa.
O impacto global de The Chosen
A expansão de The Chosen para mais de 40 países destaca seu status como um fenômeno global. No México, as estreias atraíram milhares de espectadores em cidades como Cidade do México e Guadalajara, com cinemas registrando alta procura. No Reino Unido, exibições em Londres e Manchester conquistaram um público diversificado, enquanto na Itália, Alemanha e Polônia, a proximidade com a Páscoa ampliou o impacto da narrativa. Nas Filipinas e na Índia, onde a série já tem uma base consolidada, as estreias incluíram eventos especiais, como debates após as sessões.
Nos Estados Unidos, o lançamento começou em 27 de março, com a temporada dividida em três blocos. A arrecadação global nas bilheterias já supera expectativas, rivalizando com grandes produções. No Canadá, sessões em Toronto e Vancouver lotaram, enquanto na Austrália, cidades como Sydney e Melbourne registraram alta demanda. A universalidade da história, que explora temas como fé, conflito e humanidade, ressoa em diferentes culturas, tornando The Chosen um marco no entretenimento contemporâneo.
A série, que começou em 2019 como o maior projeto de crowdfunding da história, arrecadou milhões de dólares de apoiadores globais. O orçamento ampliado da temporada atual permitiu investimentos em figurinos autênticos, efeitos visuais e reconstruções minuciosas de cenários históricos. No Brasil, a transição para o cinema foi recebida com entusiasmo, com espectadores destacando a qualidade visual e sonora como um diferencial em relação às temporadas anteriores, disponíveis gratuitamente em plataformas como o aplicativo oficial da série.
Momentos que definem Última Ceia
A temporada Última Ceia mergulha nos eventos da Semana Santa com uma mistura de grandiosidade e intimidade. A entrada de Jesus em Jerusalém, acolhida por multidões, cria um contraste com a tensão crescente entre os líderes religiosos. A purificação do templo, um dos pontos altos dos primeiros episódios, é retratada com energia quase palpável, com ângulos dinâmicos que captam a confusão no local. A Última Ceia, que dá nome à temporada, enfatiza os laços entre os discípulos, mesmo diante da traição iminente, com diálogos que revelam suas dúvidas e esperanças.
No Brasil, o público reagiu com emoção a essas sequências. Em Belo Horizonte, espectadores relataram sessões marcadas por silêncio absoluto durante os momentos mais intensos, seguidos por aplausos. Em São Paulo, cinemas como o do Shopping Morumbi registraram a presença de grupos familiares, enquanto em Goiânia, jovens lotaram salas para assistir aos episódios. A capacidade da série de equilibrar espetáculo e profundidade tem sido um de seus maiores trunfos, atraindo tanto fãs antigos quanto novos espectadores.
A qualidade técnica da temporada também impressiona. As filmagens, realizadas em locações em Utah e Texas, usaram câmeras de última geração para capturar cenários expansivos. O design de som, com murmúrios de multidões e silêncios tensos, amplifica a imersão. No Rio de Janeiro, espectadores destacaram a experiência de assistir à purificação do templo em telas amplas, com som surround que tornava cada detalhe mais impactante.
Cronograma das exibições no Brasil
As exibições de Última Ceia seguem um calendário estratégico para manter o público engajado:
- 10 de abril: Estreia dos episódios 1 e 2, com 72,8 mil ingressos vendidos.
- Próximas semanas: Lançamento dos episódios 3, 4 e 5 em mais de 300 salas.
- Maio: Exibição dos episódios finais, encerrando a temporada nas telonas.
A força do cinema como experiência coletiva
Exibir The Chosen nas telonas não é apenas uma questão de escala, mas de conexão. A temporada Última Ceia foi planejada para aproveitar o potencial do cinema, com sequências que ganham força em telas grandes. A purificação do templo, por exemplo, destaca o caos e a determinação de Jesus, enquanto a Última Ceia capta a intimidade dos discípulos em um momento de tensão. O áudio imersivo, com diálogos claros e ambientação rica, cria uma experiência que vai além do streaming.
No Brasil, onde o cinema enfrenta a concorrência de plataformas digitais, The Chosen prova que o público valoriza a experiência coletiva. Em Florianópolis, cinemas registraram a presença de grupos familiares, enquanto em Brasília, shoppings da rede Kinoplex ofereceram sessões antecipadas para atender à demanda. A estratégia de lançamento em três partes mantém os espectadores curiosos, com cada bloco de episódios avançando a narrativa de forma envolvente.
A escolha pelo cinema também reflete o crescimento da série. Desde sua estreia, The Chosen se destacou por sua abordagem inovadora, financiada por milhões de apoiadores globais. A temporada atual, com um orçamento maior, investiu em detalhes que vão desde figurinos autênticos até reconstruções minuciosas de cenários históricos. Em cidades como Porto Alegre e Fortaleza, cinemas planejam eventos especiais para os episódios finais, incluindo debates após as sessões.
O apelo cultural no Brasil
O sucesso de The Chosen no Brasil não é surpresa. Desde sua primeira temporada, a série conquistou uma audiência fiel, impulsionada por exibições gratuitas em plataformas como o aplicativo oficial e por eventos organizados por comunidades religiosas. A transição para o cinema ampliou esse alcance, atraindo também espectadores que buscam uma experiência cinematográfica de qualidade. Em Salvador, cinemas ofereceram sessões com legendas e dublagem, garantindo acessibilidade a públicos diversos.
A arrecadação de R$ 1,5 milhão na estreia reflete o potencial do mercado cinematográfico brasileiro. Mesmo competindo com blockbusters, Última Ceia se destacou, comprovando que histórias com profundidade emocional podem rivalizar com produções de grande orçamento. A presença de Jonathan Roumie como Jesus, combinada com o elenco coadjuvante que dá vida aos discípulos, cria uma conexão imediata com o público. Em São Paulo, cinemas como os do Shopping Eldorado anunciaram sessões adicionais, enquanto em Recife, a procura por ingressos antecipados foi alta.
A narrativa de The Chosen, que explora temas universais como fé, dúvida e humanidade, ressoa profundamente no Brasil, onde a espiritualidade é parte integrante da cultura. Em Belo Horizonte, espectadores destacaram a emoção de assistir à Última Ceia em um ambiente coletivo, onde o silêncio durante as cenas mais intensas era seguido por aplausos. A série, que começou como um projeto independente, hoje rivaliza com grandes estúdios, e sua trajetória é um testemunho de seu impacto.
O futuro de The Chosen
A temporada Última Ceia não marca o fim de The Chosen, mas um ponto de virada. Com duas temporadas já confirmadas para o futuro, a série planeja explorar os eventos após a Semana Santa, mantendo o foco na humanidade dos personagens. No Brasil, a expectativa é que os episódios finais, previstos para maio, mantenham o mesmo nível de engajamento. Cinemas em Curitiba e Goiânia já preparam eventos especiais, enquanto em São Paulo, a demanda por ingressos antecipados continua crescendo.
A produção, que começou como um projeto financiado por fãs, hoje é um marco no entretenimento global. O investimento em tecnologia, como câmeras de alta definição e equipes de efeitos visuais, elevou o padrão da série. No Brasil, onde o cinema enfrenta desafios como a concorrência com o streaming, The Chosen prova que o público ainda valoriza a experiência das telonas. A estratégia de dividir a temporada em três partes mantém os espectadores ansiosos, com cada novo bloco de episódios ampliando o impacto da narrativa.
A força de Última Ceia está em sua capacidade de unir espetáculo e emoção. A série não apenas reconta eventos históricos, mas os apresenta sob a perspectiva de personagens que enfrentam dúvidas, medos e esperanças. Em Florianópolis, cinemas registraram a presença de grupos familiares, enquanto em Brasília, jovens lotaram salas para assistir aos episódios. A escolha de lançar a temporada no cinema antes do streaming reflete uma aposta na experiência compartilhada, onde o público pode rir, chorar e refletir junto.
Curiosidades sobre a produção
A temporada Última Ceia trouxe inovações que reforçam o impacto de The Chosen:
- A série é o maior projeto de crowdfunding da história, com milhões arrecadados de apoiadores globais.
- Jonathan Roumie passou meses estudando textos históricos para interpretar Jesus.
- As filmagens levaram quatro meses, com locações em Utah e Texas.
- O design de produção recriou a Jerusalém do século I com detalhes minuciosos.
Uma narrativa que conecta gerações
A capacidade de The Chosen de unir diferentes públicos é um de seus maiores trunfos. No Brasil, a série atraiu desde jovens em busca de uma experiência cinematográfica até famílias que veem na narrativa um reflexo de seus valores. Em Porto Alegre, cinemas registraram sessões lotadas com públicos de todas as idades, enquanto em Salvador, a presença de grupos comunitários reforçou o apelo da série. A qualidade técnica, com cenários expansivos e som imersivo, torna a experiência nas telonas inesquecível.
A estreia de Última Ceia, com seus 72,8 mil ingressos vendidos, é apenas o começo de uma temporada que promete marcar a história da série. As próximas semanas, com novos episódios chegando às telonas, manterão os holofotes sobre essa produção que redefine o gênero. No Brasil, onde o cinema continua sendo uma forma de celebração coletiva, The Chosen encontrou o ambiente perfeito para brilhar, conectando espectadores em uma experiência que vai além da tela.
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