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Não compre esses 5 smartphones em 2025: modelos defasados que não valem o desconto

Galaxy A04
Foto: Galaxy A04 - Foto: Mehaniq / Shutterstock.com

Comprar um smartphone novo pode parecer uma tarefa simples, mas as promoções tentadoras de 2025 escondem armadilhas. Nem todo desconto significa um bom negócio, especialmente quando o aparelho já nasceu ultrapassado ou não acompanha as demandas atuais. Modelos como o Galaxy A04, Moto E13 e até o iPhone SE 3, apesar de preços atrativos, podem frustrar quem busca desempenho e longevidade. Entenda por que esses dispositivos estão na lista dos que você deve evitar.

A escolha de um celular exige atenção a detalhes como processador, suporte a 5G e atualizações de software. Muitos aparelhos baratos, mesmo em oferta, falham em entregar o básico para o uso diário. Aqui estão os principais motivos para deixar esses modelos de lado:

  • Desempenho fraco: Chips antigos travam em tarefas simples.
  • Falta de atualizações: Sem suporte, o celular fica vulnerável.
  • Tecnologias ultrapassadas: Telas pequenas e ausência de 5G limitam a experiência.

Essa lista destaca cinco smartphones que, mesmo com descontos, não justificam o investimento em 2025. Há opções melhores por valores semelhantes, garantindo mais qualidade e durabilidade.

Preços baixos, problemas altos

Smartphones com valores abaixo de R$ 600, como o Galaxy A04 e A04e, atraem consumidores com orçamento apertado. Lançados em 2022, esses modelos chegaram ao mercado com processadores Helio P35 e P22, que já eram considerados fracos na época. Em 2025, eles mal conseguem rodar aplicativos como WhatsApp, Instagram ou navegadores sem engasgos. A ausência de 5G também os torna obsoletos em um cenário onde a conectividade rápida é essencial.

A experiência com o sistema operacional é outro ponto crítico. O Galaxy A04 e A04e usam o One UI Core, uma versão simplificada do Android que corta recursos importantes, como multitarefa eficiente. Sem leitor biométrico e com carregamento lento, esses aparelhos oferecem uma usabilidade frustrante. Por cerca de R$ 1.000, o Galaxy A15 5G entrega desempenho superior, tela AMOLED e suporte a atualizações, sendo uma escolha bem mais inteligente.

Limitações da linha Moto E

A Motorola já foi referência em celulares acessíveis, mas a linha Moto E perdeu competitividade. O Moto E13, equipado com o chip Unisoc T606, sofre com desempenho lento, mesmo em tarefas básicas. Seu armazenamento de 64 GB enche rapidamente, e a falta de leitor de digitais compromete a segurança. Jogos ou aplicativos pesados estão fora de cogitação, tornando o aparelho uma opção limitada para 2025.

O Moto E22, por outro lado, tenta atrair com tela de 90 Hz e som estéreo. No entanto, o processador Helio G37 não acompanha o ritmo, resultando em travamentos frequentes. As câmeras, com sensores básicos, produzem fotos de baixa qualidade, especialmente em ambientes com pouca luz. Ambos os modelos ainda rodam Android 13, sem previsão de atualizações, enquanto concorrentes na mesma faixa de preço já oferecem Android 14 e suporte prolongado.

  • Problemas do Moto E13: Chip fraco, sem leitor biométrico, armazenamento limitado.
  • Pontos fracos do E22: Desempenho lento, câmeras ruins, sem updates.
  • Alternativa viável: O Moto G35, com 5G e tela Full HD, custa pouco mais e entrega muito mais.

iPhone SE 3: potência com ressalvas

O iPhone SE 3, lançado em 2022, surpreende com o chip A15 Bionic, o mesmo do iPhone 13. Ele é rápido e recebe atualizações regulares da Apple, mas suas limitações pesam em 2025. A tela LCD de 4,7 polegadas, com bordas largas, parece deslocada em um mercado dominado por displays grandes e OLED. A experiência de assistir a vídeos ou jogar é comprometida pelo tamanho reduzido e pela resolução baixa.

Iphone
Iphone – Foto: Photo Agency / Shutterstock.com

A bateria do iPhone SE 3 é outro problema. Com capacidade limitada, o aparelho exige recargas frequentes, especialmente para usuários ativos. A ausência de Face ID e o design datado, com botão Home, agradam apenas a um público muito específico, como idosos que preferem o formato clássico. Por valores próximos a R$ 3.500, o iPhone 13 oferece tela OLED de 6,1 polegadas, Face ID e maior versatilidade, sendo uma escolha mais equilibrada.

Por que evitar aparelhos defasados

Celulares como o Galaxy A04, Moto E13 e E22 compartilham um problema comum: especificações que já eram insuficientes em seus lançamentos. Em 2025, com o avanço rápido da tecnologia, esses modelos ficam ainda mais distantes das expectativas. A conectividade 5G, por exemplo, tornou-se padrão até em aparelhos de entrada, enquanto processadores mais eficientes garantem multitarefa sem engasgos.

Além disso, a longevidade de um smartphone depende do suporte de software. Fabricantes como Samsung e Google prometem até quatro anos de atualizações em modelos acessíveis, algo que os aparelhos desta lista não oferecem. Investir em um celular sem updates é arriscar problemas de segurança e incompatibilidade com novos aplicativos.

  • Sem 5G: Conexão lenta em um mundo que exige rapidez.
  • Chips antigos: Travamentos em apps do dia a dia.
  • Sem suporte: Vulnerabilidades e obsolescência precoce.

Alternativas que valem o investimento

Evitar os modelos listados não significa gastar fortunas. O mercado de 2025 oferece opções acessíveis que equilibram custo e benefício. O Galaxy A15 5G, por exemplo, combina tela AMOLED de 6,5 polegadas, processador Dimensity 6100+ e suporte a 5G por cerca de R$ 1.100. Sua bateria de 5.000 mAh e atualizações garantidas por anos tornam-no ideal para quem busca durabilidade.

O Moto G35 é outra escolha sólida. Com design premium, tela Full HD de 120 Hz e chip Unisoc T760, ele lida bem com redes sociais, vídeos e até jogos leves. A câmera principal de 50 MP com estabilização óptica surpreende na faixa de preço, enquanto o Android 14 garante atualizações futuras. Disponível por volta de R$ 1.050, é uma alternativa direta aos Moto E13 e E22.

Para fãs da Apple, o iPhone 13 continua sendo uma opção robusta. Lançado em 2021, ele mantém desempenho de ponta com o chip A15 Bionic, tela OLED e câmeras versáteis. Em promoções, aparece abaixo de R$ 3.500, oferecendo uma experiência premium sem o preço elevado dos modelos mais recentes.

Câmeras que decepcionam

A qualidade fotográfica é um fator decisivo na compra de smartphones, mas os modelos desta lista deixam a desejar. O Galaxy A04 e A04e possuem sensores principais de 50 MP, mas a falta de processamento eficiente resulta em fotos granuladas e sem detalhes, especialmente à noite. A câmera frontal de 5 MP é praticamente inutilizável para selfies em condições adversas.

Os Moto E13 e E22 seguem a mesma linha. O E13, com sensor de 13 MP, produz imagens lavadas, enquanto o E22, apesar de um sensor de 16 MP, sofre com ruídos e baixa nitidez. Comparados a concorrentes como o Galaxy A15 5G, que oferece um conjunto triplo com ultrawide e macro, esses aparelhos ficam muito atrás.

  • Galaxy A04/A04e: Fotos granuladas, sem modo noturno.
  • Moto E13: Câmera principal fraca, sem versatilidade.
  • Moto E22: Resultados ruins em baixa luz.

Bateria e carregamento: pontos fracos

A autonomia de bateria é crucial para o uso diário, mas os celulares listados enfrentam dificuldades. O Galaxy A04 e A04e, apesar de baterias de 5.000 mAh, sofrem com processadores ineficientes que consomem energia rapidamente. O carregamento de 10W é outro problema, exigindo horas para uma recarga completa.

O Moto E13 e E22 também têm baterias de 5.000 mAh, mas o desempenho energético é comprometido por chips mal otimizados. Usuários que dependem de redes sociais ou streaming podem precisar recarregar antes do fim do dia. O iPhone SE 3, com apenas 2.018 mAh, é o pior da lista, mal aguentando um dia de uso moderado.

Design ultrapassado versus tendências

O visual de um smartphone influencia a experiência do usuário, e os modelos desta lista estão defasados. O Galaxy A04 e A04e têm bordas grossas e telas HD+ de baixa resolução, que prejudicam a imersão em vídeos e jogos. O Moto E13 segue o mesmo caminho, com display de 6,5 polegadas que não impressiona.

O iPhone SE 3 é o caso mais extremo. Sua tela de 4,7 polegadas, com bordas largas e botão físico, parece um resquício de uma era passada. Em 2025, quando até celulares de entrada adotam telas grandes e entalhes discretos, o SE 3 destoa. O Moto E22 tenta se destacar com acabamento emborrachado, mas o desempenho fraco anula qualquer apelo estético.

O que esperar do mercado em 2025

O mercado de smartphones em 2025 está mais competitivo do que nunca. Fabricantes como Samsung, Motorola e Xiaomi oferecem modelos de entrada com especificações que antes eram exclusivas de aparelhos intermediários. Telas AMOLED, conectividade 5G e câmeras com inteligência artificial são comuns até em dispositivos abaixo de R$ 1.500.

A Motorola, por exemplo, renovou a linha Moto G com opções como o G35 e G55, que combinam design moderno e desempenho confiável. A Samsung segue a mesma tendência com a série A, enquanto marcas chinesas como Realme e Poco ganham espaço com aparelhos acessíveis e potentes. Nesse cenário, investir em modelos como o Galaxy A04 ou Moto E13 é desperdiçar dinheiro.

  • Tendências de 2025: Telas de 120 Hz, 5G universal, câmeras com IA.
  • Marcas em alta: Samsung, Motorola, Realme, Xiaomi.
  • Foco na longevidade: Atualizações por 3-4 anos como padrão.

Como escolher o celular certo

Escolher um smartphone em 2025 exige pesquisa. Além de evitar modelos defasados, é importante considerar as necessidades do usuário. Para quem usa redes sociais e streaming, uma boa tela e bateria são essenciais. Gamers precisam de processadores potentes, enquanto fotógrafos amadores devem priorizar câmeras versáteis.

O Galaxy A15 5G, por exemplo, atende a maioria dos públicos com seu equilíbrio entre preço e recursos. O Moto G35 é ideal para quem busca design premium sem gastar muito. Já o iPhone 13 é a escolha certa para quem prefere o ecossistema Apple, com desempenho que rivaliza até modelos mais novos.