DNA do Crime pode ter 3ª temporada na Netflix? Saiba o que esperar da série

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DNA do Crime 2 Foto: DNA do Crime 2 - Foto: Reprodução Netflix

A série brasileira DNA do Crime consolidou-se como um fenômeno global na Netflix, alcançando números impressionantes com sua segunda temporada, lançada em 4 de junho de 2025. Estrelada por Maeve Jinkings, Thomás Aquino, Rômulo Braga e Alex Nader, a produção policial, inspirada em crimes reais, acompanha investigações complexas na fronteira entre Brasil e Paraguai. Com 2,1 milhões de visualizações e 14,2 milhões de horas assistidas em poucos dias, a série conquistou a sétima posição entre as mais vistas do streaming mundialmente, enquanto a primeira temporada voltou ao Top 10. A ausência de uma resolução definitiva no confronto com a Gangue Fantasma e o sucesso estrondoso levantam especulações sobre uma terceira temporada. A Netflix, que avalia audiência e custo de produção, ainda não confirmou a renovação, mas o desempenho excepcional sugere um futuro promissor.

A força da série está na sua capacidade de mesclar ação eletrizante com narrativas realistas, atraindo públicos de 71 países, da Europa à Ásia. A trama, centrada em policiais federais de Foz do Iguaçu, usa amostras de DNA para desvendar crimes transnacionais, criando um suspense que ressoa globalmente. O elenco, aclamado por atuações intensas, também alimenta a expectativa dos fãs, que já cobram novos episódios nas redes sociais. A seguir, exploramos os detalhes do sucesso da série, os números que a sustentam e as possibilidades narrativas para uma nova temporada.

  • Destaques da segunda temporada: A Gangue Fantasma ganha protagonismo, com roubos audaciosos que desafiam a Polícia Federal.
  • Elenco engajado: Atores como Thomás Aquino e Alex Nader já sugerem cenas de ação ousadas para o futuro.
  • Apelo internacional: A série lidera rankings no Brasil, Paraguai, Uruguai, Portugal e Nigéria.

Ascensão global de DNA do Crime

A segunda temporada de DNA do Crime não apenas manteve o impacto da primeira, lançada em 2023, como ampliou seu alcance. Em menos de uma semana, os novos episódios acumularam 14,2 milhões de horas assistidas, equivalente a 2,1 milhões de visualizações completas, segundo dados da Netflix. O desempenho colocou a série entre as sete produções de língua não inglesa mais vistas globalmente, um feito raro para uma obra brasileira. Países como Brasil e Paraguai, onde a trama é ambientada, a colocaram no topo dos rankings, enquanto Uruguai, Portugal e Nigéria também a destacaram entre as mais populares.

O sucesso da segunda temporada impulsionou a primeira, que voltou ao Top 10 global com 1 milhão de visualizações adicionais. Essa movimentação reflete tanto a fidelidade do público quanto a conquista de novos espectadores, atraídos pela repercussão dos episódios recentes. A produção, dirigida por Heitor Dhalia e realizada pela Paranoïd, combina sequências de ação intensas com investigações forenses, um formato que dialoga com séries policiais internacionais como Narcos e El Chapo, mas com uma identidade brasileira marcante.

Por que a renovação é provável?

A Netflix adota critérios rigorosos para renovar suas produções, analisando métricas como número de visualizações, taxa de conclusão de episódios, tempo médio assistido e engajamento nas redes sociais. DNA do Crime se destaca em todos esses aspectos. A primeira temporada, lançada em novembro de 2023, alcançou o topo dos rankings em 71 países, acumulando 19,7 milhões de visualizações e 153,3 milhões de horas assistidas em menos de dois meses. A segunda temporada, com números iniciais robustos, reforça o potencial da série para justificar o investimento.

A ausência de um anúncio oficial não é incomum. A plataforma costuma esperar de 4 a 8 semanas após a estreia para avaliar o desempenho completo, considerando também o custo de produção, que, segundo rumores, faz de DNA do Crime uma das séries mais caras da Netflix no Brasil. Apesar disso, o apelo global e a aclamação crítica, com avaliações 100% positivas no Rotten Tomatoes para a segunda temporada, aumentam as chances de renovação. Fãs nas redes sociais, como em posts no X, já manifestam entusiasmo, pedindo a continuação da história.

O que a terceira temporada pode trazer

A narrativa da segunda temporada deixa ganchos claros para uma possível continuação. O confronto entre a Polícia Federal e a Gangue Fantasma termina sem uma resolução definitiva, sugerindo que a luta contra o crime organizado persistirá. Um novo antagonista, Cabeça, emerge como líder de uma facção criminosa, assumindo o vácuo deixado pelo Embaixador. Junto com Sem Alma, interpretado por Thomás Aquino, ele planeja dominar o submundo, criando um desafio ainda maior para os protagonistas Suellen (Maeve Jinkings) e Benício (Rômulo Braga).

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Netflix – Foto: JarTee / Shutterstock.com
  • Novos conflitos: Cabeça pode se consolidar como um vilão mais estratégico e perigoso.
  • Tensões internas: A relação entre Suellen e Benício, abalada por desconfianças, pode gerar novos dramas.
  • Expansão da trama: A série pode explorar crimes transnacionais em outros países da América do Sul.
  • Personagens secundários: A esposa e o filho de Sem Alma devem ganhar destaque emocional.

A terceira temporada também pode aprofundar arcos pessoais. Benício, obcecado por capturar Sem Alma após a morte de seu parceiro, abandona Suellen em um confronto crucial, gerando atritos. Essa traição pode levar Suellen a questionar sua parceria ou até buscar um novo aliado, como sugerem especulações em portais de entretenimento.

Ideias do elenco para a sequência

Os atores de DNA do Crime já compartilham visões ousadas para uma possível terceira temporada. Em entrevista ao AdoroCinema, Alex Nader, que interpreta Isaac, propôs uma cena de luta em plano-sequência de 10 minutos, inspirada em Atômica. Thomás Aquino, por sua vez, sonha com uma sequência de ação envolvendo um salto de helicóptero, destacando a busca por adrenalina. Essas sugestões refletem o desejo do elenco de elevar o nível das cenas de ação, que já são um ponto alto da série, com coreografias realistas que impressionaram até especialistas.

Maeve Jinkings, intérprete de Suellen, também destacou o impacto global da série. Durante a divulgação da segunda temporada, ela relatou ter sido reconhecida por um guarda real no Marrocos, que a chamou pelo nome da personagem. Essa anedota ilustra como DNA do Crime transcende fronteiras, conectando-se com públicos diversos por sua autenticidade e intensidade.

A força do gênero policial brasileiro

O sucesso de DNA do Crime reforça o potencial do gênero policial no Brasil. Inspirada em crimes reais, como o assalto milionário de 2017 em Ciudad del Este, a série combina ficção com elementos factuais, atraindo fãs do true crime. Heitor Dhalia, criador da produção, enfatiza que a criminalidade brasileira, com sua escala e complexidade, oferece histórias únicas. Modalidades como o “novo cangaço”, que paralisa cidades com poder bélico, são exclusivas do país e conferem à série uma identidade distinta.

Outras produções nacionais, como Impuros e Arcanjo Renegado, também exploram o crime com sucesso, mas DNA do Crime se destaca pela escala internacional. A série foi comparada a gigantes globais do gênero, mas mantém uma essência brasileira, abordando questões como corrupção e operações na tríplice fronteira. Essa mistura de realismo e entretenimento é um dos pilares de sua popularidade.

Números que impressionam

Os dados de audiência de DNA do Crime são um trunfo para sua possível renovação. Além das 14,2 milhões de horas assistidas na segunda temporada, a série mantém um engajamento elevado nas redes sociais, com fãs comentando episódios e cobrando novos capítulos. No Brasil, a produção lidera o Top 10 da Netflix desde a estreia, enquanto no Paraguai, onde parte da trama se passa, também ocupa a primeira posição.

  • Audiência global: 71 países colocaram a primeira temporada no Top 10 em 2023.
  • Horas assistidas: A primeira temporada acumulou 153,3 milhões de horas em menos de dois meses.
  • Engajamento: Fãs no X pedem a terceira temporada desde o lançamento da segunda.
  • Crítica: Avaliações positivas no Rotten Tomatoes reforçam a qualidade da série.

Possíveis direções narrativas

Uma terceira temporada pode explorar novos cenários e conflitos. A ascensão de Cabeça como líder criminoso sugere uma trama mais violenta, com possíveis conexões a milícias urbanas ou redes de corrupção. Isaac, que escapa da Polícia Federal no final da segunda temporada, pode buscar vingança contra Suellen, responsável pela morte de aliados próximos. A série também tem potencial para expandir suas locações, incluindo outras regiões da América do Sul, como Bolívia ou Argentina, onde o crime organizado opera.

A narrativa pode ainda destacar o uso de tecnologia forense, como o rastreamento de DNA, que dá nome à série. Novas técnicas investigativas, aliadas a sequências de ação mais elaboradas, poderiam manter o frescor da produção. A introdução de personagens inéditos, como novos agentes ou criminosos, também é uma possibilidade, conforme apontam especulações em portais especializados.

Elenco e produção de peso

A força de DNA do Crime reside também em seu elenco e equipe técnica. Maeve Jinkings, conhecida por O Som ao Redor, entrega uma Suellen determinada e complexa, enquanto Rômulo Braga, de O Rio do Desejo, dá profundidade a Benício. Thomás Aquino, aclamado por Bacurau, brilha como o enigmático Sem Alma, e Alex Nader, de Arcanjo Renegado, adiciona carisma a Isaac. A direção de Heitor Dhalia, com experiência em séries como O Caçador, garante um ritmo ágil e visual impactante.

A produtora Paranoïd, responsável pela realização, é reconhecida por projetos audaciosos, e a liderança de roteiro, assinada por Bernardo Barcellos e Bruno Passeri, equilibra suspense e drama. Esse time sólido é um dos motivos pelos quais a série mantém alta qualidade, atraindo tanto o público quanto a crítica.

Expectativa dos fãs

A reação do público tem sido um motor para a possível renovação. Nas redes sociais, espectadores elogiam a intensidade dos episódios e a química do elenco. Comentários no X destacam momentos marcantes, como o confronto no porto de São Paulo, e pedem a continuação da história. A série também gerou debates sobre a representação do crime no Brasil, com fãs comparando-a a produções internacionais, mas valorizando sua autenticidade local.

A Netflix, ciente desse engajamento, pode acelerar o anúncio de uma terceira temporada para capitalizar o momento. Embora a espera por novidades possa levar meses, o histórico da plataforma com séries de sucesso, como Stranger Things e Lupin, sugere que produções com números expressivos tendem a ser renovadas.

Jeronimo Santos é colaborador da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2016: Formação: Marketing

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