O Mundial de Clubes 2025, iniciado em 14 de junho nos Estados Unidos, reúne 32 clubes e os maiores astros do futebol mundial, com premiações recordes de US$ 1 bilhão. Entre as estrelas, Vinicius Jr., do Real Madrid, destaca-se como o único brasileiro no top 5 dos jogadores mais bem pagos, com ganhos de US$ 55 milhões no último ano. Lionel Messi lidera com US$ 135 milhões, seguido por Kylian Mbappé, Erling Haaland e Harry Kane. A competição, que vai até 13 de julho, promete jogos eletrizantes e cifras astronômicas, refletindo o poder financeiro do futebol global. O novo formato do torneio elevou a visibilidade dos craques e os investimentos dos clubes, atraindo atenção para nomes como Vini Jr., que brilha dentro e fora de campo.
A presença de Vinicius Jr. no ranking da Forbes, que avalia salários, bônus e contratos de patrocínio, reforça sua ascensão meteórica. Aos 24 anos, o atacante do Real Madrid consolidou-se como uma das maiores estrelas do futebol, com marcas como Pepsi e Gatorade em seu portfólio. O Mundial de Clubes, agora quadrienal, tornou-se uma vitrine para esses atletas, que acumulam fortunas enquanto disputam o título.
- Números impressionantes: Os cinco jogadores mais bem pagos somam US$ 381 milhões em ganhos anuais.
- Premiação recorde: A Fifa destinou US$ 125 milhões ao campeão, com cotas fixas para todos os clubes.
- Ausências notáveis: Cristiano Ronaldo e Neymar não participam, mas o torneio mantém seu brilho.
O evento também gerou debates sobre o calendário congestionado, com críticas de jogadores como Harry Kane, mas a promessa de altos prêmios mantém os clubes engajados.
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— Real Madrid C.F. (@realmadrid) June 18, 2025
Ascensão de Vini Jr. no cenário global
Vinicius Jr. entrou para o seleto grupo dos mais bem pagos com US$ 40 milhões em salários e bônus e US$ 15 milhões em patrocínios. Sua trajetória no Real Madrid, marcada por gols decisivos e o prêmio de Jogador do Ano da FIFA, elevou seu valor de mercado. No Mundial, ele enfrenta a pressão de liderar o clube espanhol contra adversários como Al-Hilal e Manchester City. Sua popularidade, especialmente na América do Sul, também atrai marcas globais, consolidando-o como um ícone comercial.
O brasileiro, que já marcou mais de 20 gols por temporada nos últimos quatro anos, é um dos pilares do Real Madrid no torneio. Sua velocidade e habilidade o tornam uma ameaça constante, mas também um símbolo do novo futebol brasileiro, que alia talento a estratégias de marketing.
Messi no topo da pirâmide financeira
Lionel Messi, com 37 anos, segue imbatível no ranking de ganhos. Seus US$ 135 milhões incluem US$ 60 milhões do Inter Miami e US$ 75 milhões de acordos com Adidas, Mastercard e Lay’s. Apesar das chances reduzidas de título para o Inter Miami, com odds de 65 para 1, Messi continua sendo o principal nome do torneio. Sua chegada à MLS transformou o clube, elevando sua avaliação para US$ 1,2 bilhão, a segunda maior da liga.
O argentino, que já conquistou 46 troféus, enfrenta o Al Ahly na estreia, trazendo sua “Messi Cam” — uma transmissão exclusiva focada em seus movimentos. Sua influência vai além do campo, com parcerias comerciais que reforçam seu status de lenda viva.
Mbappé e Haaland: a nova geração milionária
Kylian Mbappé, com US$ 90 milhões, é o segundo no ranking. O francês, agora no Real Madrid, combina US$ 70 milhões em salários com US$ 20 milhões em patrocínios. Aos 26 anos, ele busca seu primeiro título no Mundial, após uma temporada de adaptação no clube espanhol. Sua presença ao lado de Vini Jr. forma uma dupla temida, mas também evidencia a força financeira do Real Madrid, que lidera o ranking de folhas salariais do torneio.
Erling Haaland, do Manchester City, aparece em terceiro com US$ 62 milhões. O norueguês, conhecido por sua máquina de gols, recebe US$ 48 milhões em salários e US$ 14 milhões em acordos comerciais. Sua juventude e desempenho o tornam um dos favoritos para brilhar no Mundial, especialmente em um clube que defende o título de 2023.
- Mbappé em números: 70 gols em 87 jogos pela seleção francesa.
- Haaland implacável: Média de 1 gol por jogo na Premier League em 2024.
- Clubes poderosos: Real Madrid e Manchester City dominam os rankings financeiros.
Harry Kane fecha o top 5
O inglês Harry Kane, do Bayern de Munique, completa a lista com US$ 39 milhões. Seus US$ 29 milhões em salários são complementados por US$ 10 milhões em contratos, como com a Skechers. Kane, que já expressou preocupações com o calendário apertado, vê o Mundial como uma chance de conquistar um título global. O Bayern, com uma das maiores folhas salariais, aposta no faro de gol do atacante para avançar.
Premiação bilionária impulsiona o torneio
A Fifa anunciou uma premiação total de US$ 1 bilhão, com US$ 125 milhões para o campeão e cotas fixas de até US$ 38 milhões para clubes europeus, como o Real Madrid. Times brasileiros, como Flamengo e Palmeiras, recebem US$ 15,21 milhões cada pela participação. Além disso, vitórias na fase de grupos rendem US$ 2 milhões, e empates, US$ 1 milhão.
Essa injeção financeira atraiu críticas de sindicatos de jogadores, que apontam o risco de lesões devido ao calendário. Apesar disso, a Fifa conseguiu emplacar o torneio, com transmissão global e patrocínios robustos. O evento é visto como um teste para a Copa do Mundo de 2026, também nos EUA.
Ausências que surpreendem
Cristiano Ronaldo, com US$ 275 milhões em ganhos, ficou fora do Mundial, já que o Al Nassr não se classificou. Neymar, com US$ 76 milhões, e Mohamed Salah, com US$ 53 milhões, também estão ausentes, seja por lesões ou critérios de classificação. Essas lacunas destacam a competitividade do torneio, que depende de resultados coletivos para garantir a presença de astros.
Folhas salariais revelam disparidades
O ranking de folhas salariais, baseado em dados do site Capology, mostra o domínio europeu. O Real Madrid lidera com uma folha anual de cerca de R$ 1,2 bilhão, seguido por Bayern de Munique e Manchester City. O Flamengo, com R$ 288 milhões, é o sul-americano mais bem colocado, à frente de River Plate e Palmeiras.
- Gigantes europeus: Real Madrid, Bayern e City gastam juntos mais de R$ 3 bilhões em salários.
- Sul-americanos no top 10: Flamengo e Palmeiras figuram entre os mais ricos da América do Sul.
- Dados ausentes: Clubes como Al Ahly e Urawa Red Diamonds não divulgaram suas folhas.
Formato expandido muda o jogo
O Mundial de Clubes passou de sete para 32 equipes, adotando um formato semelhante à Copa do Mundo. Divididos em oito grupos de quatro, os dois melhores avançam para as oitavas de final. A Fifa também abriu uma janela de transferências em junho para facilitar contratações, mas enfrentou polêmicas, como a exclusão do León por questões de propriedade.
Times brasileiros, como Flamengo, Fluminense, Palmeiras e Botafogo, buscam surpreender os favoritos europeus. O Flamengo, por exemplo, venceu o Espérance na estreia, garantindo R$ 95 milhões em prêmios.
Vitrine para marcas e patrocinadores
O Mundial de Clubes é também uma plataforma de marketing. Jogadores como Vini Jr. e Messi atraem marcas globais, que investem pesado em campanhas durante o torneio. A Fifa espera faturar US$ 2 bilhões com patrocinadores e direitos de transmissão, apesar de ter recusado uma oferta de US$ 1 bilhão da Apple.
Desafios do calendário lotado
Jogadores como Kane e Mbappé criticaram o número de jogos, que reduz o descanso entre temporadas. A FIFPRO, sindicato global de atletas, também questionou a sustentabilidade do torneio. A Fifa, no entanto, argumenta que os prêmios compensam o esforço, e os clubes seguem na disputa pelo título e pelas cifras.
Times brasileiros na disputa
Flamengo, Fluminense, Palmeiras e Botafogo representam o Brasil. O Flamengo lidera o grupo D após a vitória inicial, enquanto o Palmeiras enfrenta o Porto em um duelo desafiador. Fluminense e Botafogo também buscam avançar, aproveitando a visibilidade do torneio para atrair novos patrocinadores.
