Di María brilha com gol de pênalti e Benfica pressiona Chelsea na prorrogação
Em um confronto eletrizante pelas oitavas de final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, Benfica e Chelsea empataram em 1 a 1 no tempo normal e seguem disputando a vaga nas quartas de final na prorrogação, no Bank of America Stadium, em Charlotte, neste sábado, 28 de junho de 2025. O jogo, marcado por lances intensos, cartões e um gol decisivo de Ángel Di María, começou a prorrogação com o Benfica pressionando após a expulsão de Gianluca Prestianni. A partida, que teve paralisação por condições climáticas, mantém o placar aberto até os 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação. A torcida acompanha cada lance com expectativa, enquanto as equipes buscam a classificação.
O duelo começou com alta intensidade, com o Chelsea criando chances logo nos primeiros minutos, mas esbarrando na sólida defesa do Benfica. A partida ganhou contornos dramáticos com a expulsão de Prestianni, que recebeu o segundo cartão amarelo aos 2 minutos da prorrogação. O gol de Di María, cobrando pênalti aos 49 minutos do segundo tempo, deu vantagem ao Benfica no fim do tempo normal.
- Principais momentos do jogo até agora:
- Expulsão de Prestianni aos 2 minutos da prorrogação, deixando o Benfica com um a menos.
- Gol de Di María aos 49 minutos do segundo tempo, em cobrança de pênalti.
- Paralisação no segundo tempo devido a condições climáticas adversas.
A partida segue com o Chelsea tentando reverter a desvantagem numérica do adversário, enquanto o Benfica aposta em contra-ataques rápidos para ampliar o placar.
Expulsão muda o ritmo do jogo
Aos 2 minutos do primeiro tempo da prorrogação, o meio-campista Gianluca Prestianni, do Benfica, recebeu o segundo cartão amarelo após uma falta dura em Levi Colwill. A expulsão, confirmada pelo árbitro, alterou a dinâmica da partida, forçando o Benfica a adotar uma postura mais defensiva. Apesar da inferioridade numérica, os portugueses mantiveram a organização tática, com Otamendi liderando a zaga e Di María articulando jogadas de perigo.
O Chelsea, comandado pelo técnico Enzo Maresca, tentou explorar o espaço deixado pelo adversário. Pedro Neto e Cole Palmer, principais armas ofensivas dos Blues, criaram chances, mas esbarraram na atuação segura do goleiro Trubin. A torcida no estádio, mesmo com o clima instável, permaneceu vibrante, incentivando as equipes em um jogo de alta voltagem.
Gol de Di María no fim do tempo normal
O momento crucial do tempo normal veio aos 49 minutos do segundo tempo, quando Ángel Di María converteu um pênalti marcado após Gusto tocar a bola com a mão na área. O argentino, com calma, esperou o goleiro Robert Sánchez se mover e rolou a bola lentamente para o fundo das redes, incendiando a torcida do Benfica. A jogada nasceu de uma cobrança de falta de Di María, que encontrou Otamendi na área, resultando no toque de mão de Gusto após revisão do VAR.
Antes do gol, o Benfica já pressionava, com Di María e Akturkoglu criando oportunidades. Aos 52 minutos do segundo tempo, Di María recebeu passe de Akturkoglu na área, mas finalizou em cima da marcação. O Chelsea, por sua vez, respondeu com jogadas de Palmer e Dewsbury-Hall, mas não conseguiu superar a defesa adversária.
Paralisação por condições climáticas
Um imprevisto marcou o segundo tempo do confronto. Aos 40 minutos, o jogo foi interrompido devido a condições climáticas adversas, com relâmpagos nas proximidades do Bank of America Stadium. A paralisação, que durou cerca de 30 minutos, obrigou os jogadores a retornarem aos vestiários. A imprensa inglesa informou que os atletas voltaram ao gramado para aquecimento às 19h45, e a partida foi retomada às 20h07, após uma espera tensa.
O intervalo forçado não diminuiu o ritmo do jogo. As equipes retornaram com disposição, e o Benfica aproveitou o momento para pressionar. Substituições como a entrada de Tiago Gouveia e João Veloso deram novo fôlego aos portugueses, enquanto o Chelsea reforçou o ataque com Nkunku.
Minuto a minuto dos principais lances
O jogo foi repleto de momentos decisivos, com lances que mantiveram os torcedores na ponta da cadeira. Abaixo, os principais acontecimentos até os 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação:
- 1’ (1T da prorrogação): Cartão vermelho para Prestianni após falta dura em Colwill, deixando o Benfica com 10 jogadores.
- 49’ (2T): Di María converte pênalti após toque de mão de Gusto, garantindo o empate em 1 a 1.
- 46’ (2T): VAR confirma pênalti para o Benfica após análise de toque de mão na área.
- 40’ (2T): Jogo paralisado por condições climáticas, com retomada após 30 minutos.
- 5’ (1T da prorrogação): Akturkoglu recebe de Belotti e chuta forte, mas Sánchez defende.
Esses lances destacam a intensidade do confronto, com o Benfica aproveitando as oportunidades e o Chelsea buscando reagir mesmo sob pressão.
Atuações individuais em destaque
Ángel Di María foi o grande nome do Benfica até o momento. Além do gol de pênalti, o argentino participou ativamente das jogadas ofensivas, com passes precisos e movimentação constante. Akturkoglu também se destacou, criando chances e incomodando a defesa do Chelsea. Pelo lado dos Blues, Cole Palmer foi o principal articulador, mas esbarrou na marcação de Dahl e Otamendi.
O goleiro Trubin, do Benfica, teve atuação segura, com defesas importantes em chutes de Gusto e Palmer. Robert Sánchez, do Chelsea, também trabalhou bem, especialmente na defesa do chute de Akturkoglu aos 5 minutos do primeiro tempo da prorrogação.
Estratégias táticas das equipes
O Benfica, treinado por Bruno Lage, adotou um esquema 3-4-3, com ênfase em transições rápidas e jogadas pelos flancos. A entrada de Tiago Gouveia no segundo tempo reforçou o ataque pela direita, enquanto Di María flutuava entre as linhas para criar espaços. A expulsão de Prestianni, no entanto, obrigou a equipe a recuar, com Otamendi e António Silva assumindo o protagonismo na defesa.
O Chelsea, sob o comando de Enzo Maresca, jogou no 4-3-1-2, com Palmer como meia central e Pedro Neto e Delap no ataque. As substituições de Nkunku e Gusto no segundo tempo buscaram dar mais profundidade ao time, mas a falta de precisão nas finalizações impediu os Blues de retomarem a liderança no placar.
Pressão na prorrogação
Com um jogador a menos, o Benfica enfrenta dificuldades na prorrogação, mas mantém a ameaça nos contra-ataques. Aos 9 minutos do primeiro tempo da prorrogação, Belotti deu um passe primoroso para Di María, que quase encontrou Akturkoglu em posição de gol. O Chelsea, por sua vez, intensificou a pressão, com Pedro Neto cruzando para a área e Palmer tentando jogadas individuais.
A torcida no Bank of America Stadium segue apoiando as equipes, mesmo com o clima instável. A partida, que já ultrapassou os 60 minutos no tempo normal, promete mais emoções nos minutos finais da prorrogação.
Números e dados do confronto
O jogo registrou números equilibrados até o momento. O Chelsea teve maior posse de bola (55%), mas o Benfica foi mais eficiente nas finalizações, com 8 chutes contra 6 dos ingleses. A partida também foi marcada por infrações, com 5 cartões amarelos (3 para o Chelsea e 2 para o Benfica) e 1 cartão vermelho.
A paralisação climática, embora incomum, não é inédita em jogos realizados em Charlotte, onde tempestades de verão são frequentes. A organização da Copa do Mundo de Clubes agiu rapidamente para garantir a segurança dos atletas e torcedores.
Próximos minutos decisivos
Aos 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação, o Chelsea tenta explorar a vantagem numérica, enquanto o Benfica se fecha para proteger o empate. Jogadas de bola parada, como as cobranças de Di María, seguem sendo uma arma dos portugueses. O Chelsea, por sua vez, aposta na velocidade de Pedro Neto e na criatividade de Palmer para furar o bloqueio adversário.
O confronto permanece aberto, com as duas equipes mostrando disposição para buscar a vaga nas quartas de final. A torcida aguarda os próximos lances, enquanto o placar segue indefinido.
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