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Carol e Radamés vencem Power Couple Brasil 7 com 54,24% dos votos e levam R$ 446 mil

Campeos Power Couple
Foto: Campeos Power Couple - Foto: Instagram

Na noite de 10 de julho de 2025, em Itapecerica da Serra, São Paulo, Carol Furlan e Radamés Furlan foram coroados campeões da sétima temporada do Power Couple Brasil, reality show exibido pela Record TV. Com 54,24% dos votos do público, o casal superou Adriana e Dhomini, que ficaram em segundo lugar com 41,84%, e Rayanne e Victor, terceiros com 3,92%. A vitória rendeu ao casal R$ 446 mil, valor acumulado ao longo das provas. A final, apresentada por Felipe Andreoli e Rafa Brites, mobilizou milhares de fãs em uma votação acirrada no portal R7.com, consolidando a popularidade dos atletas. A temporada, marcada por rivalidades intensas e provas desafiadoras, destacou a garra e a conexão do casal com o público.

A trajetória de Carol e Radamés no programa foi repleta de desafios e momentos marcantes. Desde o início, eles enfrentaram adversários com estratégias distintas, conquistando aliados e protagonizando embates que agitaram a Mansão Power. A judoca e o ex-jogador de futebol, que já haviam participado de outros realities, usaram sua experiência para se destacar em provas e na convivência.

  • Provas vencidas: Carol venceu seis das dez provas individuais femininas, enquanto Radamés conquistou quatro entre os homens.
  • Rivalidades: O casal se desentendeu com cinco duplas, incluindo Adriana e Dhomini e Ana e Antony.
  • Estratégia: Priorizaram carisma e conexão com o público, mesmo com saldo menor que os rivais.

A final do Power Couple Brasil 7 não foi apenas um desfecho, mas um reflexo do engajamento do público, que acompanhou 66 dias de competição com atenção.

Trajetória marcada por superação

Carol, judoca faixa preta, e Radamés, ex-jogador de futebol, entraram no reality com a proposta de serem autênticos. Desde o primeiro dia, mostraram competitividade, vencendo provas que exigiam força física e sintonia. A dupla enfrentou quatro Discussões de Relacionamento (DRs), escapando da eliminação com apoio popular. Em uma prova memorável de resistência, exibida em 30 de junho, eles garantiram R$ 40 mil, reforçando seu saldo.

A convivência na Mansão Power também foi um fator decisivo. Apesar de começarem no luxuoso Quarto Cupuaçu, foram transferidos para a sala após duas semanas, onde se aproximaram de outros casais, como Talira e Rafael. As noites na sala renderam momentos descontraídos, com piadas e trocas que mostraram um lado leve do casal, contrastando com sua imagem de competidores aguerridos.

Rivalidades que agitaram o jogo

O caminho até a vitória não foi sem obstáculos. Carol e Radamés protagonizaram conflitos com diversos participantes, o que os colocou como alvos em várias ocasiões. Um dos embates mais marcantes ocorreu com Ana e Antony, logo na estreia, quando uma dinâmica de escolha de sabores de sorvete gerou atritos que duraram até o fim do programa.

Outro momento tenso envolveu Adriana e Dhomini. Durante a formação da quarta DR, uma discussão sobre acusações de pautas raciais escalou, com troca de ofensas e a necessidade de intervenção dos colegas. Carol, conhecida por sua franqueza, rebateu Adriana, que pediu silêncio, gerando um dos momentos mais comentados da temporada.

  • Principais rivais: Ana e Antony, Adriana e Dhomini, Bil e Daianne, Bia e Gui, Nat e Eike.
  • Discussão racial: Acusações mútuas com Dhomini dividiram opiniões na casa.
  • Quebra-Power: Dinâmicas de confronto expuseram tensões, como na edição de 6 de julho.
  • Reação do público: Fãs apoiaram a postura direta de Carol nas redes sociais.

Esses embates, embora polêmicos, fortaleceram a torcida do casal, que via neles autenticidade e coragem.

Provas como diferencial competitivo

As provas do Power Couple Brasil 7 testaram os limites físicos e emocionais dos participantes. Carol e Radamés se destacaram pela consistência, especialmente nas Provas dos Casais, que exigiam coordenação e confiança mútua. Em uma das competições, exibida em 8 de julho, a judoca confessou que o desafio a ajudou a “descarregar” tensões acumuladas, mostrando sua entrega total.

O casal venceu duas Provas dos Casais, garantindo imunidade em momentos cruciais. Carol, em particular, brilhou nas provas individuais, conquistando seis vitórias e reforçando sua posição como uma das competidoras mais fortes. Radamés, por sua vez, trouxe equilíbrio, com quatro triunfos entre os homens.

A força do público na decisão

A votação popular foi o grande diferencial da final. Realizada no portal R7.com, ela registrou picos de acesso, com mais de 100 mil conexões em apenas 10 minutos durante a última DR. A mobilização dos fãs de Carol e Radamés, com mutirões como o “Mutirão Alvos Power” nas redes sociais, foi fundamental para a vitória.

Enquetes prévias, como a do UOL, apontavam Adriana e Dhomini como favoritos, com até 58,13% dos votos em alguns momentos. No entanto, a reviravolta na reta final mostrou a força da torcida do casal Furlan, que conquistou 54,24% dos votos oficiais. Adriana e Dhomini, com R$ 500 mil acumulados, ficaram em segundo, enquanto Rayanne e Victor, com R$ 731 mil, amargaram o terceiro lugar.

Prêmios para os finalistas

Pela primeira vez na história do Power Couple Brasil, os três primeiros colocados foram premiados. Além do título e do saldo de R$ 446 mil, Carol e Radamés consolidaram sua popularidade. Adriana e Dhomini, em segundo, levaram um carro zero quilômetro, enquanto Rayanne e Victor receberam R$ 50 mil pelo terceiro lugar.

  • Carol e Radamés: R$ 446 mil.
  • Adriana e Dhomini: Carro zero quilômetro.
  • Rayanne e Victor: R$ 50 mil.

A premiação refletiu o equilíbrio da competição, com valores acumulados que dependeram das apostas financeiras ao longo do programa.

Dinâmicas que marcaram a temporada

A sétima edição trouxe inovações que aumentaram a tensão e o engajamento. O Quebra-Power, quadro em que os casais resolviam conflitos ao vivo, foi palco de discussões acaloradas, como a de 6 de julho, quando ex-participantes confrontaram os finalistas. A Herança da DR, votada pelo público, também trouxe reviravoltas, com “presentes” que podiam ajudar ou prejudicar os competidores.

A Mansão Power, decorada com quartos temáticos inspirados em sabores de sorvete, criou um ambiente único. A escolha das acomodações na estreia gerou estratégias desde o primeiro dia, com Carol e Radamés inicialmente no Quarto Cupuaçu, um dos mais cobiçados.

Engajamento nas redes sociais

A temporada foi um sucesso digital, com 1,2 milhão de menções à hashtag #PowerCoupleBrasil. A audiência na Grande São Paulo alcançou uma média de 5,3 pontos, consolidando o programa como um dos principais realities da Record. O PlayPlus, plataforma de streaming da emissora, registrou picos de 1,8 milhão de visualizações durante o Quebra-Power, mostrando a força do público online.

Fãs de Carol e Radamés dominaram as discussões com hashtags como #FicaCasalFurlan, enquanto mutirões de votação organizados por torcedores reforçaram a interatividade do programa. A presença de ex-participantes, como Márcia Fu, e a Cabine de Descompressão, com Lucas Selfie, complementaram a experiência do público.

Apresentação e produção em destaque

Felipe Andreoli e Rafa Brites, primeira dupla de apresentadores do Power Couple, trouxeram dinamismo à temporada. A direção de Bia Cioffi investiu em cenários elaborados e provas intensas, como as que envolviam altura, choques e resistência. A final, transmitida ao vivo, reuniu ex-participantes (exceto Gretchen e Esdras, que desistiram) e marcou o encerramento de uma edição memorável.

Legado da sétima edição

A vitória de Carol e Radamés reforçou a importância da conexão com o público em realities. Apesar de não terem o maior saldo financeiro, sua autenticidade e garra conquistaram os espectadores. A temporada, que voltou após um hiato de três anos, consolidou o Power Couple como um formato de sucesso, combinando provas físicas, estratégias financeiras e votação popular.