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Saulo provoca tensões em Jerusalém no novo capítulo de “Paulo, O Apóstolo”

Paulo o apóstolo
Foto: Paulo o apóstolo - Foto: Divulgação/ Record TV

Saulo de Tarso, interpretado por Murilo Cezar, retorna a Jerusalém e provoca reações conflituosas no capítulo de “Paulo, O Apóstolo” exibido na sexta-feira, 11 de julho de 2025, às 21h, na Record. A série bíblica, escrita por Cristiane Cardoso, mostra a transformação do jovem fariseu, que, após uma visão de Jesus, começa a mudar sua visão sobre os cristãos. No episódio, Ananias e Barnabé, atentos a movimentações estranhas na cidade, percebem a tensão gerada pela volta de Saulo, enquanto Caifás, vivido por Floriano Peixoto, intensifica sua oposição aos seguidores de Jesus. Gravada em locações como Petrópolis (RJ) e Marrocos, a superprodução com 50 episódios mantém a audiência cativada com sua narrativa épica. A trama, que explora fé e redenção, alcançou 6,8 pontos de audiência na estreia.

A chegada de Saulo a Jerusalém, após sua conversão em Damasco, é o foco do capítulo. A desconfiança dos apóstolos, como Pedro e Barnabé, cria um clima de tensão, enquanto Caifás manipula o Sinédrio para manter seu poder. A série, disponível no Univer Vídeo, combina cenários grandiosos e atuações intensas.

A narrativa avança com conflitos pessoais e religiosos, destacando a luta de Saulo para provar sua mudança. O capítulo de sexta-feira promete manter o ritmo acelerado da trama, com diálogos marcantes e cenas de forte impacto emocional.

  • Principais momentos do capítulo de 11/07:
    • Retorno de Saulo a Jerusalém provoca tensões.
    • Ananias e Barnabé observam movimentações estranhas.
    • Caifás intensifica sua campanha contra os cristãos.
    • Conflitos entre apóstolos e líderes religiosos.

Reações ao retorno de Saulo

O retorno de Saulo a Jerusalém, mostrado no capítulo de 11 de julho, marca um momento crucial na trama. Após sua conversão em Damasco, onde foi confrontado por Jesus, Saulo enfrenta a desconfiança dos apóstolos. Pedro, interpretado por Marcéu Pierrotti, e Barnabé, vivido por Fifo Benicasa, hesitam em aceitar a mudança do ex-perseguidor, temendo uma armadilha.

A cena, gravada em um set que recria as ruas de Jerusalém, destaca o clima de incerteza na cidade. Saulo, ainda abalado pela visão que o cegou temporariamente, tenta explicar sua transformação, mas suas palavras encontram resistência. A atuação de Murilo Cezar, que mistura vulnerabilidade e determinação, tem sido elogiada por capturar a complexidade do personagem.

Enquanto isso, Ananias, interpretado por Flávio Pardal, recebe uma ordem divina para apoiar Saulo, o que o coloca em um dilema. A tensão entre os personagens reflete o conflito central da série: a dificuldade de aceitar a redenção de alguém com um passado controverso.

O papel de Caifás na trama

Caifás, vivido por Floriano Peixoto, continua sendo uma força central no capítulo de sexta-feira. O sumo sacerdote usa sua influência no Sinédrio para incitar a oposição aos cristãos, vendo em Saulo uma ameaça após sua conversão. Em uma cena marcante, ele reúne líderes religiosos para discutir estratégias contra os seguidores de Jesus, reforçando sua postura autoritária.

A interpretação de Peixoto, que combina frieza e manipulação, dá profundidade ao vilão. O ator revelou que estudou textos históricos para entender o papel de Caifás no contexto do século I, o que adicionou camadas ao personagem. A rivalidade entre Caifás e os apóstolos promete intensificar-se nos próximos episódios, mantendo o público preso à trama.

  • Ações de Caifás no capítulo:
    • Reúne o Sinédrio para planejar contra os cristãos.
    • Vê Saulo como uma ameaça após sua conversão.
    • Usa sua autoridade para manter o controle religioso.
    • Provoca tensões com discursos inflamados.

A conversão de Saulo em Damasco

O capítulo anterior, exibido em 10 de julho, mostrou o momento decisivo da conversão de Saulo. A caminho de Damasco com ordens de Caifás para prender cristãos, ele é surpreendido por uma luz intensa e a voz de Jesus, interpretado por Petrônio Gontijo, que pergunta: “Por que você Me persegue?”. A cena, filmada na Serra Gaúcha, usa efeitos visuais para destacar o impacto do encontro.

Saulo, cego após a visão, é levado a Damasco, onde Ananias, guiado por uma ordem divina, o ajuda a recuperar a visão. Esse evento, central na narrativa, marca o início da transformação de Saulo em Paulo, que passa a pregar a fé que antes combatia. A sequência foi elogiada nas redes sociais por sua intensidade e fidelidade à narrativa bíblica.

A conversão de Saulo é o fio condutor da série, explorando sua luta interna e os desafios de ganhar a confiança dos apóstolos. A direção de Leo Miranda destaca a emoção do momento, com closes que capturam a angústia e a revelação do protagonista.

Saulo
Saulo – Foto: Reprodução/Record

A produção grandiosa da série

“Paulo, O Apóstolo” é uma das maiores apostas da Record, com um orçamento robusto e gravações em locações como Petrópolis (RJ), Milho Verde (MG), Torres (RS) e Essaouira, no Marrocos. A cidade marroquina, conhecida por “Game of Thrones”, foi escolhida para recriar o Oriente Médio do século I, com mercados e templos detalhados.

A produção, com 50 episódios, envolveu mais de 400 atores e 2 mil figurinos, criados com base em pesquisas históricas. A trilha sonora, composta por temas instrumentais, reforça o tom épico, enquanto efeitos visuais, como a luz da visão de Saulo, elevam a qualidade cinematográfica. As gravações, iniciadas em dezembro de 2024, duraram cinco meses, com externas no Marrocos entre janeiro e fevereiro de 2025.

A série, disponível no Univer Vídeo desde 28 de maio de 2025, também está no Disney+, com cinco episódios liberados por semana. A audiência de 6,8 pontos na estreia, segundo dados preliminares, mostra o sucesso inicial da trama.

O elenco estelar da trama

Além de Murilo Cezar e Floriano Peixoto, a série conta com Anna Melo como Gabriela, noiva de Saulo, e Michelle Batista como Rode, sua irmã. Petrônio Gontijo, que interpreta Jesus, traz experiência de produções como “Reis”, enquanto Caio Menck vive Lucas e João Fernandes interpreta Timóteo.

Outros nomes incluem Rosanne Mulholland (Agripina), Enzo Ciolini (Nero) e Cirillo Luna (Herodes Agripa), que adicionam camadas históricas à narrativa. A pequena Ciça de Gasperi, como Elisa, traz momentos de leveza, enquanto Marcéu Pierrotti, como Pedro, lidera os apóstolos com carisma. A diversidade do elenco reflete o cuidado da Record em criar uma produção envolvente.

Repercussão entre os fãs

O capítulo de 11 de julho gerou grande movimentação nas redes sociais, com fãs elogiando a tensão criada pelo retorno de Saulo. Um comentário destacou: “Murilo Cezar está perfeito como Saulo, dá pra sentir o conflito dele”. Outro post elogiou a produção: “Os cenários de Jerusalém são incríveis, parece um filme”.

A hashtag #PauloOApóstolo foi usada em milhares de publicações, com trechos do confronto entre Saulo e os apóstolos viralizando. A Record impulsionou a divulgação com teasers e vídeos dos bastidores, aumentando o engajamento do público.

  • Reações nas redes sociais:
    • Elogios à atuação de Murilo Cezar como Saulo.
    • Comentários sobre a qualidade dos cenários e figurinos.
    • Hashtag #PauloOApóstolo com milhares de menções.
    • Vídeos de bastidores compartilhados pela emissora.

O papel de Ananias e Barnabé

Ananias, interpretado por Flávio Pardal, e Barnabé, vivido por Fifo Benicasa, têm papéis cruciais no capítulo de sexta-feira. Percebendo uma movimentação estranha em Damasco, os dois ficam em alerta, temendo represálias contra os cristãos. Ananias, que ajudou Saulo a recuperar a visão, enfrenta o desafio de confiar no ex-perseguidor.

Barnabé, por sua vez, tenta mediar a relação entre Saulo e os apóstolos, defendendo sua conversão. A atuação de Benicasa, marcada por serenidade, contrasta com a intensidade de Saulo, criando momentos de diálogo que aprofundam a narrativa. A relação entre os personagens promete evoluir nos próximos capítulos, com Barnabé se tornando um aliado essencial de Paulo.

A narrativa de fé e transformação

A série explora a jornada de Saulo, desde sua revolta contra os cristãos até sua conversão em Paulo. A trama destaca figuras históricas, como Herodes Agripa, interpretado por Cirillo Luna, e Nero, vivido por Enzo Ciolini, que adicionam camadas políticas. A direção de Cristiane Cardoso enfatiza a humanidade de Saulo, mostrando suas dúvidas e sua redenção.

A narrativa também dá espaço a personagens femininas, como Gabriela, que enfrenta Saulo por sua fé, e Rode, que lida com os conflitos familiares. As cenas de introspecção, como os diálogos entre Saulo e Ananias, equilibram-se com momentos de ação, como as perseguições em Jerusalém.

Curiosidades da produção

A produção de “Paulo, O Apóstolo” envolveu desafios logísticos, com gravações em cinco cidades. A escolha de Essaouira, no Marrocos, trouxe autenticidade às cenas do Oriente Médio. Mais de 2 mil figurinos foram criados, com detalhes baseados em pesquisas históricas.

A cena da conversão de Saulo usou tecnologia de ponta, com efeitos de luz que levaram semanas para serem finalizados. Floriano Peixoto passou por sessões de maquiagem para envelhecer seu visual, enquanto Murilo Cezar estudou textos bíblicos para dar profundidade a Saulo.

  • Curiosidades da produção:
    • Gravações em cinco cidades, incluindo Marrocos.
    • Mais de 2 mil figurinos históricos.
    • Efeitos visuais na cena da conversão de Saulo.
    • Consultoria teológica para fidelidade à narrativa.

A estratégia da Record

A Record aposta em “Paulo, O Apóstolo” para recuperar o sucesso das produções bíblicas, após o êxito de “Força de Mulher”. A série, exibida após o Jornal da Record, compete com novelas da Globo, como “Vale Tudo”, e do SBT, como “As Filhas da Senhora Garcia”. A parceria com o Disney+ amplia o alcance, com episódios disponíveis para streaming.

A emissora também planeja um documentário sobre os locais históricos visitados por Paulo, incluindo Jerusalém e Roma, com imagens captadas durante as gravações. A estratégia inclui conteúdos extras, como entrevistas com o elenco, para manter o público engajado.