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Gabi Prado implora após erro com foto do filho: “Não compartilhem”

Gabri Prado
Foto: Gabri Prado - Foto: Instagram

A influenciadora Gabi Prado, 38 anos, viveu momentos de angústia na última quinta-feira, 6 de agosto de 2025, ao publicar por engano uma foto de seu filho recém-nascido, José Bento Prado Gomes, em suas redes sociais. A imagem, destinada apenas ao grupo restrito de “melhores amigos” no Instagram, acabou exposta para seus mais de 3,5 milhões de seguidores. Rapidamente, ela apagou o post e fez um apelo emocionado para que ninguém compartilhasse a foto, citando o histórico de ataques virtuais que enfrenta há mais de cinco anos. Durante a gravidez, Prado revelou ter sofrido ameaças graves, incluindo mensagens desejando a morte de seu bebê, o que a levou a decidir não expor o filho publicamente. O incidente reacendeu debates sobre a privacidade de figuras públicas e a pressão do puerpério, período que a influenciadora descreveu como de “dor profunda”.

A ex-participante de realities como De Férias com o Ex e A Fazenda usou os stories do Instagram para explicar o ocorrido. “Eu ia postar nos melhores amigos, mas errei. Mais de 300 mil pessoas viram antes que eu apagasse”, lamentou. A influenciadora destacou a importância de proteger a imagem de José Bento, nascido em 19 de julho de 2025, fruto de seu casamento com o político Thiago Gomes.

  • Motivo do sigilo: Prado optou por não mostrar o filho para evitar ataques de haters.
  • Impacto emocional: A gravidez foi marcada por mensagens cruéis, intensificando sua sensibilidade.
  • Apelo aos fãs: Ela pediu que a foto não fosse compartilhada, mesmo por perfis de fofoca.

O caso gerou comoção entre os seguidores, com muitos expressando apoio e indignação contra a violência online sofrida por Prado.

Reação nas redes sociais

A notícia do erro de Gabi Prado rapidamente ganhou tração nas redes sociais, especialmente no X, onde usuários condenaram a crueldade dos ataques direcionados à influenciadora e seu filho. Muitos destacaram a gravidade de mensagens que desejavam mal ao bebê, apontando para a toxicidade de parte do ambiente digital. “Que tipo de gente faz isso com uma mãe e um recém-nascido?”, questionou um usuário em postagem no X. Outro seguidor elogiou a evolução pessoal de Prado, criticando quem resgata polêmicas antigas para atacá-la.

O desabafo de Prado também trouxe à tona a dificuldade de lidar com o julgamento público. “É desumano o que estão fazendo com ela”, escreveu um fã, enquanto outros reforçaram a necessidade de respeito à privacidade de figuras públicas, especialmente em momentos vulneráveis como o puerpério. O apoio massivo contrastou com a minoria que continuou a criticar a influenciadora, muitas vezes sem contexto sobre sua trajetória recente.

  • Solidariedade online: Fãs repudiaram os ataques e pediram mais empatia.
  • Críticas à cultura de ódio: Usuários destacaram o impacto psicológico dos haters.
  • Defesa da privacidade: Seguidores reforçaram o direito de Prado proteger o filho.

Puerpério e os desafios da maternidade

Gabi Prado abriu o coração sobre o puerpério, descrevendo-o como um período de “dor que dói a alma”. Mesmo com a alegria de realizar o sonho de ser mãe, ela admitiu que a fase pós-parto tem sido desafiadora, agravada pelos ataques online. O puerpério, segundo especialistas, é marcado por mudanças hormonais e emocionais intensas, que podem ser ainda mais difíceis para mães expostas ao escrutínio público. Prado destacou a necessidade de se manter forte para cuidar do filho, como amamentar e trocar fraldas, apesar da angústia.

A influenciadora também mencionou sua luta para equilibrar a felicidade pela saúde do filho com a pressão de ataques constantes. “Por mais que eu tenha motivos para estar feliz, é uma dor que não consigo explicar”, desabafou. Essa vulnerabilidade ressoou com muitas mães, que compartilharam experiências semelhantes nas redes sociais, reforçando a importância de apoio psicológico no pós-parto.

  • Mudanças hormonais: O puerpério pode intensificar a sensibilidade emocional.
  • Pressão pública: A exposição nas redes sociais amplifica os desafios da maternidade.
  • Resiliência materna: Prado destacou como o cuidado com o filho a “renova” diariamente.
  • Apoio psicológico: Especialistas recomendam acompanhamento para mães no pós-parto.

Histórico de ataques virtuais

Os ataques sofridos por Gabi Prado não são novidade. Há mais de cinco anos, ela enfrenta críticas e ofensas nas redes sociais, muitas vezes relacionadas à sua participação em realities. Durante a gravidez, a situação se agravou, com mensagens desejando a morte de seu bebê, o que a levou a tomar a decisão de manter José Bento fora do alcance público. “Eu tinha muito medo”, revelou, explicando como o período gestacional foi marcado por insegurança emocional.

A influenciadora já havia desabafado sobre o impacto das redes sociais em sua saúde mental. Em 2024, ela revelou o diagnóstico de transtorno de personalidade borderline, caracterizado por instabilidade emocional e impulsividade, o que torna os ataques ainda mais difíceis de lidar. Prado já desativou seu Instagram temporariamente no passado, buscando se proteger de gatilhos emocionais. O incidente com a foto do filho reacendeu a discussão sobre o impacto da cultura de ódio online na vida de figuras públicas.

  • Cinco anos de ataques: Ofensas começaram após sua participação em realities.
  • Diagnóstico de borderline: Transtorno intensifica a dificuldade de lidar com críticas.
  • Impacto na gravidez: Mensagens cruéis tornaram o período gestacional mais difícil.

Decisão de proteger o filho

A escolha de Gabi Prado por não expor José Bento reflete uma tendência crescente entre influenciadores que buscam proteger a privacidade de seus filhos. A influenciadora destacou que a decisão foi reforçada pelos ataques sofridos, especialmente durante a gravidez. “Eu não quero que ele passe pelo que eu passo”, afirmou, enfatizando seu direito como mãe de preservar a imagem do bebê.

O erro na postagem, embora acidental, expôs a fragilidade de figuras públicas em manter a privacidade em um ambiente digital onde tudo é rapidamente capturado e compartilhado. Prado apagou a foto em poucos minutos, mas o alcance inicial de 300 mil visualizações mostra como é difícil controlar a disseminação de conteúdo online. Seu apelo para que perfis de fofoca não replicassem a imagem reforça a luta por controle sobre sua narrativa pessoal.

  • Privacidade infantil: Cresce o movimento de não expor filhos nas redes sociais.
  • Risco de viralização: Imagens podem ser capturadas e compartilhadas rapidamente.
  • Controle narrativo: Prado busca proteger a imagem do filho de especulações.

Impacto na comunidade de influenciadores

O caso de Gabi Prado gerou reflexões no meio digital sobre os limites da exposição e a responsabilidade de perfis de fofoca. Muitos influenciadores se solidarizaram, compartilhando histórias de ataques semelhantes. A discussão também levantou questões sobre o papel das plataformas em combater o discurso de ódio. Ferramentas como filtros de comentários e denúncias de conteúdo ofensivo ainda são insuficientes para proteger figuras públicas de ataques coordenados.

Além disso, o incidente destacou a pressão enfrentada por mães influenciadoras, que precisam equilibrar a vida pessoal com a demanda por conteúdo constante. Prado, que já comanda o podcast PodDarPrado e uma marca de roupas, enfrenta o desafio de manter sua relevância digital sem comprometer a segurança emocional de sua família.

  • Solidariedade entre influenciadores: Colegas defenderam Prado nas redes sociais.
  • Limites da exposição: Mães influenciadoras repensam a divulgação de suas vidas.
  • Combate ao ódio online: Plataformas ainda falham em proteger usuários.
  • Pressão por conteúdo: Influenciadores enfrentam dilemas entre privacidade e carreira.