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Van de Ven brilha em gol no rebote e Tottenham abre vantagem na Supercopa contra o PSG

gol tottenham
Foto: gol tottenham - Foto: SBT

Paris Saint-Germain e Tottenham disputam a final da Supercopa da Europa nesta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, no Estádio Friuli, em Udine, Itália, às 16h (horário de Brasília). A partida, que coloca frente a frente o campeão da Champions League (PSG) e o campeão da Liga Europa (Tottenham), está no intervalo do primeiro tempo com o placar de 1 a 0 para os ingleses, graças a um gol de Van de Ven aos 38 minutos. O jogo, ainda em andamento, marca a primeira decisão da Supercopa em solo italiano desde 1996. O confronto reúne elencos renovados, com o PSG sem o goleiro Donnarumma e o Tottenham sob novo comando técnico. A partida é marcada por intensidade e equilíbrio, com o PSG dominando a posse de bola, mas enfrentando dificuldades para converter chances em gol. O Tottenham, por sua vez, aproveita contra-ataques e lances de bola parada para criar perigo.

O jogo começou com o Tottenham tomando a iniciativa nos primeiros minutos, enquanto o PSG buscava controlar a posse de bola. A final, disputada em campo neutro, reflete a rivalidade entre dois clubes que chegam com elencos reformulados após a última temporada. O PSG, liderado por Luis Enrique, aposta em nomes como Kvaratskhelia e Dembélé para buscar o empate, enquanto o Tottenham, sob o comando de Thomas Frank, conta com a força de Richarlison e a solidez de João Palhinha no meio-campo.

  • Principais destaques do jogo até agora:
    • Gol decisivo de Van de Ven aos 38 minutos, aproveitando rebote após bola no travessão.
    • PSG com 65% de posse de bola, mas sem finalizações precisas.
    • Tottenham perigoso em contra-ataques e lances de bola parada.
    • Pausa para hidratação aos 24 minutos devido ao calor no Estádio Friuli.

Minutagem dos principais lances

O primeiro tempo da final da Supercopa da Europa tem sido marcado por momentos de intensidade e chances claras de gol, com o Tottenham levando vantagem até o momento. Abaixo, os principais lances registrados até os 41 minutos:

  • 2’: Pedro Porro arrisca chute de longe após erro de Hakimi na saída de bola, mas a finalização vai para fora.
  • 7’: Kvaratskhelia recebe na pequena área pelo PSG, mas chuta fraco, facilitando a defesa de Vicario.
  • 22’: Richarlison rouba a bola e toca para Kudus, que devolve. O brasileiro chuta forte, mas Chevalier faz grande defesa, espalmando para escanteio.
  • 35’: Dembélé recebe cruzamento na área, chuta de primeira, mas a bola sobe demais e vai para fora.
  • 38’: Gol do Tottenham! Após cobrança de falta, Spence cabeceia, João Palhinha acerta o travessão, e Van de Ven completa no rebote para abrir o placar.

O jogo segue equilibrado, com o PSG pressionando para empatar e o Tottenham buscando explorar os contra-ataques.

Reformulações nos elencos

O PSG chega à final com mudanças pontuais em relação à temporada passada, quando conquistou a Champions League com uma goleada sobre a Inter de Milão. A ausência de Gianluigi Donnarumma, que não renovou contrato e está próximo de acertar com o Manchester City, é a principal novidade. Lucas Chevalier, ex-Lille, assume a meta parisiense, trazendo segurança com defesas importantes no primeiro tempo. Além disso, o zagueiro Zabarnyi, contratado do Bournemouth, reforça a defesa ao lado de Marquinhos. O esquema 4-3-3 de Luis Enrique prioriza a posse de bola e a velocidade de jogadores como Barcola e Kvaratskhelia, mas a equipe ainda busca maior eficiência nas finalizações.

Por outro lado, o Tottenham passou por uma reformulação mais profunda. Após uma temporada aquém na Premier League, o clube dispensou o técnico Ange Postecoglou e trouxe Thomas Frank, ex-Brentford, para o comando. No elenco, a saída de Son para o Los Angeles FC marcou o fim de uma era, mas a chegada de jovens como Kudus e Tel, além do volante João Palhinha, ex-Bayern, trouxe nova energia. A defesa também foi reforçada com Danso, Vuskovic e Takai, enquanto Richarlison segue como referência no ataque. O gol de Van de Ven no rebote reflete a aposta em jogadas ensaiadas e lances de bola parada, marca do novo treinador.

Contexto da Supercopa no Friuli

A escolha do Estádio Friuli, casa da Udinese, para sediar a final da Supercopa da Europa é um marco para o futebol italiano. Com capacidade para 25 mil torcedores, o estádio recebe a decisão pela primeira vez desde 1996, quando a competição ainda era disputada em jogos de ida e volta. A atmosfera no local é vibrante, com torcedores de ambos os clubes criando um ambiente de festa. A partida também marca o início da temporada europeia, sendo um termômetro para o desempenho de PSG e Tottenham nas competições que estão por vir.

  • Fatores que tornam o jogo especial:
    • Primeira Supercopa na Itália em quase 30 anos.
    • Confronto entre campeões da Champions League e da Liga Europa.
    • Estreia de novos jogadores e técnicos em uma final continental.

Escalação e estratégias táticas

Desempenho tático no primeiro tempo

O PSG domina a posse de bola, com 65% contra 35% do Tottenham, mas enfrenta dificuldades para transformar o controle em chances reais de gol. O meio-campo formado por Zaïre-Emery, Vitinha e Doué troca passes com fluidez, mas a defesa do Tottenham, bem postada, neutraliza as investidas. Kvaratskhelia, pela esquerda, e Dembélé, pela direita, tentam abrir espaços, mas esbarram na marcação de Pedro Porro e Van de Ven. A pausa para hidratação aos 24 minutos permitiu ajustes táticos, mas o PSG ainda busca maior precisão no último terço do campo.

O Tottenham, por sua vez, adota uma postura mais reativa, apostando em contra-ataques rápidos e bolas paradas. O gol de Van de Ven, após uma sequência de cabeceio de Spence e chute de Palhinha, mostra a eficiência dos ingleses em lances ensaiados. Richarlison, com sua movimentação, tem sido fundamental para abrir espaços, enquanto Kudus e Spence trazem velocidade pelas pontas. A solidez de João Palhinha no meio-campo dá equilíbrio, permitindo que o Tottenham explore transições rápidas.

Expectativas para o restante do jogo

Com o jogo ainda em aberto, o PSG deve intensificar a pressão no segundo tempo para buscar o empate. Luis Enrique, conhecido por ajustes táticos precisos, pode optar por mudanças no ataque, como a entrada de Gonçalo Ramos ou Lee Kang-In, para aumentar o poder ofensivo. A defesa do Tottenham, liderada por Cristian Romero e Danso, precisará manter a concentração para conter as investidas parisienses. O confronto promete emoção, com ambos os times mostrando qualidade e disposição para conquistar o título.

  • Possíveis ajustes táticos:
    • PSG pode reforçar o ataque com substituições ofensivas.
    • Tottenham deve manter a compactação defensiva e explorar contra-ataques.
    • Bola parada será crucial para ambos os lados.

Histórico recente dos clubes

O PSG chega à Supercopa com o peso de ser o atual campeão da Champions League, título conquistado com uma atuação dominante contra a Inter de Milão. Apesar da derrota na final do Mundial de Clubes para o Chelsea, o clube parisiense mantém a confiança para buscar um troféu inédito. Já o Tottenham celebra o tricampeonato da Liga Europa, igualando o Liverpool como maior vencedor inglês da competição. A vitória sobre o Manchester United na final reforçou a moral da equipe, que agora busca seu primeiro título da Supercopa.

O embate entre os dois clubes reflete não apenas a rivalidade entre o futebol francês e inglês, mas também a ambição de ambos em consolidar seus projetos para a temporada. A final no Friuli é um capítulo importante dessa história, com o gol de Van de Ven dando ao Tottenham uma vantagem inicial, mas com o PSG ainda com tempo para reagir.