Jojo Todynho contra-ataca e processa Amanda Fróes por ataques verbais
A briga entre a cantora Jojo Todynho e sua vizinha Amanda Fróes, moradoras de um condomínio de luxo no Rio de Janeiro, ganhou um novo capítulo em agosto de 2025, com Jojo acionando Amanda na Justiça. A ação, que pede R$ 20 mil por danos morais, marca uma reviravolta na disputa iniciada em abril, quando Amanda processou Jojo por ofensas, exigindo R$ 50 mil. A primeira ação foi extinta sem julgamento devido à ausência de Amanda em uma audiência. Agora, Jojo alega que as declarações de Amanda à imprensa, acusando-a de desrespeitar a comunidade LGBTQIAPN+, incitaram ataques virtuais contra ela. A disputa, que começou com críticas públicas e xingamentos, segue gerando polêmica.
A troca de acusações entre as duas vizinhas expõe um conflito que mistura questões pessoais, liberdade de expressão e responsabilidade pública. Jojo, conhecida por sua carreira musical e participações em reality shows, afirma que Amanda ultrapassou os limites ao criticá-la publicamente, enquanto Amanda, uma influenciadora trans, alega ter sido vítima de ofensas graves. O caso, que tramita em um juizado especial no Rio, reflete tensões sociais e o impacto das redes sociais em disputas pessoais.
- Motivo da nova ação: Jojo alega que Amanda a difamou ao acusá-la de intolerância.
- Valor pedido: A cantora solicita R$ 20 mil por danos morais.
- Contexto: A briga começou após críticas de Amanda às posições de Jojo sobre pautas LGBTQIAPN+.
- Desfecho anterior: A ação de Amanda contra Jojo foi arquivada por falta dela em audiência.
Origem do conflito
A disputa teve início em abril de 2025, quando Amanda Fróes, em entrevista à coluna Fábia Oliveira, declarou que não fazia questão de cumprimentar Jojo no condomínio onde ambas possuem residências, no Recreio dos Bandeirantes. Amanda, que se identifica como parte da comunidade LGBTQIAPN+, criticou a cantora por manifestações públicas contrárias aos direitos dessa comunidade. Jojo, por sua vez, reagiu nas redes sociais, chamando Amanda de “vagabunda” e “demônia”. As ofensas levaram Amanda a processar Jojo, pedindo R$ 50 mil por danos morais, alegando que as declarações da cantora geraram um “linchamento moral digital” contra ela.
A ação inicial de Amanda foi arquivada em 12 de agosto de 2025, após ela não comparecer a uma audiência de conciliação. A ausência, segundo fontes, ocorreu porque Amanda estava em Paris, onde realiza trabalhos de moda e lifestyle. Apesar de tentativas de participar por videoconferência ou adiar a audiência, os pedidos foram negados. A extinção do processo sem julgamento do mérito abriu espaço para Jojo contra-atacar com uma nova ação, agora acusando Amanda de difamação.
Detalhes da nova ação judicial
Jojo Todynho, cujo nome de batismo é Jordana Gleise, moveu a ação contra Amanda Fróes alegando que as declarações da vizinha à imprensa foram agressivas e desproporcionais. Segundo a cantora, Amanda a acusou injustamente de desrespeitar a comunidade LGBTQIAPN+, o que teria gerado uma onda de ataques virtuais contra ela. A ação, protocolada em um juizado especial do Rio de Janeiro, busca reparação por danos morais no valor de R$ 20 mil.
- Acusações de Jojo: Amanda teria extrapolado a liberdade de expressão com críticas públicas.
- Impacto alegado: As falas de Amanda incitaram hostilidades nas redes sociais contra Jojo.
- Objetivo da ação: Além da indenização, Jojo busca coibir o que considera uma campanha de difamação.
- Local do processo: Juizado especial no Rio, onde a disputa tramita com celeridade.
A cantora argumenta que as declarações de Amanda não apenas a ofenderam, mas também alimentaram um ambiente de hostilidade online, prejudicando sua imagem pública. A ação reforça a narrativa de Jojo como vítima de ataques motivados por falas públicas de sua vizinha.
Histórico de polêmicas
Jojo Todynho não é estranha a controvérsias judiciais. Além da disputa com Amanda, a cantora enfrentou outros processos recentes. Em 2024, ela foi acionada por Gabriela dos Santos do Nascimento, uma estudante que alega ter sido agredida por Jojo em uma faculdade na Taquara, Rio de Janeiro. A ação, que pede R$ 100 mil, ainda tramita, mas enfrenta dificuldades para intimar a cantora. Outro caso envolve o humorista Nego Di, que em 2022 processou Jojo por calúnia, difamação e injúria após ela chamá-lo de “estelionatário” e “golpista”. Esse processo também segue em andamento no Tribunal de Justiça do Rio.
- Caso Gabriela: Estudante pede R$ 100 mil por suposta agressão em ambiente universitário.
- Caso Nego Di: Ação por crimes contra a honra, iniciada após troca de ofensas em 2022.
- Outras disputas: Jojo enfrentou queixa do PT por acusações de proposta milionária.
Além disso, Jojo foi alvo de uma denúncia anônima em 2024, que questionava sua relação com plataformas de apostas, como a Esportes da Sorte. A denúncia, que tramita no Ministério Público do Rio de Janeiro, alega que a cantora promove jogos de azar, violando o Código de Defesa do Consumidor.
Reações e impacto nas redes
A briga entre Jojo e Amanda tem gerado forte repercussão nas redes sociais, com torcidas divididas. Parte dos internautas apoia Jojo, argumentando que ela tem o direito de se defender de críticas públicas. Outros defendem Amanda, destacando a gravidade das ofensas proferidas pela cantora e o impacto delas em uma mulher trans. A polarização reflete debates mais amplos sobre liberdade de expressão, responsabilidade de figuras públicas e pautas identitárias.
- Apoio a Jojo: Fãs alegam que Amanda provocou a cantora com críticas desnecessárias.
- Defesa de Amanda: Internautas apontam que as ofensas de Jojo reforçam preconceitos.
- Discussão online: A disputa alimenta debates sobre tolerância e discurso de ódio.
- Visibilidade: O caso ganhou destaque em portais como Metrópoles e ContilNet.
Amanda, que também é influenciadora, usou suas redes para rebater as acusações de Jojo. Em entrevista à coluna Fábia Oliveira, ela negou ter ofendido a cantora e reforçou seu direito de criticar posturas que considera prejudiciais à comunidade LGBTQIAPN+. A influenciadora também destacou seu empoderamento como mulher trans, afirmando que sua presença em um condomínio de luxo inspira outras pessoas.
Contexto do condomínio
O cenário da disputa é um condomínio de alto padrão no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. Jojo adquiriu uma mansão no local, mas ainda não se mudou completamente, segundo Amanda. A influenciadora, por sua vez, reside no condomínio e afirma ter construído sua casa “do zero”, rejeitando rumores de que planejava se mudar devido à briga. O ambiente, que deveria ser de convivência pacífica, tornou-se palco de tensões públicas entre as duas.
- Localização: Recreio dos Bandeirantes, área nobre do Rio de Janeiro.
- Residência de Jojo: A cantora comprou uma mansão, mas segue morando na Taquara.
- Posição de Amanda: Ela nega intenção de deixar o condomínio, que considera sua conquista.
- Clima no local: A briga gerou desconforto entre outros moradores, segundo relatos.
A disputa no condomínio reflete como conflitos pessoais podem ganhar proporções maiores quando envolvem figuras públicas. A proximidade física entre Jojo e Amanda, mesmo que a cantora ainda não resida plenamente no local, intensifica a rivalidade.
Desdobramentos judiciais
A nova ação movida por Jojo contra Amanda ainda está em fase inicial, e uma audiência de conciliação deve ser marcada nos próximos meses. Caso não haja acordo, o processo seguirá para julgamento, com a possibilidade de ambas apresentarem suas defesas. A celeridade dos juizados especiais pode acelerar o desfecho, mas a polarização do caso sugere que a resolução não será simples.
- Próximos passos: Audiência de conciliação para tentar um acordo entre as partes.
- Riscos para Jojo: Uma derrota pode reforçar acusações de intolerância contra ela.
- Riscos para Amanda: A ação pode limitar suas críticas públicas à cantora.
- Impacto público: O caso continua atraindo atenção de fãs e críticos nas redes.
A Justiça terá o desafio de equilibrar os direitos de expressão de ambas as partes, enquanto avalia o impacto de suas declarações no ambiente digital e na vida pessoal. A briga, que começou com uma crítica em entrevista, agora testa os limites da responsabilidade pública e da convivência entre vizinhos.
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