VAR anula golaço de Viveros e esquenta jogo entre Corinthians e Athletico-PR pela Copa do Brasil
O Corinthians enfrenta o Athletico-PR na noite desta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, pela partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil, na Neo Química Arena, em São Paulo, com o placar ainda zerado aos 37 minutos do primeiro tempo, após uma intervenção polêmica do VAR que anulou um belo gol do atacante Kevin Viveros, do time paranaense, por suposta falta na origem da jogada, o que gerou reclamações intensas e um cartão amarelo para o jogador, deixando o jogo equilibrado e tenso, com o Timão precisando apenas de um empate para avançar graças à vitória por 1 a 0 na ida, enquanto o Furacão busca reverter o resultado para seguir na competição, sob o apito de Davi de Oliveira Lacerda, em um duelo marcado por trocas de passes no meio-campo e poucas finalizações claras até o momento.
A partida começou com o Corinthians controlando a posse de bola nos minutos iniciais, trocando passes na defesa e buscando espaços pela esquerda com Matheus Bidu e Fabrizio Angileri, enquanto o Athletico-PR se postava de forma compacta, apostando em contra-ataques rápidos liderados por Viveros e Julimar, e o clima na arena, com mais de 40 mil torcedores presentes, esquentou especialmente após o lance do gol anulado, que poderia ter mudado o rumo do confronto, destacando a importância do vídeo-arbitragem em decisões cruciais como essa. O jogo, transmitido por Globo, SporTV, Premiere e Amazon Prime, reflete o momento das equipes, com o Corinthians vindo de um empate recente no Brasileirão e o Athletico em ascensão na Série B, mas o foco permanece na disputa pela vaga nas semifinais, onde o vencedor pode encarar Cruzeiro ou Atlético-MG, e a anulação veio após Viveros roubar a bola de Maycon no meio, avançar em velocidade e bater no canto esquerdo de Hugo Souza, mas o árbitro, alertado pelo VAR, revisou e marcou falta de Viveros sobre o volante corintiano, invalidando o lance e mantendo o 0 a 0 agregado em 1 a 0 para o Timão.
Essa decisão, aos 24 minutos inicialmente, mas com revisão estendendo o impacto até os 37, reforça o equilíbrio da partida, com ambos os times criando chances esporádicas, como uma bicicleta de Rodrigo Garro pelo Corinthians e um cruzamento perigoso de Julimar pelo Athletico, e o porquê dessa tensão reside na necessidade do Furacão de vencer por dois gols para classificar diretamente ou por um para ir aos pênaltis, enquanto o Corinthians administra a vantagem com inteligência tática sob o comando de Dorival Júnior.
A partida prossegue com intensidade crescente no campo de ataque corintiano, onde Memphis Depay e Gui Negão buscam explorar as laterais contra a defesa paranaense. O Athletico-PR, treinado por Odair Hellmann, responde com marcação alta e transições rápidas, mas o erro na origem do lance anulado expôs vulnerabilidades no meio-campo.
- Aos 30 minutos, Gui Negão recebe de Memphis pela direita e toca para Garro, que tenta a finalização de fora da área, mas o goleiro Bento Santos faz a defesa segura.
- Aos 33 minutos, Benavídez cruza da direita para a área corintiana, e Matheuzinho afasta de cabeça para evitar perigo maior.
O primeiro tempo avança com o Corinthians pressionando mais, mas sem converter em gol, enquanto o Athletico se reorganiza após a frustração do VAR.
Minutagem dos principais lances até os 37 minutos
O jogo na Neo Química Arena registra uma sequência de ações que definem o ritmo equilibrado entre Corinthians e Athletico-PR, com o Timão dominando a posse em cerca de 58% até agora, mas o Furacão criando as chances mais perigosas, culminando na anulação que marcou o período.
- Aos 5 minutos, Angileri cruza da esquerda para Gui Negão, que sobe para cabecear, mas a bola passa por cima do gol de Santos, desperdiçando a primeira oportunidade clara do Corinthians.
- Aos 11 minutos, Matheus Bidu lança para Garro na área, e o argentino executa uma bicicleta impressionante, mas a finalização sai por pouco ao lado da trave, levantando a torcida alvinegra.
- Aos 13 minutos, Julimar ganha disputa na direita e cruza rasteiro pela pequena área corintiana, com a bola atravessando sem toque, forçando Hugo Souza a se esticar para evitar o pior.
- Aos 24 minutos, Viveros rouba de Maycon no meio, avança driblando três defensores e chuta colocado no ângulo, mas o VAR detecta falta na disputa inicial, anulando o golaço e gerando o cartão amarelo ao colombiano aos 28 minutos.
- Aos 32 minutos, Élan Ricardo arrisca de fora da área após carregada individual, e a bola passa rente à trave esquerda de Hugo Souza, mostrando a ousadia do Athletico em busca do empate no agregado.
Esses momentos destacam como o VAR se tornou o protagonista involuntário, alterando o fluxo emocional da partida e forçando ambos os técnicos a ajustarem estratégias em tempo real.
Escalações e retornos que influenciam o duelo
Dorival Júnior optou por uma formação 4-2-3-1 no Corinthians, com Hugo Souza no gol, Matheuzinho na lateral direita, Gustavo Henrique e André Ramalho na zaga, Matheus Bidu na esquerda, Maycon e Breno Bidon no meio, Rodrigo Garro como armador, Memphis Depay e Gui Negão no ataque, priorizando velocidade pelas pontas para explorar a vantagem da ida. O retorno de Memphis após lesão traz criatividade ao setor ofensivo, com o holandês participando ativamente de jogadas como o passe para Garro aos 30 minutos, enquanto Gui Negão, autor do gol na partida anterior, pressiona a defesa adversária com sua movimentação constante.
Pelo Athletico-PR, Odair Hellmann escalou um 4-3-3 mais ofensivo, com Bento Santos no gol, Benavídez e Léo Derik nas laterais, Terán e João Pedro Tchoca na zaga, Felipinho, Élan Ricardo e Dudu no meio, Julimar e Viveros na frente, visando reverter o 0 a 1 agregado com ataques diretos e bolas longas para os velocistas. Viveros, apesar da frustração com o VAR, continua sendo a principal arma paranaense, com sua arrancada aos 24 minutos exemplificando o potencial de contra-ataque do time, que vem de três vitórias consecutivas na Série B e busca quebrar o tabu de não eliminar o Corinthians em Copas do Brasil desde 2009.
Essa configuração tática reflete o momento das equipes, com o Corinthians mais consolidado na Série A, mas com elenco enxuto devido a seleções e lesões, e o Athletico gerenciando o foco entre o acesso à elite e o mata-mata nacional.
- Hugo Souza se destaca com defesas seguras, como aos 30 minutos contra Garro.
- Viveros lidera em dribles completos, com dois até os 37 minutos.
- Garro cria três chances, incluindo a bicicleta aos 11.
- Maycon é o mais faltoso no meio, com duas infrações registradas.
- Santos, goleiro do Athletico, intervém em cruzamentos perigosos aos 35 minutos.
Os ajustes no intervalo podem intensificar essas dinâmicas, especialmente com o Corinthians protegendo o resultado e o Athletico forçando erros.
Arbitragem e o papel do VAR na tensão do jogo
Davi de Oliveira Lacerda, árbitro capixaba, comanda o duelo auxiliado por Rafael da Silva Alves e Nailton Júnior de Sousa Oliveira, com Diego Pombo Lopez no VAR, e sua atuação tem sido criteriosa, emitindo cartões para reclamações como o de Viveros aos 28 minutos após a anulação. O vídeo-arbitragem, introduzido para maior precisão, interveio decisivamente aos 26 minutos, quando Lacerda foi chamado para revisar o gol de Viveros, confirmando a falta em Maycon na disputa pela bola no meio-campo, uma jogada que durou cerca de dois minutos na tela e mudou o ânimo das equipes. Historicamente, o VAR tem sido aliado em jogos equilibrados como esse, evitando erros graves, mas também gerando debates sobre o tempo de interrupção, que aqui pausou o ritmo fluido da partida por volta dos 24 aos 28 minutos. Lacerda, que apitou vitórias corintianas recentes como contra o Novorizontino na própria Copa do Brasil, mantém o controle sem excessos, mas o foco no VAR destaca como a tecnologia influencia confrontos de alto calibre, especialmente em um mata-mata onde cada detalhe conta para a classificação.
1T | 41 min: Bidon bateu de fora da área, com perigo, a bola desviou e se perdeu em escanteio.
— Corinthians (@Corinthians) September 11, 2025
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O Athletico, precisando de gols, sente o peso dessas paradas, enquanto o Corinthians usa o tempo para reorganizar a marcação.
Aos 37 minutos, Matheuzinho acelera pela direita e tenta o cruzamento, mas toca forte demais, permitindo o corte de Esquivel, mantendo o 0 a 0 e o jogo aberto para o restante do primeiro tempo.
Estratégias táticas em campo até o momento
O Corinthians adota uma postura de controle, com passes curtos no meio-campo liderados por Maycon e Breno Bidon, buscando infiltrações pelas laterais onde Angileri e Matheus Bidu avançam com frequência, como visto aos 30 minutos na tabela que quase resulta em gol. Dorival Júnior enfatiza a compactação defensiva para neutralizar os contra-ataques do Athletico, que explora a velocidade de Viveros e Julimar em lançamentos longos de Terán, como o cruzamento aos 13 minutos que atravessou a área.
O Furacão, por sua vez, pressiona alto na saída de bola corintiana, recuperando posse em zonas avançadas, mas sofre com erros como o de Felipinho aos 15 minutos, quando Matheuzinho rebateu para o Corinthians. Essa alternância de posse, com o Timão em 58% e o Athletico em 42%, reflete o equilíbrio tático, com o time paulista criando mais volume, mas o paranaense sendo mais eficiente nas finalizações, apesar da anulação. Memphis Depay, com sua visão de jogo, distribui bolas para Gui Negão, que aos 5 minutos quase abriu o placar de cabeça, enquanto Élan Ricardo tenta chutes de média distância, como aos 32 minutos, para surpreender Hugo Souza.
Essas escolhas táticas sustentam a partida sem gols até os 37 minutos, com potencial para mudanças no segundo tempo.
- Pressão alta do Athletico aos 15 minutos força erro de Felipinho.
- Cruzamentos corintianos: três tentados, dois cortados pela zaga paranaense.
- Recuperações de bola: Maycon lidera com quatro no meio-campo.
- Finalizações: duas por time, uma defendida e uma anulada.
- Posse em campo ofensivo: Corinthians com 62% nos últimos 10 minutos.
O jogo continua valendo, com o primeiro tempo se aproximando do fim e o placar inalterado.
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