PSG conquista Ballon d’Or de melhor clube e reforça status como melhor time do mundo em 2025

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PSG melhor time do mundo Foto: PSG melhor time do mundo

O Théâtre du Châtelet em Paris pulsava com expectativa na noite de 22 de setembro de 2025, quando o Ballon d’Or revelou seus vencedores para a temporada 2024/25. O Paris Saint-Germain, com sua campanha avassaladora, levou o prêmio de melhor clube do ano, superando gigantes como Arsenal, Chelsea e Barcelona. Essa conquista veio logo após uma sequência de vitórias que incluiu a primeira Liga dos Campeões da história do clube, disputada em Munique contra a Inter de Milão.

A cerimônia destacou o impacto coletivo do time francês, dirigido por Luis Enrique, que transformou o Parc des Princes em um caldeirão de troféus. Ousmane Dembélé, artilheiro com 35 gols em todas as competições, emergiu como favorito ao prêmio individual masculino, mas o foco recaiu sobre o elenco como um todo. Nove jogadores do PSG estavam entre os 30 indicados, um recorde que reflete a profundidade do grupo.

  • Tríplice coroa continental: Ligue 1, Coupe de France e Champions League.
  • Invencibilidade inicial em 2025: 14 vitórias e um empate nos primeiros 15 jogos.
  • Domínio no Mundial de Clubes: Vaga na final após goleada de 4 a 0 sobre o Real Madrid.

A torcida parisiense invadiu as ruas adjacentes ao teatro, celebrando o que muitos chamam de era dourada. Figuras como Vitinha, Nuno Mendes e João Neves, todos luso-portugueses, receberam menções honrosas, enquanto Gianluigi Donnarumma faturou o Yashin Trophy como melhor goleiro. Esses prêmios individuais pavimentaram o caminho para o reconhecimento coletivo, elevando o PSG a um patamar inédito.

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Desempenho avassalador na Champions League impulsiona PSG ao topo

A jornada do PSG na Liga dos Campeões de 2024/25 começou com solidez na fase de grupos, onde o time acumulou 67,6% de posse de bola em média e 17,7 finalizações por partida. Avançaram às oitavas com uma campanha que incluiu goleadas sobre Manchester City e Stuttgart, consolidando uma defesa que sofreu apenas 13 gols em 15 jogos do ano.

Nas quartas, o confronto contra o Aston Villa testou a resiliência parisiense. Com Donnarumma salvando pênaltis decisivos, o agregado de 5 a 4 garantiu a vaga. A semifinal contra o Arsenal foi marcada por um 3 a 1 no placar geral, com Dembélé marcando em ambos os jogos. A final em Munique, no entanto, foi o ápice: um 5 a 0 sobre a Inter, com gols de Achraf Hakimi, Désiré Doué (dois), Khvicha Kvaratskhelia e Senny Mayulu.

Luis Enrique ajustou o esquema tático para um 4-3-3 fluido, priorizando transições rápidas. O time marcou 78 gols em 25 partidas de 2025, com aproveitamento de 89,3%. Essa eficiência ofensiva, aliada a uma defesa sólida, rendeu o primeiro título europeu do clube, quebrando um jejum de anos de eliminações precoces.

O impacto se estendeu ao Mundial de Clubes, onde o PSG eliminou o Real Madrid por 4 a 0 na semifinal, com três gols nos primeiros 24 minutos. Embora a final contra o Chelsea tenha terminado em derrota por 3 a 0, o desempenho geral reforçou a narrativa de superioridade. Projeções de supercomputadores davam 18,5% de chance de título ao PSG antes do torneio, mas a campanha real superou expectativas.

Estrelas emergentes definem nova era para o PSG

Ousmane Dembélé liderou a revolução ofensiva, com 45 participações em gols na temporada. Sua velocidade e visão de jogo desequilibraram defesas adversárias, culminando em uma indicação ao Ballon d’Or individual. Apesar de uma lesão na coxa, ele compareceu à cerimônia, ovacionado por torcedores.

Désiré Doué, aos 19 anos, explodiu com dois gols na final da Champions, ganhando o Golden Boy. João Neves, contratado do Benfica, ancorou o meio-campo com 12 assistências, enquanto Nuno Mendes fortaleceu a lateral esquerda. Esses jovens, somados a veteranos como Marquinhos e Beraldo, formaram um elenco equilibrado.

  • Destaques individuais: Dembélé (35 gols), Doué (15 gols e 10 assistências), Neves (8 gols e 12 assistências).
  • Contribuições defensivas: Donnarumma (88% de defesas), Marquinhos (capitão com liderança em campo).
  • Integração tática: Enrique promoveu rotações que mantiveram o time fresco para mata-matas.

A saída de Kylian Mbappé para o Real Madrid, no início de 2025, poderia ter abalado o grupo, mas serviu de catalisador. O projeto coletivo floresceu, com ênfase em posse e pressão alta. Em 16 jogos de 2025, o PSG marcou 54 gols e sofreu apenas 14, estabelecendo recordes na Ligue 1.

Vitinha, outro português, destacou-se na Nations League, mas seu papel no PSG foi crucial para a vitória na Supercopa da UEFA, em agosto, contra o Tottenham. Esses triunfos acumulados posicionaram o clube como referência global, atraindo olhares de scouts e patrocinadores.

Investimentos e estrutura elevam PSG a elite mundial

A propriedade qatari transformou o PSG em uma potência financeira desde 2011, mas 2025 marcou a maturidade. O orçamento para contratações ultrapassou 200 milhões de euros, focado em talentos sub-23. Contratações como Kvaratskhelia, do Napoli, adicionaram criatividade ao ataque, com o georgiano contribuindo com 10 gols.

O centro de treinamento em Camp des Loges recebeu upgrades, incluindo análise de dados via IA para otimizar performances. Luis Enrique, com sua experiência em Barcelona, implementou treinamentos holísticos, integrando nutrição e recuperação. Isso resultou em zero lesões graves durante a Champions.

No âmbito global, o PSG expandiu sua base de fãs para 500 milhões, impulsionado por transmissões em streaming. Parcerias com marcas como Nike e Qatar Airways geraram receitas recordes de 800 milhões de euros. A torcida organizada, apesar de episódios passados de tensão, uniu-se em apoio massivo durante a final europeia.

  • Evolução financeira: Receita dobrou desde 2020, com foco em sustentabilidade.
  • Desenvolvimento de jovens: Academia formou 15 jogadores para o elenco principal.
  • Alcance internacional: Turnês na Ásia e Américas lotaram estádios com 90% de ocupação.

Esses pilares sustentaram o domínio, permitindo que o PSG disputasse a Intercontinental em dezembro de 2025 contra o campeão da Libertadores. A derrota no Mundial não ofuscou o brilho, mas serviu de lição para ajustes na defesa.

Rivalidades intensas testam supremacia do PSG na Europa

O clássico contra o Marseille, disputado no mesmo dia da cerimônia, terminou em 1 a 0 para o PSG, com gol de Mayulu. Essa vitória manteve o time invicto em derbies, acumulando oito triunfos consecutivos. O confronto expôs a pressão alta parisiense, com 70% de posse.

Na Premier League, o Chelsea, vice-campeão do Mundial, representa ameaça recorrente. Cole Palmer marcou dois na final, mas o PSG revidou com vitórias em amistosos preparatórios. O Real Madrid, superado no Mundial, planeja reforços para desafiar na próxima Champions.

Barcelona, com Lamine Yamal como estrela, ficou em segundo no ranking de clubes do Ballon d’Or. O jovem espanhol, vencedor do Kopa Trophy pelo segundo ano, personifica a concorrência emergente. O PSG, no entanto, venceu os catalães por 3 a 1 na fase de grupos.

Esses embates forjaram o caráter do time, com Enrique rotacionando o elenco para preservar energia. Em setembro de 2025, o PSG liderava a Ligue 1 com folga, após 2 a 0 sobre o Lens. A consistência em múltiplas frentes define essa versão do clube.

  • Confrontos chave: 4-0 vs Real Madrid (Mundial), 5-0 vs Inter (Champions final).
  • Rivais diretos: Chelsea (derrota na final Mundial), Barcelona (vitória em grupos).
  • Preparação futura: Amistosos contra Liverpool testam táticas para 2026.

A torcida, com cânticos ecoando no Parc des Princes, reflete o orgulho renovado. Figuras como Javier Pastore, ídolo histórico, compareceram à cerimônia, simbolizando a ponte entre passado e presente.

Futuro promissor com vagas garantidas em torneios globais

O PSG garantiu participação na Supercopa da UEFA de 2026 e no Mundial de 2029, além da Intercontinental deste ano. Essas vagas, conquistadas pela Champions, abrem portas para confrontos com times sul-americanos, como o possível Palmeiras.

No mercado, rumores ligam o clube a reforços como Alexander Isak, do Newcastle, para profundidade no ataque. Enrique planeja manter o núcleo jovem, com contratos estendidos para Doué e Neves até 2030. A academia prioriza exportação de talentos, gerando lucros.

Em 2025, o time disputou 40 partidas, vencendo 35, com média de 2,5 gols por jogo. Estatísticas da Sofascore posicionam o PSG como líder em finalizações e chances criadas na Europa. Essa métrica sustenta a narrativa de eficiência total.

A cerimônia do Ballon d’Or encerrou com aplausos para o clube, enquanto Dembélé erguia seu troféu individual. O momento capturou a essência: um time coletivo superando expectativas, pronto para mais conquistas.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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