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Advogada Larissa Ferrari assume affair com ator Henri Castelli em meio a processo judicial

Larissa Ferrari
Foto: Larissa Ferrari - Foto: Instagram

Larissa Ferrari, advogada de 28 anos, confirmou nesta quinta-feira (25) que iniciou um processo de conhecimento mútuo com o ator Henri Castelli, de 47 anos, por meio de trocas de mensagens nas redes sociais. A revelação ocorre no Rio de Janeiro, onde o caso judicial contra o ex-jogador Dimitri Payet, por violência psicológica, segue em andamento desde julho. Ferrari ganhou visibilidade em abril ao denunciar agressões físicas, sexuais e emocionais sofridas durante um relacionamento extraconjugal com Payet, que durou de agosto de 2024 a março de 2025.

O ator, que reside em Miami nos Estados Unidos, começou a seguir Ferrari no Instagram, o que levou a conversas privadas e, posteriormente, para o WhatsApp. Castelli, solteiro desde 2021 após o término com a influenciadora Sabrina Caminski, elogiou a educação e o respeito no contato inicial.

  • Início das mensagens: trocas leves sobre interesses comuns.
  • Evolução: elogios mútuos e fotos compartilhadas.
  • Distância: sem encontros presenciais devido à moradia de Castelli no exterior.

Contato inicial entre os dois

As conversas entre Larissa Ferrari e Henri Castelli começaram de forma casual nas redes sociais. O ator iniciou o contato ao seguir a advogada, o que resultou em mensagens privadas sobre temas cotidianos e profissionais.

Ferrari descreveu o processo como marcado por respeito, contrastando com experiências anteriores. Castelli, conhecido por papéis em novelas da Globo, respondeu de modo similar em pronunciamento recente.

Histórico do caso com Dimitri Payet

O relacionamento extraconjugal entre Larissa Ferrari e Dimitri Payet ocorreu enquanto o jogador defendia o Vasco da Gama. As denúncias surgiram em março de 2025, com registros de ocorrência na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e em União da Vitória, no Paraná.

A advogada relatou episódios de manipulação emocional, incluindo exigências de humilhações como forma de “provas de amor”. Payet, casado há 18 anos com Ludivine Payet e pai de quatro filhos, negou as acusações em depoimento, afirmando que as práticas eram consensuais e iniciadas por Ferrari.

Em junho, o Ministério Público do Rio de Janeiro apresentou denúncia por violência psicológica, detalhando ações injuriosas e degradantes que causaram prejuízos emocionais à vítima. O caso, que tramita em segredo de Justiça, envolve pedido de indenização por danos morais e reembolso de despesas médicas.

Fatos principais da denúncia

A Justiça aceitou a denúncia em julho de 2025, tornando Payet réu no VII Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. O juiz considerou relevantes os relatos de humilhação e manipulação.

Ferrari, diagnosticada com transtorno de personalidade Borderline, afirmou que Payet explorou sua condição psicológica. O ex-jogador se desligou do Vasco em julho, após o episódio ganhar repercussão.

  • Denúncia inicial: março de 2025, com fotos de hematomas.
  • Arquivamento temporário: reaberto por recurso da defesa.
  • Condenação pedida: prisão e pagamento de indenização.

Posição de Henri Castelli

Henri Castelli se manifestou na sexta-feira (26) sobre as mensagens vazadas com Larissa Ferrari. O ator negou um namoro oficial, esclarecendo que os dois estão apenas se conhecendo melhor.

As trocas incluem elogios e planos hipotéticos de encontro, mas sem compromissos formais. Pessoas próximas à advogada destacam a educação de Castelli como ponto positivo.

Castelli reside nos Estados Unidos desde 2024, focado em projetos internacionais. Ferrari, por sua vez, continua atuando como advogada e influenciadora, equilibrando a vida pessoal com o processo judicial.

Detalhes do processo judicial

O Ministério Público descreve as ações de Payet como intencionais para causar dano emocional. A denúncia abrange período de dezembro de 2024 a março de 2025, com evidências como mensagens e vídeos.

A defesa de Payet argumenta contradições nos relatos e confia na desconstrução da acusação em audiência. Ferrari expressou satisfação com o avanço do caso, vendo-o como passo para responsabilização.

O juiz Alexandre Abrahão Dias Teixeira acatou os pedidos, inaugurando a ação penal. O processo pode resultar em condenação sob a Lei Maria da Penha, com foco em reparação à vítima.