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Brasil x Coreia: Ancelotti repete quarteto com Vini Jr., Rodrygo e novidades para amistoso

Vini Jr.
Foto: Vini Jr. - Foto: rafaelribeirorio / CBF

Carlo Ancelotti ajustou a formação da seleção brasileira para o amistoso contra a Coreia do Sul, nesta sexta-feira, às 8h (horário de Brasília), no Estádio World Cup de Seul. O técnico italiano recuperou Bruno Guimarães, que retorna ao time titular no lugar de Lucas Paquetá, após atraso em voo de Amsterdã. A equipe adota o esquema 4-2-4, com ênfase em transições rápidas e marcação alta, visando a preparação para a Copa do Mundo de 2026.

O quarteto ofensivo permanece o mesmo dos treinos anteriores, com Vinicius Júnior, Rodrygo, Matheus Cunha e Estêvão como peças centrais.

Treino completo marca definição tática

A atividade desta quinta-feira reuniu os 26 convocados pela primeira vez, superando problemas logísticos de chegada. Ancelotti comandou exercícios de transição ofensiva e defensiva, priorizando agressividade na pressão alta.

A comissão técnica monitorou a resposta física de Bruno Guimarães, que treinou normalmente após o desgaste da viagem.

Formação titular em detalhes

Bento assume o gol, com linha defensiva formada por Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos. No meio-campo, Casemiro e Bruno Guimarães atuam como volantes, garantindo equilíbrio.

O ataque conta com Estêvão aberto pela direita, Matheus Cunha e Vinicius Júnior mais centralizados, e Rodrygo pela esquerda, posição em que o jogador se sente confortável.

Ancelotti busca replicar o sucesso recente, como nas vitórias sobre Paraguai e Chile, com muita movimentação no setor ofensivo.

Conversas internas impulsionam confiança

Rodrygo destacou a disponibilidade para o treinador após diálogo recente, afirmando que atende a qualquer necessidade tática. O atacante do Real Madrid elogiou a abordagem de Ancelotti, conhecido por ele no clube espanhol.

Essa interação reforça a coesão do grupo, essencial para os amistosos na Ásia.

Preparação para sequência asiática

O jogo contra a Coreia do Sul abre a janela de outubro, com o Japão como próximo adversário na terça-feira, às 7h30 (de Brasília), no Ajinomoto Stadium. Ancelotti planeja rodízio para testar opções, mantendo o foco em intensidade defensiva.

Lesões recentes, como as de Alisson e Raphinha, limitam escolhas, mas o elenco completo permite avaliações amplas. A convocação de outubro incluiu retornos como os de Vinicius Júnior e Rodrygo, ausentes em listas anteriores.

  • Bento (Al-Nassr) como goleiro titular, com experiência em 24 convocações recentes.
  • Estêvão (Chelsea), de 18 anos, ganha espaço pela direita após adaptação rápida ao futebol europeu.
  • Matheus Cunha (Wolverhampton) centralizado para explorar espaços próximos à área.
  • Vinicius Júnior priorizado perto do gol, repetindo função de destaque no Real Madrid.

Histórico de Ancelotti na seleção

Desde maio de 2025, o italiano acumula duas vitórias, um empate e uma derrota em quatro jogos pela Amarelinha, com contrato até a Copa de 2026. Sua chegada marcou a primeira experiência em gerenciamento de seleção nacional, após sucessos em clubes europeus.

Ancelotti enfatiza o talento ofensivo individual, combinado a um sistema defensivo compacto e comprometido, como visto nos treinos em Seul.

O treinador italiano prioriza a observação de jogadores em ritmo real, especialmente jovens como Estêvão e Paulo Henrique, convocado para substituir lesionados. Essa estratégia visa construir um elenco versátil para o Mundial expandido a 48 times. A preparação em Goyang incluiu simulações de jogo contra pressão asiática, adaptando o Brasil a estilos variados. No total, 87 jogadores foram testados no ciclo pós-Catar, com 43 atuando no Brasileirão, ampliando a base nacional.

Expectativas para o confronto inicial

A Coreia do Sul, treinada por Hong Myung-bo, chega com quatro pontos em eliminatórias asiáticas, buscando medir forças contra sul-americanos. O Brasil, classificado em quinto nas Eliminatórias CONMEBOL com 25 pontos, usa o amistoso para ajustar marcações.