Sem horário de verão: governo confirma reservatórios em nível seguro até 2026
O Governo Federal anunciou, por meio da Secretaria de Comunicação, que não há planos para reinstituir o horário de verão em 2025. A medida, suspensa desde 2019, foi descartada devido à estabilidade dos reservatórios de energia e à mudança no perfil de consumo da população. O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que o Sistema Interligado Nacional opera em condições favoráveis, com estudos indicando atendimento pleno de energia até fevereiro de 2026. A decisão foi reforçada após reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) em setembro.
A suspensão do horário de verão reflete a ausência de ganhos significativos na economia de energia, conforme avaliação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O pico de consumo, que agora ocorre à tarde, reduziu a eficácia da medida. O governo, no entanto, não descarta a possibilidade de reavaliar o tema no futuro.
- Reservatórios apresentam níveis estáveis, mesmo no período seco.
- Consumo energético mudou, com maior demanda à tarde.
- Estudos do ONS garantem abastecimento até 2026.
Motivos da suspensão do horário de verão
A decisão de manter a suspensão do horário de verão foi baseada em análises técnicas do setor elétrico. O CMSE constatou que a medida, criada para aproveitar a luz natural, perdeu relevância com as mudanças nos hábitos de consumo.
O MME destacou que os reservatórios estão em condições melhores do que em anos anteriores, reduzindo a necessidade de ajustes nos relógios.
Impacto no setor elétrico
O horário de verão foi instituído pelo Decreto nº 6.558/2008, com vigência entre novembro e fevereiro. A política buscava reduzir o consumo de energia, mas estudos recentes indicam que os benefícios são mínimos.
O ONS apontou que o Sistema Interligado Nacional opera com segurança. A transição energética, com fontes renováveis, também influencia a decisão.
A pasta de Minas e Energia monitora continuamente o setor. Novas avaliações podem ocorrer em 2026.
Contexto histórico da medida
O horário de verão vigorou por décadas no Brasil, com o objetivo de otimizar o uso da luz natural. A prática foi suspensa em 2019, após análises indicarem baixa economia de energia.
O MME afirmou que mudanças climáticas e a adoção de fontes renováveis alteraram o cenário energético.
O governo considera reavaliar a medida no futuro, caso necessário.
A decisão atual prioriza a estabilidade do sistema elétrico.
Avaliação contínua do setor
O MME informou que o CMSE seguirá monitorando o setor elétrico, com foco na segurança do abastecimento. A pasta destacou a importância da transição energética para o planejamento futuro.
Mudanças climáticas e inovações tecnológicas também são fatores considerados nas análises.
Possibilidade de retorno futuro
Embora suspenso, o horário de verão não está completamente descartado. O MME afirmou que o tema será reavaliado periodicamente, conforme as condições do setor elétrico.
Planejamento energético em foco
O governo reforçou o compromisso com a confiabilidade do sistema elétrico. A estabilidade dos reservatórios e a adoção de fontes renováveis são prioridades.
A decisão de 2025 reflete um planejamento baseado em dados técnicos e mudanças no consumo.
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