Coco Gauff vence Pegula por 6-4 e 7-5 e conquista terceiro título WTA 1000 no Wuhan Open
Coco Gauff conquistou o título do Wuhan Open ao derrotar Jessica Pegula por 6-4 e 7-5 na final disputada neste domingo, em Wuhan, na China. A partida, que durou 1 hora e 42 minutos, marcou o terceiro troféu WTA 1000 na carreira da americana de 21 anos. Gauff, terceira cabeça de chave, não perdeu sets em todo o torneio, enquanto Pegula, sexta favorita, chegou à decisão após oito jogos com sets decisivos.
O confronto ocorreu no Optics Valley International Tennis Centre, com capacidade para 15 mil espectadores. Gauff melhorou seu retrospecto contra Pegula para 3-4, em um duelo inédito em final entre as ex-parceiras de duplas. A vitória reforça a dominância de Gauff em quadras duras chinesas, onde acumula 21 triunfos nos últimos três anos.
- Gauff abriu o jogo com seis pontos seguidos, construindo vantagem de 3-0 no primeiro set.
- Pegula empatou em 4-4 com quebra no sétimo game, mas Gauff converteu break point dois games depois.
- No segundo set, Pegula liderou por 3-0 após dois breaks, mas Gauff recuperou e venceu 10 pontos consecutivos em um momento chave.
- A finalizou com erro de voleio de Pegula no match point.
Trajetória dominante de Gauff no torneio
Gauff iniciou o torneio com vitóriaesmagadora por 6-1 e 6-0 sobre Moyuka Uchijima na segunda rodada. Na sequência, superou Shuai Zhang por 6-3 e 6-2 nas oitavas, cedendo apenas seis games em suas duas primeiras partidas.
Nas quartas, enfrentou Laura Siegemund e avançou com sets diretos, totalizando 16 vitórias em solo chinês na carreira. A semifinal contra Jasmine Paolini terminou em 6-4 e 6-3, revertendo três derrotas anteriores para a italiana em 2025.
Essa campanha sem sets perdidos a coloca como a primeira jogadora da Era Aberta a vencer suas nove primeiras finais em quadra dura.
Caminho exaustivo de Pegula até a final
Pegula disputou três sets em todos os oito jogos anteriores à final. Na segunda rodada, venceu em 2-6, 6-3 e 6-4, demonstrando resistência desde o início.
Nas oitavas, superou uma adversária em partida apertada, cedendo breaks iniciais mas revertendo o placar. A semifinal contra Aryna Sabalenka, número 1 do mundo, foi o destaque, com virada de 2-6, 6-4 e 7-6(2) após estar em 2-5 no terceiro set.
Essa resiliência marcou sua sétima vitória em três sets nos últimos oito jogos, consolidando 13 triunfos em WTA 1000 na carreira.
Primeiro embate em final entre as americanas
O histórico entre Gauff e Pegula começou em duplas, onde foram parceiras bem-sucedidas. Em simples, Pegula liderava 4-2 antes da final, com vitórias recentes em torneios como o US Open.
Gauff equilibrou o confronto com quebras decisivas, explorando erros de Pegula no saque. A americana de 31 anos cometeu falhas em momentos cruciais, permitindo que Gauff convertesse oportunidades.
Essa final americana é a primeira no Wuhan Open desde sua retomada em 2024, após hiato de quatro anos.
Evolução no saque impulsiona Gauff
Desde agosto, Gauff trabalha com o especialista em biomecânica Gavin MacMillan para refinar o saque. Apesar de seis double faults na final, os números melhoraram, com 378 no total da temporada.
O treinamento resultou em maior precisão em retornos, com 87% de pontos ganhos no segundo saque contra Zhang. Essa evolução contribuiu para nove winners contra Paolini na semifinal.
Gauff acumula 13 vitórias sobre top 10 em WTA 1000, recorde para jogadoras abaixo de 22 anos desde 2009.
Marca histórica nas finais de quadra dura
Com essa conquista, Gauff alcança nove finais invictas em hard court na Era Aberta. Seu primeiro WTA 1000 veio em 2023, seguido de outro em 2024.
Aos 21 anos e 207 dias, torna-se a mais jovem finalista em Wuhan e China Open. O troféu soma ao de Roland Garros 2025, seu segundo major.
Pegula busca o quarto WTA 1000, todos em dura, mas tropeçou na virada de Gauff.
Premiação e próximos passos no circuito
O Wuhan Open distribui US$ 3,65 milhões em premiação, com US$ 446 mil para a campeã. Gauff sobe no ranking WTA, aproximando-se das líderes.
Ambas americanas garantem vaga nas Finais da WTA em novembro, em Riad. Pegula, vice-campeã, soma pontos cruciais para o year-end.
O torneio reforça o calendário asiático, com quadras rápidas favorecendo estilos agressivos como o de Gauff.
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