Emissão da carteira de identidade nacional (CIN) dispara em 2025: passo a passo para obter o documento
A emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) cresceu 60% entre janeiro e outubro de 2025, totalizando 19,8 milhões de documentos emitidos, contra 12,4 milhões no mesmo período de 2024, segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. O documento, que substitui o RG com um número único e padrão nacional, facilita o acesso a serviços públicos e benefícios sociais. Disponível em versão física e digital pelo aplicativo GOV.BR, a CIN é emitida em postos de identificação, como Detrans e institutos estaduais. Abaixo, um guia detalhado para obter a carteira:
- Agendamento: Acesse o site do órgão estadual ou GOV.BR para marcar atendimento.
- Documentos: Leve CPF, certidão de nascimento ou casamento e comprovante de residência.
- Biometria: Compareça ao posto para coleta de foto e impressões digitais.
- Recebimento: O documento físico chega em até 30 dias; a versão digital é imediata.
O aumento reflete esforços do governo para expandir a infraestrutura de emissão. A CIN integra a Infraestrutura Pública Digital (IPD), que centraliza dados para políticas públicas. Mais de 38 milhões de brasileiros já possuem o documento, que eleva a segurança e simplifica a identificação.
O que é a carteira de identidade nacional
A CIN unifica a identificação em todo o Brasil, substituindo os RGs estaduais por um número único. O documento incorpora tecnologias como QR Code e chip eletrônico, reduzindo riscos de fraudes. Além disso, a carteira é essencial para acessar serviços digitais do GOV.BR, como Meu INSS e Carteira de Trabalho Digital, beneficiando mais de 170 milhões de usuários.
Passo a passo detalhado para emitir a CIN
Para obter a CIN, o cidadão deve agendar atendimento no site do órgão estadual de identificação, como o Instituto de Identificação ou Detran. Em alguns estados, o agendamento é feito diretamente pelo GOV.BR. Verifique a disponibilidade no seu estado. No dia do atendimento, apresente CPF, certidão de nascimento ou casamento e comprovante de residência. Para menores de 16 anos, é necessário acompanhamento dos responsáveis legais. A coleta de dados biométricos, como foto e impressões digitais, ocorre no local. O processo é rápido, levando cerca de 15 minutos. O documento físico é entregue em até 30 dias, mas a versão digital fica disponível imediatamente no aplicativo GOV.BR, após validação dos dados.
Documentos necessários para a emissão
A lista de documentos é simples, mas varia ligeiramente por estado. Geralmente, são exigidos CPF, certidão de nascimento (para solteiros) ou casamento, e comprovante de residência atualizado. Em casos específicos, como mudança de nome ou inclusão de condições especiais (ex.: deficiência), documentos adicionais podem ser solicitados, como laudos médicos. Alguns estados aceitam comprovantes digitais, mas é recomendável consultar o órgão local. Para estrangeiros naturalizados, o Certificado de Naturalização é obrigatório.
Vantagens da CIN para o cidadão
A CIN simplifica o acesso a mais de 4.600 serviços digitais do GOV.BR, incluindo Enem, Fies e Meu SUS Digital. A versão digital é prática para identificação em viagens domésticas e situações cotidianas. O documento também aumenta a segurança da conta GOV.BR, permitindo o nível Ouro, que dá acesso a serviços exclusivos, como assinatura eletrônica avançada. Além disso, a CIN facilita a obtenção de benefícios sociais, como Bolsa Família, ao integrar dados na IPD. Mais de 15 estados já relatam redução de fraudes em cadastros devido ao número único.
Como acessar a versão digital da CIN
Após receber a CIN física, o cidadão pode ativar a versão digital no aplicativo GOV.BR. Faça login, clique em “Carteira de Documentos”, selecione “Carteira de Identidade” e adicione o documento. A versão digital é válida como identificação oficial, aceita em embarques domésticos e outros serviços. É recomendável manter o aplicativo atualizado para evitar falhas.
Segurança e tecnologia do documento
A CIN utiliza QR Code e chip eletrônico para garantir autenticidade. O número único evita duplicidades em cadastros nacionais, diferentemente dos RGs estaduais, que variavam por unidade federativa. A tecnologia é semelhante à da Carteira Digital de Trânsito, com validação por biometria facial em alguns serviços. O padrão nacional foi implementado para unificar sistemas estaduais, reduzindo inconsistências. O Ministério da Gestão investiu em treinamento de servidores para agilizar a emissão. Parcerias com prefeituras ampliaram a rede de atendimento em 2025.
Expansão da emissão em 2025
O crescimento de 60% na emissão da CIN reflete a ampliação de postos de atendimento em 15 estados, com destaque para São Paulo, Minas Gerais e Bahia. O governo federal destinou recursos para modernizar equipamentos biométricos. Em cidades menores, parcerias com prefeituras reduziram filas e agilizaram o processo. O objetivo é emitir 25 milhões de carteiras até dezembro de 2025. A campanha de conscientização do governo incentivou a adesão, destacando a praticidade da versão digital. Postos volantes foram instalados em regiões remotas, beneficiando comunidades rurais.
Custos e prazos da emissão
A emissão da primeira via da CIN é gratuita em todo o Brasil. Para segundas vias, alguns estados cobram taxas, que variam de R$ 30 a R$ 50, conforme o órgão local. O prazo de entrega do documento físico é de até 30 dias, mas em grandes centros, como São Paulo, pode ser reduzido para 15 dias. A versão digital é disponibilizada imediatamente após a validação dos dados biométricos, desde que o cidadão tenha uma conta GOV.BR ativa.
Dicas para agilizar o processo
Para evitar contratempos, confirme o agendamento com antecedência e verifique a lista de documentos no site do órgão estadual.
- Chegue com 10 minutos de antecedência ao posto de atendimento.
- Leve documentos originais e cópias, caso exigido.
- Certifique-se de que o comprovante de residência está em nome do solicitante.
- Baixe o aplicativo GOV.BR antes do atendimento para ativar a versão digital. Se houver dúvidas, contate o órgão local ou a ouvidoria do GOV.BR.
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